Brasil Arquivo

O senador eleito e ex-governador Cid Gomes (PDT-CE) criou uma saia justa ao dizer em Fortaleza, durante um evento de apoio a Fernando Haddad, que o PT deveria fazer uma “mea culpa”.

Cid Gomes disse, ainda, que o partido “criou” Jair Bolsonaro, candidato do PSL à Presidência.

Ao lado do governador reeleito do Ceará, Camilo Santana (PT), Cid Gomes também disse que o PT vai perder “feio” a eleição presidencial e, segundo ele, isso é “bem feito” porque petistas fizeram “muita besteira”.

Alguns integrantes do partido, ressaltou o senador eleito, se acham “donos da verdade” e acreditam que “os fins justificam os meios”.

O vídeo de Cid Gomes circulou rapidamente nas redes sociais e causou forte desconforto à campanha de Fernando Haddad.

O candidato do PT à Presidência esperava um gesto de apoio de Cid e do irmão dele, Ciro Gomes (PDT), que viajou para o exterior.

Por Gerson Camarotti – do G1

O Ibope divulgou nesta segunda-feira (15) o resultado da primeira pesquisa do instituto sobre o segundo turno da eleição presidencial. O levantamento foi realizado na sábado (13) e domingo (14), e tem margem de erro de 2 pontos, para mais ou para menos.

Nos votos válidos, os resultados foram os seguintes:

Jair Bolsonaro (PSL): 59%
Fernando Haddad (PT): 41%

Para calcular os votos válidos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Para vencer no primeiro turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto.

Votos totais

Nos votos totais, os resultados foram os seguintes:

Jair Bolsonaro (PSL): 52%
Fernando Haddad (PT): 37%
Em branco/nulo: 9%
Não sabe: 2%

Sobre a pesquisa

Margem de erro: 2 pontos percentuais para mais ou para menos

Entrevistados: 2506 eleitores em 176 municípios

Quando a pesquisa foi feita: 13 e 14 de outubro
Registro no TSE: BR‐01112/2018

Nível de confiança: 95%

Contratantes da pesquisa: TV Globo e “O Estado de S.Paulo”

O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos, para mais ou para menos.

Do G1

Pesquisa divulgada pelo instituto Paraná Pesquisas nesta segunda-feira (15) mostra o deputado federal Jair Bolsonaro, candidato do PSL à Presidência da República, com 69,9% das intenções de votos válidos no Estado de São Paulo. O ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT) aparece com 30,1% da preferência do eleitorado.

Haddad e Bolsonaro disputam o segundo turno da corrida presidencial no próximo dia 28 de outubro.

Considerando os votos totais, Bolsonaro tem 59,1% da preferência do eleitorado paulista, contra 25,5% de Haddad. Votos brancos e nulos somam 10,2%, enquanto 5,2% não souberam responder.

No primeiro turno, Bolsonaro foi o candidato mais votado pelos paulistas, com 12,3 milhões de votos recebidos, ou 53% dos votos válidos no Estado.

Haddad ficou em segundo lugar, com 3,8 milhões de votos, ou 16,42% dos votos válidos.

O instituto entrevistou 2.002 eleitores de São Paulo entre os dias 10 e 14 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR-02492/2018.

Do R7.com

A facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) pode estar envolvida na tentativa de homicídio contra Bolsonaro.

Fontes da Polícia Federal dizem que o relatório da investigação do atentado contra Bolsonaro faz menção a um eventual envolvimento do, acredite, PCC no crime.

Os policiais consideram a hipótese de a facção estar financiando a defesa de Adélio Bispo de Oliveira.

“Estamos trabalhando com todas as possibilidades”, disse um investigador que trabalha no caso à revista Crusoé.

Com informações de Ancelmo Gois/O Globo/Crusoé e o Antagonista

Do Estadão

Candidato à Presidência da República pelo PT, Fernando Haddad, discutiu com uma mulher dentro de uma igreja católica na zona Sul de São Paulo, nesta sexta-feira, 12.

Após participar de uma missa na paróquia Santos Mártires, no Jardim Ângela, o candidato foi abordado por uma mulher que disse que o petista não poderia ter participado da comunhão por ser “um abortista”.

“Eu sou neto de um líder religioso”, respondeu o candidato e emendou: “Você deve ser ateia.” A discussão foi gravada pela reportagem do Broadcast Político, plataforma de notícias em tempo real do Grupo Estado.

Ao conversar com jornalistas, a mulher não quis se identificar e disse que a presença de Haddad no local era um sacrilégio. “A Igreja Católica não permite. Ele é um abortista, não tinha que estar aqui dentro”, afirmou.

Durante a missa e após a cerimônia, a mulher fez filmagens, transmissões ao vivo pelo celular para uma rede social e disse que iria “denunciar” o ato.

Haddad fez um discurso em frente à igreja pedindo apoio dos fiéis. “Nunca deixei de olhar todo mundo. Todo mundo é igual, ninguém é melhor do que ninguém”, discursou.

Na estreia do horário eleitoral gratuito no segundo turno no rádio, o candidato Jair Bolsonaro (PSL) partiu para o ataque contra o PT e seu adversário, Fernando Haddad. Já o programa do petista ligou o concorrente à onda de violência gerada na campanha à Presidência da República e não citou, como havia feito no primeiro turno, o nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Bolsonaro, que praticamente estreou no horário eleitoral, já que na primeira fase da campanha tinha menos de 10 segundos por programa, lembrou a ascensão do socialismo e do comunismo na América Latina, citou a criação do Foro de São Paulo, “grupo liderado por Lula e Fidel Castro (ex-presidente de Cuba)” e até divulgou um áudio do ex-presidente brasileiro, preso em Curitiba. “Todos que participaram do Foro de São Paulo chegaram ao poder”, diz Lula.

Com informações do R7.com

O horário eleitoral gratuito para o segundo turno das eleições 2018 começa hoje (12) no rádio e na televisão. A propaganda eleitoral será exibida de segunda a sábado, em dois blocos diários. Cada candidato a presidente terá um tempo de cinco minutos, assim como os candidatos a governador, nos estados onde haverá segundo turno para esse cargo.

No rádio, o horário de propaganda terá início às 7h e às 12h; na televisão, o primeiro bloco do horário eleitoral começa às 13h e o segundo bloco às 20h30. As emissoras e canais também devem reservar 25 minutos diários, de segunda-feira a domingo, para inserções dos candidatos à Presidência.

Todas as emissoras de rádio, incluindo as comunitárias, devem reservar o espaço ao horário eleitoral, assim como as emissoras de televisão que operam VHF e UHF e em canais por assinatura operados pelo Senado, a Câmara dos Deputados, as assembleias legislativas, a Câmara Legislativa do Distrito Federal e as câmaras municipais.

Em minuta aprovada ontem (11) pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ficou decidido que a veiculação da propaganda será iniciada pela candidatura que obteve maior votação no primeiro turno. A ordem da apresentação dos candidatos será alternada diariamente. Ler mais…

O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro , admitiu nesta quinta-feira a possibilidade de não comparecer aos debates no segundo turno por questões de estratégia política , mesmo que seja liberado pelos médicos para participar. Adversário do capitão da reserva, Fernando Haddad (PT) tem cobrado a participação de Bolsonaro nos encontros, mas a equipe médica desaconselhou a presença no último debate do primeiro turno, na TV Globo, e no encontro que estava previsto para esta quinta-feira, na TV Bandeirantes.

— Existe a possibilidade sim, por estratégia. Estou vendo o Haddad desafiando agora: “quero que você diga o que fez em 28 anos no parlamento”. Eu responderia para ele: “Não roubei ninguém, Haddad” — disse Bolsonaro.

Inicialmente, a campanha de Bolsonaro trabalhava com a possibilidade de ele ir a dois encontros no segundo turno: os organizados pela Record e pela Globo .

O candidato do PSL ironizou a mudança de logotipo da campanha adversária, que trocou o vermelho do PT pelo verde e amarelo da bandeira brasileira . Bolsonaro chamou Haddad de “camaleão” e pau mandado, ao citar as visitas do petista ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso em Curitiba.

— Vou debater com um cara que nem poste é. É fantoche e pau mandado, age como camaleão. Eu vi o Haddad falando em família, em Deus. Eu fico com vergonha. Ele está cumprindo à risca o que o Lula manda ele falar: “Haddad não é de esquerda, Haddad é de direita”. Haddad agora quer posse de arma de fogo. Bem-vindo. Tomara que ele tenha sido curado de verdade, não só por um tempo. Dizem que bandido não se aposenta, tira férias. Haddad está de férias.

Fonte: O Globo

A primeira pesquisa da XP Investimentos encomendada ao Ipespe mostra que Jair Bolsonaro (PSL) lidera a disputa presidencial em segundo turno com 59% das intenções de voto entre os eleitores. Fernando Haddad (PT), por sua vez, tem 41%.

A diferença entre os dois candidatos cresceu para 18 pontos desde o último levantamento, quando as pesquisas já indicavam essa tendência de cenário em disputa de segundo turno. Considerando todos os votos, Bolsonaro tem 51% e Haddad tem 36%.

Os resultados da pesquisa também mostram que os eleitores de Ciro Gomes são os que mais migram para a candidatura do petista.

De acordo com o levantamento, 63% dos que votaram no pedetista gostariam que ele apoiasse Haddad.

Já a maioria dos eleitores de Geraldo Alckmin (54%), do PSDB, e de João Amoêdo (64%), do Novo, preferem Bolsonaro.

Fonte: Metrópoles

A senadora Kátia Abreu (PDT-TO) defendeu, nesta quarta-feira, 10, que o candidato do PT Fernando Haddad renuncie à campanha presidencial nas eleições 2018 “em nome da democracia”. O objetivo de sua proposta é que o petista, ao abrir mão da disputa, abra espaço para que Ciro Gomes (PDT) seja o adversário de Jair Bolsonaro (PSL) no segundo turno.

“Eu não estranharia e acharia muito digno se por acaso ele (Haddad) desistisse da candidatura vendo que pode entregar o País a um fascismo religioso”, afirmou, referindo-se a Bolsonaro. “A lei é clara. Se ele renunciar à sua candidatura, Ciro Gomes é o candidato. E é o único capaz de vencer Bolsonaro”, justificou.

A proposta de Kátia Abreu se baseia no artigo 77 da Constituição Federal, que no inciso 4º diz que “se, antes de realizado o segundo turno, ocorrer morte, desistência ou impedimento legal de candidato, convocar-se-á, dentre os remanescentes, o de maior votação”.

Saiba mais AQUI

O Datafolha divulgou nesta quarta-feira (10) o resultado da primeira pesquisa do instituto sobre o segundo turno da eleição presidencial. O levantamento foi realizado nesta quarta, dia 10, e tem margem de erro de 2 pontos, para mais ou para menos.

Nos votos válidos, os resultados foram os seguintes:

Jair Bolsonaro (PSL): 58%
Fernando Haddad (PT): 42%

Para calcular os votos válidos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Para vencer no primeiro turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto.

Nos votos totais, os resultados foram os seguintes:

Jair Bolsonaro (PSL): 49%
Fernando Haddad (PT): 36%
Em branco/nulo/nenhum: 8%
Não sabe: 6%

Com informações do G1

O PDT anunciou nesta quarta-feira (10) que dará “apoio crítico’ a Fernando Haddad (PT) no segundo turno da eleição. Haddad disputará a Presidência da República com Jair Bolsonaro (PSL).

A decisão foi anunciada em uma nota, divulgada pelo partido, após reunião da Executiva Nacional.

“A Executiva Nacional do PDT, reunida nesta quarta-feira na sede nacional do partido, em Brasília, declara seu apoio crítico à candidatura de Fernando Haddad para evitar a vitória das forças mais reacionárias e atrasadas do Brasil e a derrocada da democracia”, informou o partido.

Na última segunda-feira (8), o presidente do PDT, Carlos Lupi, já havia afirmado ao G1 que o partido “jamais” apoiaria Bolsonaro e estudava dar “apoio crítico” a Haddad.

Ciro Gomes

No primeiro turno, o candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes, ficou em terceiro lugar. Ex-governador do Ceará e ex-ministro da Integração Nacional, ele recebeu 13,3 milhões de votos (12,47%).

No último domingo (7), logo após a confirmação o resultado do primeiro turno, Ciro Gomes foi questionado sobre quem apoiaria no segundo turno e respondeu “ele, não”, uma referência ao movimento #EleNão, contrário a Jair Bolsonaro.

Ao deixar o encontro do PDT desta quarta-feira, Ciro afirmou: “Abaixo o fascismo! Pela democracia! Abaixo a ditadura! Ditadura nunca mais!”

Fonte: G1

Na primeira pesquisa eleitoral do segundo turno, o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) lidera a corrida pelo Palácio do Planalto com 54% das intenções de votos válidos. O petista Fernando Haddad tem 46%. O levantamento foi feito pela consultoria de pesquisa Ideia Big Data em parceria com VEJA.

A pesquisa ouviu presencialmente 2.036 eleitores das cinco regiões do país entre a última segunda e esta quarta-feira. A margem de erro é de 2,67% pontos percentuais para mais ou para menos. O número de registro no TSE é BR-09687/2018.

Bolsonaro chegou ao segundo turno com a preferência de 46,03% do eleitorado (ou 49,2 milhões de votos). Haddad teve 29,28% dos votos válidos (31,3 milhões de votos).

Ao considerar as respostas totais dos entrevistados, Bolsonaro tem 48% das intenções dos eleitores, enquanto Haddad, 41%. Votos brancos e nulos somam 7%, enquanto indecisos ou que não responderam atingiram 4%.

“Esse segundo turno é pautado por duas candidaturas extremamente opostas. Será muito dificil conseguir votos dos adversários. Portanto, a busca será pelos poucos indecisos e a conversao do branco/nulo. O que torna mais difícil o caminho do candidato do PT”, avalia Mauricio Moura, sócio da Ideia Big Data.

Fonte: Veja

A presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR), disse hoje (9) que o candidato do partido à Presidência, Fernando Haddad, a pedido do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, não deve visitá-lo em Curitiba na etapa final da campanha. Lula está preso desde abril na carceragem da Polícia Federal após condenação em segunda instância por corrupção e lavagem de dinheiro no caso do triplex do Guarujá (SP).

Ir a Curitiba nas segundas-feiras passou a fazer parte da rotina de Haddad, como ocorreu ontem (8) logo após o primeiro turno das eleições. De acordo com Gleisi, foi o próprio Lula que determinou a Haddad para concentrar os esforços na campanha.

Com informações da Agência Brasil

O presidente do PSDB, Geraldo Alckmin, informou nesta terça-feira (9) que o partido não apoiará Jair Bolsonaro (PSL) nem Fernando Haddad (PT) no segundo turno da eleição presidencial. Segundo ele, a legenda também não vai compor o governo de quem vencer.

O anúncio foi feito por Alckmin após reunião da Executiva Nacional do PSDB. Ex-governador de São Paulo, ele disputou a eleição presidencial pela segunda vez e ficou em quarto lugar – recebeu 5.096.349 votos (4,76%).

Segundo Alckmin, a cúpula do PSDB decidiu liberar os diretórios estaduais da legenda e os filiados para fazer a escolha que quiserem.

Com informações do G1

Vice do tucano Geraldo Alckmin, a senadora Ana Amélia(PP), declarou apoio a Jair Bolsonaro no segundo turno da eleição presidencial, informa Igor Gadelha, na Crusoé.

A senadora acaba de divulgar a seguinte nota:

“Nas grandes decisões, os gaúchos não admitem neutralidade. Fui uma das maiores defensoras do impeachment de Dilma Rousseff e uma das vozes mais fortes no Senado contra o desgoverno do PT no Brasil. Não quero que o país corra o risco da volta do PT ao poder. Será uma ameaça à democracia e, especialmente, à Lava Jato. Por essas razões, seguirei a decisão do PP/RS, apoiando no segundo turno a candidatura de Jair Bolsonaro à Presidência da República.”

Com informações da Crusoé e O Antagonista

Mal terminou a apuração dos votos do primeiro turno das eleições, o tempo começa a correr para os candidatos que disputarão o segundo turno no dia 28. São apenas 20 dias de campanha. No entanto, o calendário eleitoral é rígido: é preciso hoje (8) esperar 24 horas do encerramento da votação (17 h de ontem) para reiniciar propaganda e divulgações.

Alguns partidos agendaram para esta semana reuniões da executiva nacional. A Executiva Nacional do PSDB se reúne amanhã (9), em Brasília, o PSTU anuncia na quarta-feira (10) o apoio no segundo turno, além da Rede e do PV, que também têm previsão de encontros até sexta-feira (12).

O PDT é outro partido que prepara para esta semana a divulgação de apoios. Ontem (6), alguns candidatos revelaram conversas que tiveram por telefone, sinalizando eventuais alianças e coligações para o segundo turno. Até sexta-feira (12), quando os principais partidos tiverem definido os apoios para o segundo turno, começa o período de propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão. Ler mais…

O Ibope divulgou neste sábado (6) o resultado da mais recente pesquisa de intenção de voto na eleição presidencial. Segundo o instituto, desde a pesquisa divulgada no dia 3, e realizada nos dias 1 e 2 de outubro, o primeiro colocado, Jair Bolsonaro, cresceu quatro pontos, enquanto Fernando Haddad, em segundo lugar, oscilou um ponto para baixo.

A probabilidade de os resultados retratarem a realidade é de 95%, considerando a margem de erro, de dois pontos para mais ou para menos. A pesquisa ouviu 3.010 eleitores na sexta-feira (5) e no sábado (6).

Votos válidos

Jair Bolsonaro (PSL): 41%
Fernando Haddad (PT): 25%
Ciro Gomes (PDT): 13%
Geraldo Alckmin (PSDB): 8%
João Amoêdo (NOVO): 3%
Marina Silva (REDE): 3%
Alvaro Dias (PODE): 2%
Cabo Daciolo (PATRI): 2%
Henrique Meirelles (MDB): 2%
Guilherme Boulos (PSOL): 1%
Eymael (DC): 0%
Vera (PSTU): 0%
João Goulart Filho (PPL): 0%

Para calcular os votos válidos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Para vencer no primeiro turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto.

Votos totais

Nos votos totais, os resultados foram os seguintes:
Jair Bolsonaro (PSL): 36%
Fernando Haddad (PT): 22%
Ciro Gomes (PDT): 11%
Geraldo Alckmin (PSDB): 7%
Marina Silva (REDE): 3%
Cabo Daciolo (PATRI): 2%
Henrique Meirelles – MDB 2%
João Amoêdo – NOVO 2%
Alvaro Dias – PODE 1%
Guilherme Boulos – PSOL 1%
Eymael – DC 0%
Vera – PSTU 0%
João Goulart Filho – PPL 0%
Branco/ Nulo 7%
Não sabe/ Não respondeu 5%

Acima, nos votos totais, são considerados os votos brancos e nulos e o percentual dos eleitores que se declaram indecisos.

G1

A CNT (Confederação Nacional de Transporte) divulgou nova pesquisa de intenção de votos neste sábado (6). Os dados mostram que, se a eleição fosse hoje, haveria segundo turno. Na pesquisa, o candidato Jair Bolsonaro (PSL) tem 36,7% dos votos no primeiro turno e Fernando Haddad (PT) fica em segundo lugar, com 24% das intenções de voto.

Na reta final da eleição para o cargo de presidente, o candidato do PSL (Partido Social Liberal) confirma a tendência de crescimento. Em relação à última pesquisa divulgada pela CNT, Bolsonaro teve aumento das intenções de voto em 7,3%, enquanto Haddad caiu 3,7 pontos percentuais. Quando a pesquisa considera os votos válidos, que excluem os brancos e nulos, Bolsonaro chega a 42,6%, enquanto Haddad fica com 27,8% dos votos válidos.

Segundo a CNT, a pesquisa foi realizada entre quinta (4) e sexta-feira (6). Foram ouvidas 2.002 pessoas, em 137 municípios de 25 estados nas cinco regiões do país. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais.

Confira a pesquisa de intenções de voto para primeiro turno, com votos totais:

Jair Bolsonaro (PSL): 36,7%

Fernando Haddad (PT): 24%

Ciro Gomes (PDT): 9,9%

Geraldo Alckmin (PSDB): 5,8%

João Amoêdo (Novo): 2,3%

Marina Silva (Rede): 2,2%

Alvaro Dias (Podemos): 1,7%

Henrique Meirelles (MDB): 1,6%

Cabo Daciolo (Patriota): 1,3%

Guilherme Boulos (PSOL): 0,3%

João Goulart Filho (PPL): 0,1%

Vera (PSTU): 0,1%

Eymael (DC): 0,1

Branco / Nulo: 7,8%

Indeciso: 6,0

Segundo turno

A pesquisa considerou seis cenários de intenções de voto para o segundo turno. Bolsonaro tem empate técnico com o candidato Ciro Gomes (PDT) e vence os outros candidatos nas simulações. Confira:

1º Cenário: Jair Bolsonaro (41,9%) x Ciro Gomes (41,2%)

2º Cenário: Jair Bolsonaro (45,2%) x Fernando Haddad (38,7%)

3º Cenário: Jair Bolsonaro (43,3%) x Geraldo Alckmin (33,5%)

4º Cenário: Ciro Gomes (40,9%) x Fernando Haddad (31,1%)

5º Cenário: Ciro Gomes (46,1%) x Geraldo Alckmin (24,4%)

6º Cenário: Fernando Haddad (37%) x Geraldo Alckmin (34,3%)

Rejeição

Nos cenários de rejeição para os quatro candidatos mais bem posicionados na pesquisa, Haddad tem a maior rejeição, 53,2% dos eleitores pesquisados não votariam no candidato de jeito nenhum. Jair Bolsonaro é o segundo mais rejeitado, com 50,2%. A rejeição de Geraldo Alckmin (PSDB) é de 46,9%. Ciro Gomes é o candidato com a menor rejeição na pesquisa, com 33,4%.

Fonte: Portal Midiamax

Por unanimidade, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu, nesta sexta-feira (5), orientar a Justiça Eleitoral a liberar o uso de camisetas de candidatos pelos eleitores nos locais de votação neste domingo (7), primeiro turno das eleições.

Conforme a decisão, o eleitor poderá usar camiseta com nome de seu candidato preferido, mas como forma de manifestação individual, sem fazer propaganda eleitoral a favor dele.

De acordo com a lei eleitoral, está proibida a aglomeração de pessoas com vestuário padronizado, além de manifestações coletivas e ruidosas e qualquer tipo de abordagem, aliciamento ou persuasão de eleitores. A camiseta não pode ser distribuída pelo candidato.

A questão foi decidida a partir de um questionamento do Ministério Público Eleitoral (MPE) diante de divergências criadas na atuação de promotores eleitorais em todo país, responsáveis pela fiscalização de propaganda eleitoral irregular.

Em todo o país, ambulantes aproveitaram o engajamento dos eleitores no pleito para comercializar camisetas de candidatos.

De acordo com o MPE, a lei eleitoral proíbe a distribuição de material de campanha no dia da eleição, como adesivos, broches, adesivos, mas a norma é omissa sobre o vestuário do eleitor.

No dia do pleito, os eleitores votam, em primeiro turno, para presidente da República, governador, senador, deputado federal e deputado estadual. O segundo turno será no dia 28 deste mês.

Fonte: Agência Brasil

Na antevéspera das eleições 2018, a pesquisa XP/Ipespe traz o candidato Jair Bolsonaro (PSL) com 36% da intenção de votos. Fernando Haddad (PT) é o segundo colocado com 22%, seguido por Ciro Gomes (PDT) 11% e Geraldo Alckmin (PSDB) 7%.

Marina Silva (Rede) tem 4%, à frente de João Amoêdo (Novo), com 3%. Alvaro Dias (Podemos) e Henrique Meirelles (MDB) possuem 2%. Cabo Daciolo tem 1%, enquanto os demais candidatos não pontuaram. Votos brancos e nulos somam 7%, não sabem ou não responderam são 5%.

A pesquisa divulgada nesta sexta-feira (5/10) trouxe um crescimento de 8 pontos percentuais do líder Bolsonaro. Na última consulta ele tinha 28%. Haddad também evoluiu, mas de 21% para 22%.

Diferentemente da pesquisa anterior, Bolsonaro venceria Haddad no segundo turno. Ele aparece com 43% contra 42% do petista. O militar da reserva, no entanto, perderia para Geraldo Alckmin e Ciro Gomes. Contra o primeiro, teria 42% ante 44% do tucano. Ao enfrentar o pedetista, perde por 44% x 39%.

A rejeição a Fernando Haddad atingiu 65%. Bolsonaro tem 59%.

A XP/Ipespe ouviu 2 mil eleitores por telefone, entre 3 e 4 de outubro. A margem de erro da pesquisa é de 2.2 pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento foi registrado (BR-06509/2018) no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) conforme prevê a legislação.

Fonte: Metrópoles

O Datafolha divulgou nesta quinta-feira (4) o resultado da mais recente pesquisa de intenção de voto na eleição presidencial e o candidato Jair Bolsonaro segue líder com 35% das intenções de voto. A pesquisa ouviu 10.930 eleitores nesta quarta-feira (3) e na quinta (4).

Confira o resultado

Jair Bolsonaro (PSL): 35%
Fernando Haddad (PT): 22%
Ciro Gomes (PDT): 11%
Geraldo Alckmin (PSDB): 8%
Marina Silva (Rede): 4%
João Amoêdo (Novo): 3%
Alvaro Dias (Podemos): 2%
Henrique Meirelles (MDB): 2%
Cabo Daciolo (Patriota): 1%
Guilherme Boulos (PSOL): 0%
Vera Lúcia (PSTU): 0%
João Goulart Filho (PPL): 0%
Eymael (DC): 0%
Branco/nulos: 6%
Não sabe/não respondeu: 5%

Sobre a pesquisa

A pesquisa DataFolha foi contratada pela TV Globo e pela Folha de S. Paulo e registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-02581/2018. A coleta dos dados aconteceu entre os dias 3 e 4 de outubro com 10.930 eleitores de todas as regiões do país. Ela foi calculada com margem de erro de 2% para mais ou para menos e com 95% de confiança dela retratar o atual cenário.

G1

O juiz da 3ª Vara Federal de Juiz de Fora (MG), Bruno Savino, transformou em réu Adélio Bispo, que desferiu uma facada no candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL). A agressão ocorreu na cidade mineira durante ato de campanha, em 6 de setembro.

Adélio, preso desde o dia da facada, foi denunciado pelo Ministério Público Federal por atentado pessoal por inconformismo político. Esse crime está previsto na Lei de Segurança Nacional.

Se for condenado, Adélio pode pegar pena de 3 a 10 anos de reclusão, aumentada até o dobro, em razão da lesão corporal grave.

Para o procurador da República, Marcelo Borges de Mattos Medina, Adélio “perpetrou a conduta por motivação política e com o objetivo de excluir a vítima da disputa eleitoral. Como consequência, lesionou o regime representativo e democrático”.

O procurador pediu à Justiça a intimação de oito testemunhas, que tiveram as identidades preservadas pelo MPF, para serem ouvidas.

Com o processo aberto, agora a defesa vai se manifestar e, em seguida, começa a fase de coleta de provas e de depoimentos de testemunhas.

Na decisão de tornar Adélio réu, o juiz Bruno Savino escreveu que há no caso os indícios necessários para basear um processo.

“Do mesmo modo, há justa causa para o exercício da ação penal, isto é, lastro proboíório mínimo indispensável para a instauração de um processo penal, dada a prova da materialidade e indícios robustos de autoria do cometimento do delito”, afirmou.

O juiz também descreveu o que foi encontrado na busca e apreensão na pensão onde Adélio ficou hospedado em Juiz de Fora.

Sabino citou documentos encontrados em uma “bolsa verde de viagem apreendida no quarto que ele ocupava”, que reforça “o engajamento político do investigado com partidos e organizações afinados com a ideologia política de esquerda e, portanto, oposta àquela sustentada pelo candidato Jair Bolsonaro”.

Do G1

Foto: Arquivo/Agência Brasil

A um mês das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), o governo federal adiou o início do horário de verão para o dia 18 de novembro. O texto com a decisão será publicado no Diário Oficial da União. A data final para o horário de verão foi mantida para o terceiro domingo de fevereiro de 2019.

Nas redes sociais, o ministro da Educação, Rossieli Soares da Silva, comemorou a mudança.

“Candidatos terão mais tranquilidade para fazer as provas! Caso o horário de verão iniciasse no primeiro dia de provas do Enem, como estava previsto, muito provavelmente acarretaria prejuízos aos participantes.”

O pedido para mudar o início do horário de verão foi encaminhado pelo Ministério da Educação à Presidência da República. As provas do Enem estão marcadas para os dias 4 e 11 de novembro em todo o país. A previsão é de que 5,5 milhões de estudantes participem.

Locais

No início do horário de verão, os relógios devem ser adiantados em uma hora. O horário é adotado nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e o Distrito Federal.

Normalmente, a mudança de horário ocorre em outubro, mas no final do ano passado, o presidente Michel Temer assinou decreto adiando o início para novembro. Também houve uma discussão em torno da mudança de datas em decorrência do período eleitoral – o primeiro turno é no próximo domingo, 7, e o segundo dia 28.

Agência Brasil

O Ibope divulgou nesta quarta-feira (3) o resultado da mais recente pesquisa de intenção de voto na eleição presidencial. A pesquisa ouviu 3.010 eleitores na segunda-feira (1) e na terça-feira (2).

O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos, para mais ou para menos.

Nos votos totais, os resultados foram os seguintes:

Jair Bolsonaro (PSL): 32%
Fernando Haddad (PT): 23%
Ciro Gomes (PDT): 10%
Geraldo Alckmin (PSDB): 7%
Marina Silva (Rede): 4%
João Amoêdo (Novo): 2%
Henrique Meirelles (MDB): 2%
Alvaro Dias (Podemos): 1%
Cabo Daciolo (Patriota): 1%
Guilherme Boulos (PSOL): 0%
Vera Lúcia (PSTU): 0%
João Goulart Filho (PPL): 0%
Eymael (DC): 0%
Branco/nulos: 11%
Não sabe/não respondeu: 6%

Acima, nos votos totais, são considerados os votos brancos e nulos e o percentual dos eleitores que se declaram indecisos.

Em relação ao levantamento anterior do instituto, divulgado na segunda-feira (1º):

Jair Bolsonaro passou de 31% para 32%%;
Haddad foi de 21% para 23%;
Ciro foi de 11% com 10%;
Alckmin foi de 8% para 7%;
Marina se manteve com 4%;
Os indecisos foram de 5% para 6% e os brancos ou nulos, de 12% para 11%.

Votos válidos

Para calcular os votos válidos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Para vencer no primeiro turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto.

Jair Bolsonaro (PSL): 38%
Fernando Haddad (PT): 28%
Ciro Gomes (PDT): 12%
Geraldo Alckmin (PSDB): 8%
Marina Silva (Rede): 4%
João Amoêdo (Novo): 3%
Henrique Meirelles (MDB): 2%
Alvaro Dias (Podemos): 2%
Cabo Daciolo (Patriota): 2%
Guilherme Boulos (PSOL): 1%
Vera Lúcia (PSTU): 0%
João Goulart Filho (PPL): 0%
Eymael (DC): 0%

Rejeição

O Instituto também perguntou: “Dentre estes candidatos a Presidente da República, em qual o (a) sr. (a) não votaria de jeito nenhum? Mais algum? Algum outro?”.

Neste levantamento, portanto, os entrevistados podem citar mais de um candidato. Por isso, os resultados somam mais de 100%.

Os resultados foram:

Bolsonaro: 42%
Haddad: 37%
Marina: 23%
Alckmin: 17%
Ciro: 16%
Meirelles: 10%
Cabo Daciolo: 9%
Eymael: 8%
Boulos: 8%
Vera: 8%
Alvaro Dias: 8%
Amoêdo: 7%
João Goulart Filho: 6%
Poderia votar em todos: 3%
Não sabe/não respondeu: 7%

Simulações de segundo turno

Haddad 43% x 41% Bolsonaro(branco/nulo: 12%; não sabe: 3%)
Ciro 46% x 39% Bolsonaro(branco/nulo: 13%; não sabe: 3%)
Alckmin 41% x 40% Bolsonaro(branco/nulo: 16%; não sabe: 3%)
Bolsonaro 43% x 39% Marina(branco/nulo: 16%; não sabe: 2%)
Sobre a pesquisa

Margem de erro: 2 pontos percentuais para mais ou para menos

Entrevistados: 3.010 eleitores

Quando a pesquisa foi feita: 1º e 2 de outubro
Registro no TSE: BR-08245/2018
Nível de confiança: 95%

Contratantes da pesquisa: TV Globo e “O Estado de S.Paulo”

Do G1

O candidato do PSL, Jair Bolsonaro, lidera a disputa em São Paulo com 35,7%, segundo a mais nova pesquisa realizada pelo instituto Paraná Pesquisas.

Em segundo lugar, vem o candidato e ex-prefeito de SP, Fernando Haddad, com 14,1% das preferências.

Em terceiro, com 12,6%, vem o tucano Geraldo Alckmin.

Ciro Gomes, com 5,7%, aparece tecnicamente empatado com João Amoêdo, que registra 5,6%.

A ex-senadora do Acre, Marina Silva, simplesmente desapareceu. A candidata à Presidência pela REDE, pontuou 3,7%.

Os pesquisadores ouviram 2.002 entrevistados, distribuídos em 84 municípios de todas as regiões do estado de São Paulo, entre os dias 29 de setembro a 2 de outubro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. O nível de confiança é de 95%.

Pesquisa Datafolha divulgada nesta terça-feira (2) apurou os percentuais de intenção de voto para presidente da República também por segmentos e entre as mulheres, mesmo após protestos organizados, Jair Bolsonaro apresentou um crescimento de 21% para 27%. Enquanto Haddad caiu de 22% para 20%, uma queda, mas dentro da margem de erro.

Sobre a pesquisa

A pesquisa do DataFolha foi encomendada pela Folha de S.Paulo e registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-03147/2018. A coleta dos dados aconteceu no dia 2 de outubro com 3.240 eleitores de 225 municípios. Ela foi calculada com margem de erro de 2% para mais ou para menos e com grau de confiança de 95%.

Pesquisa Datafolha divulgada nesta terça-feira (2) para presidente da República também avaliou o “grau de importância de alguns aspectos na decisão do voto”. O horário eleitoral na TV e no rádio é apontado como “muito importante” por 33% dos eleitores, mas 40% deles afirmaram que ele não tem nenhuma importância, segundo a pesquisa.

A pesquisa foi feita em 2 de outubro com 3.240 eleitores com 16 anos ou mais em 225 municípios brasileiros.

Segundo o Datafolha, o horário eleitoral foi o item considerado como importante pelo menor percentual de eleitores em uma lista que inclui a “conversa com familiares, amigos e colegas”, “as propostas de seu candidato” e as “notícias na TV, no rádio e nas redes sociais”.

Veja abaixo cada item pesquisado pelo Datafolha

Conversas com familiares, amigos ou colegas

Muita importância: 59%
Um pouco de importância: 20%
Nenhuma importância: 20%
Não sabe: 1%

Resultados de pesquisas eleitorais

Muita importância: 42%
Um pouco de importância: 27%
Nenhuma importância: 29%
Não sabe: 2%

Horário eleitoral na TV e no rádio

Muita importância: 33%
Um pouco de importância: 26%
Nenhuma importância: 40%
Não sabe: 1%

As propostas de seu candidato de um modo geral

Muita importância: 73%
Um pouco de importância: 16%
Nenhuma importância: 10%
Não sabe: 1%

A vida política do seu candidato

Muita importância: 72%
Um pouco de importância: 14%
Nenhuma importância: 12%
Não sabe: 2%
As notícias nas redes sociais

Muita importância: 38%
Um pouco de importância: 28%
Nenhuma importância: 32%
Não sabe: 2%
Muita importância: 43%
Um pouco de importância: 28%
Nenhuma importância: 28%
Não sabe: 1%
Muita importância: 39%
Um pouco de importância: 27%
Nenhuma importância: 32%
Não sabe: 1%

Do G1

O Datafolha divulgou nesta terça-feira (2) a mais nova pesquisa de intenção de voto para presidente. O levantamento foi contratado pelo jornal “Folha de S. Paulo”.

Segundo o Datafolha, Jair Bolsonaro (PSL) cresceu quatro pontos percentuais e ultrapassou, pela primeira vez em pesquisa do instituto, a barreira dos 30% e abriu vantagem sobre o segundo colocado, Fernando Haddad (PT), que parou de subir.

O nível de confiança da pesquisa é de 95% – o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro, que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%.

Vamos aos números:

Jair Bolsonaro (PSL): 32%
Fernando Haddad (PT): 21%
Ciro Gomes (PDT): 11%
Geraldo Alckmin (PSDB): 9%
Marina Silva (Rede): 4%
João Amoêdo (Novo): 3%
Henrique Meirelles (MDB): 2%
Alvaro Dias (Podemos): 2%
Cabo Daciolo (Patriota): 2%
Guilherme Boulos (PSOL): 0%
João Goulart Filho (PPL): 0%
Eymael (DC): 0%
Vera Lúcia (PSTU): 0%
Branco/nulos: 8%
Não sabe/não respondeu: 5%

Do G1