Economia Arquivo

Foto: Reprodução

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A Petrobras reajustou em 6,9%, em média, os preços do gás liquefeito de petróleo para uso residencial, envasado pelas distribuidoras em botijões de até 13 quilos (GLP P-13). O reajuste do gás de cozinha entra em vigor à 0h deste sábado (5) e, de acordo com a estatal, acompanha a política de preços divulgada no dia 7 de junho deste ano. O ajuste anunciado foi aplicado sobre os preços praticados sem incidência de tributos.

A companhia destacou que a lei brasileira garante liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados e que as revisões feitas nas refinarias podem ou não se refletir no preço final ao consumidor. A Petrobras calculou que, se os repasses feitos especialmente por distribuidoras e revendedores forem levados, integralmente, aos preços ao consumidor, o preço do botijão de GLP P-13 pode ser reajustado, em média, em 2,2% ou cerca de R$ 1,29. O valor vai depender da manutenção das margens de distribuição e de revenda e das alíquotas de tributos.

A estatal ressaltou que o último reajuste ocorreu em 5 de julho deste ano e que a alteração atual não se aplica ao GLP destinado a uso industrial ou comercial.

Agência Brasil

Foto: Arte/G1

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G1 – A conta de luz deve ficar mais cara para o brasileiro a partir de agosto, devido à falta de chuvas. Os reservatórios de água das principais usinas do país, no Sudeste e Centro-Oeste – que atende 70% de todo o sistema – voltaram a secar em julho, indicando que a cobrança extra (bandeira vermelha) deve voltar.

Especialistas calculam que a bandeira vermelha, que foi acionada em abril e maio, deve voltar a encarecer a conta no mês que vem. “Agosto já vai ser um mês de bandeira vermelha e o impacto disso na nossa conta vai ser um aumento de R$ 0,03 por quilowatt/hora e isso representa cerca de 5% de aumento na nossa conta de luz”, diz Marcelo Parodi, da Compass Energia.

A evolução das cores da bandeira tarifária indica que o custo de produção de energia no país aumentou nos últimos meses. Isso está relacionado com a chuva abaixo do previsto, o que acaba reduzindo o armazenamento nos reservatórios das hidrelétricas ou fazendo com que esse armazenamento suba menos que o esperado.

Quando isso acontece, aumenta a necessidade de uso de energia gerada por termelétricas, que é mais cara que a das hidrelétricas. Por isso, sobe a cobrança extra da bandeira nas contas de luz.

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A Petrobras anunciou nesta terça-feira (25/7) o terceiro aumento dos preços dos combustíveis desde a última sexta-feira (21). O valor da gasolina nas refinarias subirá 1,9% e o do diesel, 1,4%. Os novos preços passarão a valer nesta quarta-feira (26).

Na sexta, a estatal aumentou os preços da gasolina nas refinarias em 0,1% e do diesel em 2%. No dia seguinte, elevou os valores dos combustíveis em 1,4% e 0,2%, respectivamente.

A nova política de revisão de preços foi divulgada pela petroleira em 30 de junho. Com o novo modelo, a Petrobras espera acompanhar as condições do mercado e enfrentar a concorrência de importadores.

Em vez de esperar um mês para ajustar seus preços, a Petrobras agora avalia todas as condições do mercado para se adaptar, o que pode acontecer diariamente. Além da concorrência, na decisão de revisão de preços, pesam as informações sobre o câmbio e as cotações internacionais.

Metrópoles

Foi publicado nesta sexta-feira no Diário Oficial da União o decreto que mais que dobra o PIS/Cofins incidente sobre a gasolina, de R$ 0,38 para R$ 0,79 por litro. Na projeção do governo, o reajuste nas bombas deverá ficar em 7%. Donos de carros e motocicletas precisam preparar o bolso: se a alta for repassada na íntegra, o litro da gasolina deverá ficar R$ 0,41 mais caro nos postos. Já o diesel pode subir R$ 0,21 por litro, o que pode impactar, futuramente, no aumento de tarifas do transporte público.

No caso da gasolina, para se ter uma ideia, o desembolso no posto para encher um tanque de 45 litros subirá cerca de R$ 18. Um motorista que costumava encher um tanque de gasolina de 45 litros por R$ 173, considerando o preço médio no município do Rio de R$ 3,846 da gasolina apurado pela pesquisa semanal da Agência Nacional do Petróleo (ANP). Com o aumento de R$ 0,41 da alíquota de PIS/Cofins, o custo para abastecer o mesmo tanque saltará para cerca de R$ 191 (R$ 4,256 por litro).

O anúncio de aumento nas alíquotas foi feito nesta quinta-feira e, de acordo com o governo federal, visa a equilibrar as contas públicas. A decisão de repassar o aumento de impostos para o consumidor depende das distribuidoras, conforme explica o analista do setor de petróleo, Thiago Biscuola, que chama a atenção para a rapidez do repasse ao consumidor.

— O aumento no preço dos combustíveis, em geral, costuma chegar rápido nos postos de gasolina. Assim, o consumidor deve se organizar e aguardar elevação nos preços já na próxima semana, com repasse total do percentual de aumento até o fim deste mês — destaca o economista. Ler mais…

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, voltou a afirmar, na cúpula do G20, em Hamburgo (Alemanha), que a economia brasileira encontra-se em trajetória de recuperação. Ele afirmou que a taxa de desemprego deve voltar a cair a partir do segundo semestre deste ano.

“Isto é mérito deste governo. Uma equipe está tocando essas reformas e tem todo o apoio do presidente. Não só do ponto de vista político, mas do ponto de vista congressual. Temos todo o apoio necessário para fazermos o esforço pela aprovação das reformas”, disse Meirelles, de acordo com informações do Palácio do Planalto.

Ontem (7), em entrevista a jornalistas, o ministro da Fazenda afirmou que a economia brasileira “vai bem” e se disse confiante na aprovação de reformas no Congresso, a despeito de crise política no país.

Segundo dado mais recente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de desemprego no Brasil ficou estável no segundo trimestre deste ano, em 13,3%, atingindo 13,8 milhões de pessoas.

Agência Brasil 

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A Petrobras reduziu em 5,4% o preço médio da gasolina nas refinarias e em 3,5%, o do diesel. Segundo a companhia, a decisão é resultado da avaliação feita pelo Grupo Executivo de Mercado e Preços (GEMP), acompanhando a política de preços anunciada em outubro do ano passado.

A estatal destacou que, como a legislação brasileira garante liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados, as revisões feitas para as refinarias podem, ou não, se refletir no preço final ao consumidor. “Isso depende de repasses feitos por outros integrantes da cadeia de combustíveis, especialmente distribuidoras e postos revendedores.”

Pelos cálculos da Petrobras, caso o ajuste seja repassado integralmente e não haja alterações nas demais parcelas que compõem o preço ao consumidor final, o custo do diesel para o consumidor final pode cair 2,2%, ou cerca de R$ 0,07 por litro, em média; e o da gasolina, 2,4%, ou R$ 0,09 por litro, em média.

Influências

Conforme a empresa, o aumento significativo nas importações no último mês, contribuiu, predominantemente, para a redução, porque obrigou ajustes de competitividade da Petrobras no mercado interno. A empresa acrescentou que a política seguida tem como princípio a sua participação de mercado, que é também um dos componentes de análise considerado pelo GEMP. Ler mais…

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Em todo o país, o Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1), que mede a inflação para famílias com renda até 2,5 salários mínimos, ficou em 0,56% em março. A taxa é superior ao 0,07% de fevereiro. Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), o IPC-C1 acumula taxas de 1,18% no ano e 4,24% em 12 meses.

A taxa do IPC-C1 em março ficou abaixo do Índice de Preços ao Consumidor – Brasil (IPC-BR), que mede a inflação para todas as faixas de renda e que ficou em 0,47% naquele mês. No acumulado de 12 meses, no entanto, a taxa do IPC-C1 ficou abaixo dos 4,55% do IPC-BR.

Preços de alimentos sobem

O avanço do IPC-C1 entre fevereiro e março foi impulsionado por acréscimos nas taxas de cinco das oito classes de despesa que compõem o índice, com destaque para alimentação, que passou de uma deflação (queda de preços) de 0,45% para uma inflação de 0,60%, e para habitação, cuja taxa cresceu de 0,27% para 1,22%.

Também tiveram alta na taxa do IPC-C1, as classes de despesa saúde e cuidados pessoais (de 0,32% para 0,61%), vestuário (de -0,37% para 0,11%) e despesas diversas (de 0,36% para 1,01%). Ler mais…

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Os brasileiros não devem ter aumentos salariais significativos em 2017, com uma previsão de crescimento real de apenas 0,4%, segundo pesquisa da Korn Ferry, por meio da divisão Hay Group.

Apesar do resultado “tímido”, o índice do Brasil é melhor do que em 2016, quando houve uma redução de 1,2% nos salários reais. O índice brasileiro fica bem atrás da média global, que registra ganhos de 2,3% nos salários reais.

Segundo a pesquisa, ainda não é possível identificar a recuperação do poder de compra do trabalhador no Brasil. As razões são um mercado ainda em transição, a instabilidade econômica e política e também alta volatilidade da inflação.

A América Latina não apresentou bons resultados por causa da inconstante inflação na região (10,9%). O aumento real nos salários, de forma geral, deve ser em torno de 1,1%. O destaque negativo é a Argentina com redução em 12,5% nos salários reais.

No mundo

Na Ásia, os salários reais devem crescer 4,3%, valor mais alto do mundo e 0,1% maior que em relação ao ano passado. As maiores evoluções estão previstas para o Vietnã (7,2%), Tailândia (5,6%) e Indonésia (4,9%). Ler mais…

As contas de luz continuarão sem cobrança adicional em janeiro. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu nesta sexta-feira, 30, que as faturas de energia terão a bandeira verde no próximo mês, assim como já ocorreu em dezembro.

Conforme relatório do Programa Mensal de Operação (PMO) do Operador Nacional do Sistema (ONS), a condição hidrológica está mais favorável, o que determinou o acionamento de térmica com Custo Variável Unitário (CVU) abaixo de R$ 211,28 por megawatt-hora (R$/Mwh). Quando o preço ultrapassa esse valor, é acionada a bandeira amarela.

Entre abril e outubro de 2016, vigorou a bandeira verde. Em novembro, a piora nas condições hidrológicas, principalmente em razão da seca no Nordeste, levou ao acionamento da bandeira amarela, que acrescenta R$ 1,50 a mais nas contas para cada 100 kWh consumidos. Em dezembro, foi retomada a bandeira verde.

Em março deste ano, também vigorou a bandeira amarela. Antes disso, durante todo o ano passado e em janeiro e fevereiro, vigorou a “bandeira vermelha”, que adiciona entre R$ 3,00 e R$ 4,50 a cada 100 kWh consumidos, dependendo da quantidade de termelétricas necessárias para suprir o País. O sistema de bandeiras é atualizado mensalmente pela Aneel.

Antes das bandeiras, as variações que ocorriam nos custos de geração de energia, para mais ou para menos, eram repassados em até doze meses, no reajuste tarifário anual da distribuidora – o que aumentava os índices de reajuste. Com o sistema, as bandeiras não interferem nos itens passíveis de repasse tarifário.

Estadão Conteúdo

O desemprego atinge 12,1 milhões de pessoas, o que equivale a 11,9% de pessoas desocupadas no trimestre móvel encerrado em novembro. A taxa de desocupação e o contingente de pessoas são os mais altos da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua (Pnad Contínua), iniciada em 2012 .

Os dados foram divulgados hoje (29), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e são semelhantes aos do trimestre móvel imediatamente anterior (junho a agosto), quando a taxa de desocupação fechou em 11,8%. Em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, foi registrada uma alta de 2,9 pontos percentuais.

Os número de desempregados teve um crescimento de 33,1% em relação ao mesmo trimestre do ano passado – o equivalente a 3 milhões de pessoas a mais em busca de trabalho. O contingente de pessoas ocupadas hoje é de 90,2 milhões.

Carteira de trabalho assinada

O número de empregados no setor privado com carteira de trabalho assinada ficou estável em relação ao trimestre anterior, fechando em 34,1 milhões de pessoas. Em relação ao mesmo trimestre de 2015, houve queda de 3,7%.

Já o número de empregados no setor privado sem carteira de trabalho assinada cresceu 2,4%,, e chegou a 10,5 milhões de pessoas . Quando comparado ao mesmo trimestre móvel do ano passado, houve um aumento de 3,5%. Ler mais…

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Um dos emissores de cartão de crédito que mais crescem no País, o Nubank ameaça fechar as portas se o Banco Central confirmar, nesta terça-feira, 20, uma mudança drástica no prazo de pagamento das vendas aos lojistas.

A cofundadora da empresa, Cristina Junqueira, afirma que reduzir de 30 para 2 dias o prazo, como vem sendo ventilado em Brasília, vai representar o fim do negócio.

A intenção de mudar o prazo foi oficializada na quinta-feira pelo presidente Michel Temer e pelo Ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, durante lançamento do pacote para impulsionar a economia.

Atualmente, quando um consumidor paga algo com cartão, o lojista leva 30 dias para receber – prazo maior que o visto em outros países, como os EUA, onde a demora é de dois dias. Para o governo, o encurtamento do processo vai favorecer o varejista e contribuir para a retomada da atividade.

O problema, segundo Cristina, é que a mudança trará um custo adicional para todos os emissores de cartões de crédito, do Nubank aos bancos maiores, que dominam o mercado.

A diferença é que o Nubank e os emissores menores não têm a mesma capacidade de financiamento de gigantes como Itaú Unibanco, Bradesco e Santander.

“Atualmente, um cliente que usa o cartão pagará a fatura, em média, 26 dias depois. Assim, o Nubank, como emissor, receberá o dinheiro apenas após este prazo”, explica Cristina. “Com o dinheiro, pagamos o adquirente (operador do cartão), que leva mais dois ou três dias para pagar o varejista. Isso dá o prazo de 30 dias”, descreve.

A receita do Nubank, que já emitiu mais de 1 milhão de cartões desde 2014, vem de um porcentual descontado do valor repassado ao lojista, de aproximadamente 5%. Cerca de 1,5% fica para o Nubank e o restante para a adquirente (como Cielo, Rede e GetNet) e para a bandeira (como Mastercard e Visa).

Se o prazo for encurtado para dois dias, alega Cristina, o Nubank terá de pagar o adquirente antes mesmo de receber o pagamento da fatura pelo cliente. Para isso, será preciso pegar recursos no mercado.

“Mudar dramaticamente, reduzir o prazo para dois dias, isso seria apocalíptico para a gente”, diz Cristina. Segundo ela, mesmo que o prazo fosse reduzido para 15 dias, e não dois, o Nubank não teria como sobreviver. Ler mais…

A Petrobras anunciou nesta terça-feira (8) uma nova redução dos preços da gasolina e do diesel nas refinarias. De acordo com a empresa, a queda será de 10,4% no diesel e 3,1% na gasolina.

No mês passado, a estatal já havia reduzido o preço desses dois combustíveis. Na ocasião, a queda havia sido a primeira desde o ano de 2009. No entanto, em outubro, os postos não repassaram a redução aos consumidores.

Ainda de acordo com a Petrobras, se a redução for repassada integralmente ao consumidor final, o preço do diesel pode cair 6,6%, ou cerca de R$ 0,20 por litro, enquanto o da gasolina poderá sofrer redução de 1,3%, ou R$ 0,05 por litro.

A empresa, no entanto, lembra que a queda do preço para o consumidor final não é direta, e “dependerá de repasses feitos por outros integrantes da cadeia de petróleo, especialmente distribuidoras e postos de combustíveis”.

O próximo ano será de mais desafios para o setor elétrico e para o bolso dos brasileiros. A previsão de especialistas é de um aumento entre 10% e 12,5% nas faturas em 2017. Os motivos de mais um tarifaço na conta de luz passam pelo pagamento de indenizações de R$ 65 bilhões às transmissoras de eletricidade. Postergado desde 2013, por mudanças regulatórias na formação do preço da energia e pelas condições desfavoráveis na geração, o pagamento vai provocar cobrança extra já em novembro.

Além dos riscos iminentes, o setor requer atenção também a médio e a longo prazos, uma vez que o caos só não é maior porque o consumo de energia despencou com a crise econômica. Para impulsionar a retomada do crescimento, o governo precisa viabilizar novos empreendimentos, sobretudo porque o projeto da Usina Hidrelétrica de São Luiz do Tapajós, no Pará, foi cancelado. Nesta segunda-feira, o ministro de Minas e Energia, Fernando Bezerra Coelho Filho, viaja para a Bolívia, onde, entre outras coisas, vai assinar uma parceria para iniciar estudos de uma hidrelétrica binacional no Rio Madeira, com potencial de gerar mais de 3 mil megawatts (MW).

A despeito de o Planalto estar inclinado a incentivar cada vez mais a geração por meio de pequenas ccntrais hidrelétricas (PCHs), usinas eólicas e painéis fotovoltaicos de energia solar, não pode prescindir das termelétricas, que geram a eletricidade mais cara do mercado. E uma mudança regulatória em gestação, que está em audiência pública, mas deve entrar em vigor em maio do ano que vem, pode impactar na formação do preço de liquidação das diferenças (PLD), um parâmetro do setor para precificar a energia gerada e consumida.

Correio Braziliense

A Petrobras deve anunciar até o fim do ano uma redução no preço da gasolina. Segundo apurou João Borges, editor de economia da GloboNews, a redução do preço está em estudo na companhia.

A intenção é anunciar a medida junto com uma nova política de preços para os combustíveis, cujo critério será o alinhamento do preço praticado no Brasil com os do mercado internacional.

Atualmente, a gasolina comercializada no Brasil está até 30% mais cara que na média dos preços no exterior, de acordo com cálculos de economistas que acompanham esse mercado. Ler mais…

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial, acumulou em agosto alta de preços de 8,97% em 12 meses. A taxa ficou acima do teto da meta de inflação do governo federal, que é de 6,5%. Em julho, o IPCA acumulava alta de 8,74% em 12 meses. Os dados foram divulgados hoje (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Considerando-se apenas o resultado de agosto, o IPCA ficou em 0,44%. As taxas haviam ficado em 0,52% em julho deste ano e em 0,22% em agosto do ano passado.

A inflação de agosto foi influenciada principalmente pelas taxas de 0,96% das despesas pessoais e de 0,8% de saúde e cuidados pessoais.

Os alimentos, por outro lado, foram os principais responsáveis pelo recuo da taxa mensal entre julho e agosto. Isso porque a inflação do grupo alimentação e bebidas recuou de 1,32% em julho para 0,3% em agosto.

Agência Brasil

Começa a valer a partir de hoje o reajuste médio de 9% no preço do botijão do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), usado nas residências como gás de cozinha. O índice médio foi calculado pela Associação Brasiliense das Empresas de Gás (Abrasgás). Algumas revendedoras informaram que repassarão o aumento aos poucos, de acordo com a chegada dos novos estoques com os valores atualizados. A previsão é de que, até a primeira quinzena de setembro, todas as lojas trabalhem com preços mais altos. Dessa forma, o consumidor poderá encontrar unidades custando até R$ 90.

O aumento ao consumidor final é reflexo da alta do preço do produto na cadeia produtiva. Durante agosto, as principais distribuidoras de gás no país — Ultragaz, Supergasbras, Nacional Gás, Copagás e Liquigás — enviaram comunicados para as revendedoras locais, avisando sobre o reajuste. A Supergasbrás, por exemplo, informou que o valor do botijão será incrementado em 8,84% a partir de 5 de setembro e alegou que a porcentagem acompanha a inflação. A Ultragaz praticará reajuste de 7,92% a partir de 4 de setembro. Ler mais…

Pelo sexto mês seguido, a bandeira tarifária que será aplicada nas contas de luz em setembro será verde, o que significa que não haverá nenhum valor adicional a ser pago pelos consumidores brasileiros. Ao definir a continuidade da bandeira verde, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), considerou o resultado positivo do período úmido e o aumento de energia disponível, com redução de demanda e a adição de novas usinas ao sistema elétrico brasileiro.

Havia uma expectativa no setor elétrico de que a bandeira pudesse passar para amarela no mês de setembro, principalmente porque o nível dos reservatórios das hidrelétricas das regiões Norte e Nordeste estão baixos para esta época do ano. Quando há pouca água nos reservatórios, é preciso acionar as termelétricas para garantir o suprimento de energia, o que encarece o custo da energia. De acordo com o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), o nível dos reservatórios no Nordeste está em 20% de sua capacidade máxima e, no Norte, o nível está em 48,4%.

O sistema de bandeiras tarifárias foi adotado em janeiro de 2015, como forma de recompor os gastos extras das distribuidoras de energia com a compra de energia de usinas termelétricas. A cor da bandeira que é impressa na conta de luz (vermelha, amarela ou verde) indica o custo da energia elétrica, em função das condições de geração de eletricidade. Ler mais…

site Receita Federal

Agência Brasil – A Receita Federal abre hoje (8), a partir das 9h, a consulta ao terceiro lote de restituição do Imposto Renda Pessoa Física de 2016. Foram liberadas também restituições dos exercícios de 2008 a 2015. O crédito bancário será feito no próximo dia 15.

Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deverá acessar a página da Receita na Internet ou ligar para o Receitafone 146. A Receita disponibiliza ainda aplicativo para tablets e smartphones que facilita a consulta às declarações e à situação cadastral no CPF.

Na consulta à página da Receita, serviço e-CAC, é possível acessar o extrato da declaração e ver se há inconsistências de dados identificadas pelo processamento. Nessa hipótese, o contribuinte pode avaliar as inconsistências e fazer a autorregularização, mediante entrega de declaração retificadora.

Caso o valor não seja creditado, o contribuinte poderá entrar em contato pessoalmente com qualquer agência do BB ou ligar para a Central de Atendimento por meio do telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.

Agência Brasil – Instituições financeiras consultadas pelo Ministério da Fazenda esperam que o déficit primário do Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) termine este ano em R$ 134,178 bilhões acima do déficit de R$ 104 bilhões previsto anteriormente.

A projeção consta da sexta edição da pesquisa Prisma Fiscal, elaborada pela Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda, com base em informações de 30 instituições financeiras. O estudo foi divulgado hoje (16), em Brasília. Para 2017, a estimativa de déficit aumentou para R$ 104,843 bilhões ante os R$ 92,080 bilhões de pesquisa anterior.

Arrecadação

A projeção para a arrecadação federal este ano caiu de R$ 1,274 trilhão para R$ 1,273 trilhão. Para 2017, a estimativa foi elevada de R$ 1,369 trilhão para R$ 1,374 trilhão.

Para a receita líquida do Governo Central, a estimativa é que caia de R$ 1,090 trilhão este ano para R$ 1,086 trilhão e aumente de R$ 1,166 trilhão para R$ 1,175 trilhão em 2017. Para as despesas, a expectativa é de elevação de R$ 1,200 trilhão para R$ 1,225 trilhão, este ano, e suba de R$ 1,266 trilhão para 1,283 trilhão, em 2017.

A pesquisa apresenta também a projeção para a dívida bruta do Governo Central, que, na avaliação das instituições financeiras, deve passar de 74% do Produto Interno Bruto (PIB) para 74,35 % este ano. Para 2017, a estimativa mudou de 79,68% para 79% do PIB – a soma de todas as riquezas produzidas pelo país.

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País ainda vai sofrer com o desemprego, apontam especialistas

Ainda que medidas do governo Temer possam evitar que a taxa de desemprego atinja 14% em 2016, conforme sugeriu o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, especialistas avaliam que, mesmo com um início da recuperação da economia este ano, o nível de desocupação só deve começar a cair no segundo semestre de 2017.

A taxa – que chegou a 10,9% no primeiro trimestre e já é a maior observada pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua – deve ultrapassar 12,0% em 2016 e pode chegar ao pico de 13,9% em 2017, de acordo com analistas.

Para os especialistas, a demora na reação do mercado de trabalho se deve a uma premissa econômica: a atividade deve avançar em um primeiro momento, para só depois haver uma geração de emprego mais sustentável. Segundo eles, este atraso ocorre porque, para as empresas, o custo de contratar ou demitir é alto. Os empresários preferem, portanto, estar seguros quanto aos rumos da economia para abrir ou fechar postos de trabalho.

“Quando a atividade econômica começar a melhorar, as empresas vão preferir fazer hora extra com seus funcionários atuais e, quando não houver mais condição de atender à demanda, terão de contratar”, explica o economista Luiz Fernando Castelli, da consultoria GO Associados. Segundo suas estimativas, o ano de 2016 terminará com uma taxa de desocupação a 12%, chegando a 12 5% no segundo semestre do ano que vem e começando a cair a partir daí.

Em reuniões com centrais sindicais no início desta semana, Meirelles mostrou uma previsão até mais pessimista. Para ele, caso a confiança dos agentes econômicos não seja restaurada, a desocupação do País pode chegar a 14% ainda este ano. Depois, em entrevista, o ministro garantiu que o governo vai tomar medidas necessárias para evitar que a taxa chegue a este nível.

O presidente em exercício Michel Temer havia afirmado em seu primeiro discurso, na quinta-feira (19), que a redução do desemprego é seu maior objetivo. Para isso, o governo aposta no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), que deve ser lançado nos próximos dias. O projeto tem como meta destravar as concessões, privatizações e parcerias público-privadas de infraestrutura como forma de criar empregos e gerar renda. Ler mais…

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A Folha de São Paulo perguntou a Armínio Fraga se Henrique Meirelles será capaz de consertar a economia.

Ele respondeu:

“Não tenho a menor dúvida de que o governo entende perfeitamente esse desafio. Sabe o que precisa ser feito. O que tem que acontecer agora é um conjunto de fatores que inclui, sobretudo, apoio político. Avançar na área de infraestrutura é crucial. Uma vez removidas as barreiras ideológicas e aquelas ligadas à incompetência, isso deveria andar também”.

O jornal perguntou também se não é preciso rever os gastos sociais.

Ele respondeu:

“O Brasil está hoje em uma situação em que essas coisas todas terão de ser pensadas. A grande armadilha do populismo, da mentirada da campanha de 2014, é que qualquer menção a qualquer tipo de ajuste era visto contra um pano de fundo falso, um pano de fundo de que está tudo bem, de que não vamos mexer em nada. Não está tudo bem, o país está quebrando, as pessoas vão ter de mexer, eventualmente, em muita coisa. E é difícil mesmo. Mas é melhor do que a alternativa. O estrago já foi feito. Agora, é consertar e isso vai envolver escolhas”.

A inflação pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que mede a variação de preços para as famílias de menor renda (entre 1 a 5 salários mínimos) subiu 0,95% em fevereiro, ficando 0,5 ponto percentual acima do IPCA do mês (0,90%), que analisa a variação de preços para as famílias com rendimento de até 40 salários mínimos.

Os dados foram divulgados hoje (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Segundo o IBGE, a taxa de 0,95% relativa ao INPC de fevereiro foi 0,56 ponto percentual inferior ao INPC de janeiro: 1,51%.

Com o resultado, o INPC acumula alta de 2,47% nos dois primeiros meses do ano, resultado superior aos 2,18% do IPCA acumulado no bimestre – 0,29 ponto percentual maior. Nos últimos doze meses, o índice ficou em 11,08%, abaixo dos 11,31% dos doze meses anteriores. Em fevereiro de 2015, o INPC foi 1,16%.

Alimentos

Os produtos alimentícios tiveram alta de 1,19% em fevereiro, enquanto em janeiro subiram 2,41%. O grupo dos não alimentícios teve variação de 0,84% em fevereiro, abaixo da taxa de 1,11% de janeiro. O maior índice regional foi de Recife (1,61%), destacando-se a alta de 9,24% nas tarifas dos ônibus urbanos. As menores taxas ficaram com Vitória (0,4%) e Campo Grande (0,44%), onde os preços dos alimentos subiram 0,44% em ambas as cidades, bem abaixo da média nacional (1,19%).

Para o INPC, o IBGE adota a mesma metodologia de cálculo do IPCA. A diferença entre os dois índices envolve os rendimentos das famílias, mas a abrangência é idêntica: as mesmas dez regiões metropolitanas do país, além dos municípios de Goiânia, Campo Grande e de Brasília.

Agência Brasil

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A projeção de instituições financeiras para a inflação este ano subiu pela sétima vez consecutiva. Desta vez, a estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 7,56% para 7,61%. Para 2017, a estimativa segue em 6%, de acordo com o boletim Focus, publicação divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), com base em projeções de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

As estimativas de inflação estão distantes do centro da meta de 4,5%, e neste ano superam o teto de 6,5%. O limite superior da meta em 2017 é 6%. Mesmo com inflação alta, as instituições financeiras não esperam que o BC suba a taxa básica de juros, a Selic, neste ano de retração da atividade econômica. A projeção para o final de 2016 permanece em 14,25% ao ano, há duas semanas. No próximo ano, a expectativa é de redução da taxa Selic. Mas a projeção para o fim de 2017 foi ajustada de 12,50% para 12,75% ao ano.

A taxa é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve como referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o BC contém o excesso de demanda que pressiona os preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Quando reduz os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas alivia o controle sobre a inflação. Ler mais…

A Caixa Econômica estará realizando no próximo dia 24/02/2016 a partir das 09:00h no Hotel Maine, Av. Senador Salgado Filho, 1791, Lagoa Nova, Natal/RN, Leilão de Imóveis (Presencial e Online pelo Site www.rjleiloes.com.br), de sua propriedade no Estado do Rio Grande do Norte, São: Apartamentos, Terreno e Casas com preços imperdíveis.

O Leilão será conduzido pelo Leiloeiro Oficial Roberto Alexandre Filho. Serão mais de 60 lotes imóveis em várias cidades do estado, entre elas: ASSÚ, Mossoró, Apodi, Natal,, Macaíba e outras.

O leiloeiro destaca diversos imóveis como oportunidade no leilão, são imóveis que tem seu lance inicial bem inferior ao da avaliação, uma ótima oportunidade para quem quer investir como também para quem quer morar. Algumas das grandes vantagens é que pode pagar com o recurso do FGTS, Carta de Crédito emitida pela Caixa com financiamento em até 360 meses (consulte qualquer agência da caixa), Débitos de IPTU e Condomínio gerados até a data da venda serão arcados pela CAIXA. Confira algumas oportunidades:

LOTE 018

Casa em Macaíba, RUA PARAÍBA N. 306 Loteamento Esperança Quadra 05 Lote 07 VILAR Casa, 64,35 m2 de área total, 64,35 m2 de área privativa, 200m2 de área do terreno, qt, a.serv, suite, WC, sl, cozinha, terraco. Ocupado
( Valor de Avaliação: R$95.000,00 )

Valor Inicial R$68.100,00

LOTE 031

Terreno em Macaíba, Rua Projetada Trecho II Quadra E Lote 319 Planicie do Potengi Terreno, 640 m2 de área total, 640 m2 de área privativa, 640m2 de área do terreno. Desocupado
( Valor de Avaliação: R$155.048,17 )
Valor Inicial R$52.300,00

LOTE 001

Casa em Apodi, RUA MARIA GOMES DA SILVA N. 08 Portal da Chapada Periferia Casa, 92 m2 de área total, 92 m2 de área privativa, 105m2 de área do terreno, 3 qts, a.serv, 2 WCs, sl, cozinha, 1 vaga de garagem, Área.

( Valor de Avaliação: R$79.000,00 )

Valor Inicial R$ 67.200,00

LOTE 016

Casa em Itau, R FRANCISCA PRAXEDES N. 40 CENTRO Casa, 74,1 m2 de área total, 74,1 m2 de área privativa, 258,5m2 de área do terreno, 3 qts, a.serv, WC, sl, cozinha, terraco, 1 vaga de garagem. Ocupado
( Valor de Avaliação: R$93.490,73 )

Valor Inicial R$75.000,00

LOTE 019

Apartamento em Mossoró, CELSO COSTA REGO N. 2290 Apto. 201 Novo Horizonte Jardim Primavera Bloco F BOM JESUS Apartamento, 54,25 m2 de área total, 54,25 m2 de área privativa, 7812m2 de área do terreno, 2 qts, varanda, a.serv, WC, sl, cozinha, Circulação. Ocupado
( Valor de Avaliação: R$95.000,00 )

Valor Inicial R$78.200,00

LOTE 004

Casa em Assu, R EDILSON CALDAS DA SILVA N. 246 QUINTA DO FAROL Casa, 70 m2 de área total, 70 m2 de área privativa, 201,9m2 de área do terreno, qt, suite, WC, 2 sls, cozinha, Área. Ocupado
( Valor de Avaliação: R$69.900,00 )

Valor Inicial R$62.050,00

LOTE 006

Casa em ASSu, R JOAO BATISTA DA FONSECA N. 208 VISTA BELA Casa, 59,22 m2 de área total, 59,22 m2 de área privativa, 198m2 de área do terreno, 2 qts, WC, sl, cozinha. Ocupado
( Valor de Avaliação: R$79.000,00 )
Valor Inicial R$64.950,00

LOTE 007

Casa em ASSu, R JOAO PAULO II N. 1382 NOVO HORIZONTE Casa, 54,51 m2 de área total, 54,51 m2 de área privativa, 203m2 de área do terreno, 2 qts, WC, sl, cozinha. Ocupado
( Valor de Avaliação: R$61.000,00 )

Valor Inicial R$45.800,00

LOTE 014

Casa em Ceara-Mirim, Rua Abilio Marinho N. 153 Quadra C Lote 25 Res. Otávio Praxedes Casa, 46,99 m2 de área total, 46,99 m2 de área privativa, 200m2 de área do terreno, 2 qts, WC, sl, cozinha. Desocupado
( Valor de Avaliação: R$54.000,00 )
Valor Inicial R$43.500,00

LOTE 015

Casa em Ceará-Mirim, Rua Trairy 02 N. 154 Quadra 01 Lote 02 PONTA DO MATO Casa, 54,15 m2 de área total, 54,15 m2 de área privativa, 200,65m2 de área do terreno, 2 qts, WC, sl, cozinha. Ocupado
( Valor de Avaliação: R$76.000,00 )

Valor Inicial R$50.500,00

LOTE 019

Casa em Florania, R ANTONIO FIRMINO NETO N. 239 RAINHA DO PRADO Casa, 48 m2 de área total, 48 m2 de área privativa, 132,6m2 de área do terreno, 2 qts, a.serv, WC, sl, cozinha. Ocupado
( Valor de Avaliação: R$63.000,00 )

Valor Inicial R$53.000,00

LOTE 025

Casa em Florania, RUA TEREZA ADELAIDE DE MEDEIROS N. 216 RAINHA DO PRADO Casa, 60,45 m2 de área total, 60,45 m2 de área privativa, 162,15m2 de área do terreno, 3 qts, a.serv, WC, sl, cozinha. Ocupado
( Valor de Avaliação: R$60.000,00 )
Valor Inicial R$54.300,00

LOTE 027

Casa em Ipanguacu, R MANOEL LINS CALDAS N. 48 VENEZA Casa, 55,18 m2 de área total, 55,18 m2 de área privativa, 170m2 de área do terreno, 2 qts, WC, sl, cozinha, Área. Ocupado
( Valor de Avaliação: R$62.000,00 )

Valor Inicial R$55.400,00

LOTE 032

Casa em Mossoró, JOSE LUCAS NETO N. 08 L. Parque das Betânias Quadra 03 Lote 06 NOVA BETÂNIA Casa, 221,9 m2 de área total, 221,9 m2 de área privativa, 360m2 de área do terreno, 3 qts, 2 varandas, a.serv, suite, WC, 2 sls, lavabo, piscina, cozinha, terraco, 1 vaga de garagem, Ducha, escada, despensa, hall, estar intimo e closet. Ocupado
( Valor de Avaliação: R$440.000,00 )

Valor Inicial R$386.750,00

LOTE 034

Casa em Mossoró, JARDIM MAGNOLIA N. 191 Quadra H Lote 22 ALTO DO SUMARE Casa, 60,58 m2 de área total, 60,58 m2 de área privativa, 200m2 de área do terreno, 2 qts, varanda, a.serv, WC, sl, cozinha; Ocupado
( Valor de Avaliação: R$103.000,00 )
Valor Inicial R$93.200,00

LOTE 036

Casa em Natal, 2ª TRAVESSA OLINTO E SILVA N. 45 Quadra 03 Lote A6 Igapó Casa, 55,16 m2 de área total, 55,16 m2 de área privativa, 202m2 de área do terreno, 2 qts, varanda, a.serv, WC, sl, cozinha, Circulação. Ocupado
( Valor de Avaliação: R$99.990,00 )
Valor Inicial R$65.000,00

LOTE 038

Apartamento em Natal, NASCIMENTO DE CASTRO N. 1645 Apto. 1201 Residenci Paris Bloco II/Edificio Louvre LAGOA NOVA Apartamento, 130,93 m2 de área total, 91,73 m2 de área privativa, 10000m2 de área do terreno, qt, 3 varandas, a.serv, suite, WC, sl, DCE, cozinha, terraco, 1 vaga de garagem, Circulação. Ocupado
( Valor de Avaliação: R$220.000,00 )
Valor Inicial R$187.500,00

LOTE 039

Casa em Natal, CARANGOLA N. 4927 Quadra 27 Lote 05 NEOPOLIS Casa, 152 m2 de área total, 152 m2 de área privativa, 250m2 de área do terreno, 2 qts, a.serv, suite, WC, 2 sls, cozinha, terraco, 1 vaga de garagem. Ocupado
( Valor de Avaliação: R$298.600,00 )

Valor Inicial R$227.650,00

LOTE 044

Casa em Santana do Matos, Rua Genésio Cabral de Macedo N. 13 Santa Luzia Casa, 52 m2 de área total, 52 m2 de área privativa, 119,7m2 de área do terreno, 2 qts, a.serv, 2 WCs, sl, cozinha, Área. Ocupado
( Valor de Avaliação: R$75.500,00 )

Valor Inicial R$55.900,00

Todos os imóveis em leilão têm lance inicial inferior ao de avaliação de mercado, para alguns imóveis a disputa começa a partir da metade do valor.

O interessado poderá participar de forma online, basta acessar o site do leiloeiro www.rjleiloes.com.br realizar o cadastro e ofertar seus lances. Quem preferir poderá participar presencialmente no dia, horário e local informado e deverá levar cópia do RG, CPF, Comprovante de residências e duas folhas de cheques para pagamento do sinal e da comissão do leiloeiro.

No dia do leilão o desembolso pelo comprador será de apenas 10% do lance ofertado, sendo 5% de sinal para o Banco e garantia de contratação e os outros 5% referente a comissão do leiloeiro. Recomenda-se aos interessados acessar o site www.rjleiloes.com.br baixar o edital e ler na íntegra para tomar conhecimento de todas as regras do leilão.

Os interessados podem baixar a relação completa dos imóveis, fotos e o edital com as regras do leilão site www.rjleiloes.com.br, informações pelo telefone: (84)3223-3706 / (85)99942-5218/(71) 3327-2999

O governo decidiu hoje (3) desligar as usinas térmicas com custo de geração acima de R$ 420 por megawatt-hora (MWh). A decisão vai permitir que, a partir do mês que vem, seja adotada a bandeira amarela no sistema de bandeiras tarifárias, o que significa acréscimo de R$ 1,5 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.

Atualmente, a bandeira aplicada é a vermelha, patamar 1, com acréscimo de R$ 3 a cada 100 kWh. A decisão tomada nesta quarta-feira pelo Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) permite o desligamento de sete usinas térmicas com capacidade de geração de cerca de 2 mil megawatts em geração térmica a partir de março.

Segundo o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, a medida vai permitir uma redução do custo do setor elétrico de R$ 720 milhões por mês em 2016. Ele disse que é possível ser adotada em abril a bandeira verde, na qual não é cobrado nenhum adicional na conta de luz. Ler mais…

Começa a valer hoje (1º) o novo valor para a bandeira tarifária que será aplicada nas contas de luz dos brasileiros. Em fevereiro, a bandeira aplicada ainda será a vermelha, mas em um patamar mais baixo do que o cobrado anteriormente: R$ 3 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos, em vez dos R$ 4,50 pagos até o mês passado.

Desde que o sistema de bandeiras tarifárias foi implantado, em janeiro de 1015, todos os meses a bandeira aplicada foi a vermelha. O valor da bandeira vermelha começou em R$ 3 para cada 100 kWh consumidos, depois aumentou para R$ 5,50 e em agosto caiu para R$ 4,50. O sistema reflete o custo maior de geração de energia, por meio das termelétricas.

Na semana passada, a Aneel aprovou mudanças no sistema de bandeiras tarifárias. Assim, a bandeira vermelha terá dois patamares: o de R$ 3 e o de R$ 4,50, aplicados a cada 100 kWh. O valor da bandeira amarela também foi atualizado passando de R$ 2,50 para R$ 1,50. Quando a bandeira verde é aplicada, significa que o custo de geração de energia está mais baixo, e não há cobrança adicional.

A Aneel explicou que o novo patamar da bandeira vermelha foi possível por causa do desligamento de termelétricas de maior custo, motivado pelo início da operação de novas usinas, além do aumento do nível dos reservatórios das hidrelétricas do Sul e Sudeste. Segundo a agência, apesar da melhoria no cenário de geração de energia elétrica, o sinal para o consumo ainda é vermelho, e os consumidores devem fazer uso eficiente de energia elétrica e combater os desperdícios.

Agência Brasil

Em reunião ordinária realizada ontem (26), a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou a redução nas bandeiras tarifárias amarela e vermelha, que aumentam a conta de luz do consumidor quando fica mais caro produzir energia no país.

A partir de fevereiro, o valor da bandeira amarela vai cair de R$ 2,50 para R$ 1,50 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos, redução de 40%.

Já a bandeira vermelha terá um patamar intermediário, mais barato, de R$ 3,50 para cada 100 kWh. O patamar mais caro foi mantido em R$ 4,50 para cada 100 kWh.

As bandeiras tarifárias coloridas – verde, amarela e vermelha – foram criadas como uma maneira de informar ao consumidor os custos que são repassados para a conta de luz com o acionamento de usinas termelétricas, que geram uma energia mais cara e são ligadas quando as hidrelétricas produzem menos por causa do baixo nível de seus reservatórios.

A Aneel divulga no próximo dia 29 de janeiro qual será a bandeira tarifária que vai incidir sobre as contas de luz de fevereiro. A bandeira vermelha encontra-se vigente, onerando a conta do consumidor, pelo menos desde março de 2015.

A decisão desta terça foi baseada em estudos da Superintendência de Gestão Tarifária da Aneel.

Agência Brasil

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Os consumidores brasileiros estimam que os próximos 12 meses terão uma inflação acumulada de 11,3%, segundo pesquisa feita neste mês e divulgada hoje (26) pela Fundação Getulio Vargas (FGV). O indicador é 0,3 ponto percentual superior à pesquisa realizada em dezembro do ano passado.

De acordo com a FGV, o aumento é reflexo de um alto Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial, que fechou 2015 em 10,67%, bem acima do teto da meta de inflação do governo federal, de 6,5%.

A FGV espera, no entanto, que haja uma reversão da expectativa dos consumidores no segundo semestre deste ano, quando os efeitos da crise sobre os preços serão intensificados.

Agência Brasil

A conta de luz pode começar a ficar mais barata já nos primeiros meses deste ano, segundo afirmou hoje o diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) José Jurhosa.

De acordo com o diretor, as bandeiras tarifárias, encargo adicionado à conta de luz para custear as usinas térmicas, devem começar a serem reduzidas. Nesta terça-feira, serão apresentados os novos valores das bandeiras, mais baratos, além de ser criada uma quarta cor, a rosa, com encargo intermediário — entre a bandeira amarela e a vermelha.

Atualmente, as bandeiras se dividem em três cores, verde — que não adiciona qualquer valor — amarela, que adiciona R$ 2,5 a cada 100 kilowatts­hora consumidos e a vermelha, que adiciona R$ 4,5 a cada 100 kilowatts­hora consumidos.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) revisou hoje (19) para baixo as previsões de crescimento global, antecipando que a economia deve crescer 3,4% este ano e 3,6% no próximo, dois décimos a menos do que o previsto em outubro.

Na atualização feita ao World Economic Outlook e divulgada nesta terça-feira, o FMI justifica a revisão para baixo do crescimento mundial tanto em 2016 quanto em 2017 principalmente com o desempenho econômico dos mercados emergentes e das economias em desenvolvimento.

O fundo piorou também as projeções para as economias desenvolvidas, que deverão crescer 2,1% tanto em 2016 quanto em 2017, ou seja, menos 0,1 ponto percentual do que o estimado em outubro, uma previsão que se deve sobretudo aos Estados Unidos.

Os país norte-americano deverá crescer 2,6% em 2016 e 2017 (uma revisão para baixo de 0,2 ponto percentual).O FMI destaca que a atividade econômica “se mantém resiliente”, apoiada pelas condições financeiras que ainda se acomodam e pelo reforço dos mercados imobiliário e do trabalho. A valorização do dólar pesa na atividade industrial e os baixos preços do petróleo penalizam o investimento em estruturas de minas e equipamento. Ler mais…