Economia Arquivo

henriquemeirelles

A Folha de São Paulo perguntou a Armínio Fraga se Henrique Meirelles será capaz de consertar a economia.

Ele respondeu:

“Não tenho a menor dúvida de que o governo entende perfeitamente esse desafio. Sabe o que precisa ser feito. O que tem que acontecer agora é um conjunto de fatores que inclui, sobretudo, apoio político. Avançar na área de infraestrutura é crucial. Uma vez removidas as barreiras ideológicas e aquelas ligadas à incompetência, isso deveria andar também”.

O jornal perguntou também se não é preciso rever os gastos sociais.

Ele respondeu:

“O Brasil está hoje em uma situação em que essas coisas todas terão de ser pensadas. A grande armadilha do populismo, da mentirada da campanha de 2014, é que qualquer menção a qualquer tipo de ajuste era visto contra um pano de fundo falso, um pano de fundo de que está tudo bem, de que não vamos mexer em nada. Não está tudo bem, o país está quebrando, as pessoas vão ter de mexer, eventualmente, em muita coisa. E é difícil mesmo. Mas é melhor do que a alternativa. O estrago já foi feito. Agora, é consertar e isso vai envolver escolhas”.

A inflação pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que mede a variação de preços para as famílias de menor renda (entre 1 a 5 salários mínimos) subiu 0,95% em fevereiro, ficando 0,5 ponto percentual acima do IPCA do mês (0,90%), que analisa a variação de preços para as famílias com rendimento de até 40 salários mínimos.

Os dados foram divulgados hoje (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Segundo o IBGE, a taxa de 0,95% relativa ao INPC de fevereiro foi 0,56 ponto percentual inferior ao INPC de janeiro: 1,51%.

Com o resultado, o INPC acumula alta de 2,47% nos dois primeiros meses do ano, resultado superior aos 2,18% do IPCA acumulado no bimestre – 0,29 ponto percentual maior. Nos últimos doze meses, o índice ficou em 11,08%, abaixo dos 11,31% dos doze meses anteriores. Em fevereiro de 2015, o INPC foi 1,16%.

Alimentos

Os produtos alimentícios tiveram alta de 1,19% em fevereiro, enquanto em janeiro subiram 2,41%. O grupo dos não alimentícios teve variação de 0,84% em fevereiro, abaixo da taxa de 1,11% de janeiro. O maior índice regional foi de Recife (1,61%), destacando-se a alta de 9,24% nas tarifas dos ônibus urbanos. As menores taxas ficaram com Vitória (0,4%) e Campo Grande (0,44%), onde os preços dos alimentos subiram 0,44% em ambas as cidades, bem abaixo da média nacional (1,19%).

Para o INPC, o IBGE adota a mesma metodologia de cálculo do IPCA. A diferença entre os dois índices envolve os rendimentos das famílias, mas a abrangência é idêntica: as mesmas dez regiões metropolitanas do país, além dos municípios de Goiânia, Campo Grande e de Brasília.

Agência Brasil

Real_Dinheiro _Moeda

A projeção de instituições financeiras para a inflação este ano subiu pela sétima vez consecutiva. Desta vez, a estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 7,56% para 7,61%. Para 2017, a estimativa segue em 6%, de acordo com o boletim Focus, publicação divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), com base em projeções de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

As estimativas de inflação estão distantes do centro da meta de 4,5%, e neste ano superam o teto de 6,5%. O limite superior da meta em 2017 é 6%. Mesmo com inflação alta, as instituições financeiras não esperam que o BC suba a taxa básica de juros, a Selic, neste ano de retração da atividade econômica. A projeção para o final de 2016 permanece em 14,25% ao ano, há duas semanas. No próximo ano, a expectativa é de redução da taxa Selic. Mas a projeção para o fim de 2017 foi ajustada de 12,50% para 12,75% ao ano.

A taxa é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve como referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o BC contém o excesso de demanda que pressiona os preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Quando reduz os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas alivia o controle sobre a inflação. Ler mais…

A Caixa Econômica estará realizando no próximo dia 24/02/2016 a partir das 09:00h no Hotel Maine, Av. Senador Salgado Filho, 1791, Lagoa Nova, Natal/RN, Leilão de Imóveis (Presencial e Online pelo Site www.rjleiloes.com.br), de sua propriedade no Estado do Rio Grande do Norte, São: Apartamentos, Terreno e Casas com preços imperdíveis.

O Leilão será conduzido pelo Leiloeiro Oficial Roberto Alexandre Filho. Serão mais de 60 lotes imóveis em várias cidades do estado, entre elas: ASSÚ, Mossoró, Apodi, Natal,, Macaíba e outras.

O leiloeiro destaca diversos imóveis como oportunidade no leilão, são imóveis que tem seu lance inicial bem inferior ao da avaliação, uma ótima oportunidade para quem quer investir como também para quem quer morar. Algumas das grandes vantagens é que pode pagar com o recurso do FGTS, Carta de Crédito emitida pela Caixa com financiamento em até 360 meses (consulte qualquer agência da caixa), Débitos de IPTU e Condomínio gerados até a data da venda serão arcados pela CAIXA. Confira algumas oportunidades:

LOTE 018

Casa em Macaíba, RUA PARAÍBA N. 306 Loteamento Esperança Quadra 05 Lote 07 VILAR Casa, 64,35 m2 de área total, 64,35 m2 de área privativa, 200m2 de área do terreno, qt, a.serv, suite, WC, sl, cozinha, terraco. Ocupado
( Valor de Avaliação: R$95.000,00 )

Valor Inicial R$68.100,00

LOTE 031

Terreno em Macaíba, Rua Projetada Trecho II Quadra E Lote 319 Planicie do Potengi Terreno, 640 m2 de área total, 640 m2 de área privativa, 640m2 de área do terreno. Desocupado
( Valor de Avaliação: R$155.048,17 )
Valor Inicial R$52.300,00

LOTE 001

Casa em Apodi, RUA MARIA GOMES DA SILVA N. 08 Portal da Chapada Periferia Casa, 92 m2 de área total, 92 m2 de área privativa, 105m2 de área do terreno, 3 qts, a.serv, 2 WCs, sl, cozinha, 1 vaga de garagem, Área.

( Valor de Avaliação: R$79.000,00 )

Valor Inicial R$ 67.200,00

LOTE 016

Casa em Itau, R FRANCISCA PRAXEDES N. 40 CENTRO Casa, 74,1 m2 de área total, 74,1 m2 de área privativa, 258,5m2 de área do terreno, 3 qts, a.serv, WC, sl, cozinha, terraco, 1 vaga de garagem. Ocupado
( Valor de Avaliação: R$93.490,73 )

Valor Inicial R$75.000,00

LOTE 019

Apartamento em Mossoró, CELSO COSTA REGO N. 2290 Apto. 201 Novo Horizonte Jardim Primavera Bloco F BOM JESUS Apartamento, 54,25 m2 de área total, 54,25 m2 de área privativa, 7812m2 de área do terreno, 2 qts, varanda, a.serv, WC, sl, cozinha, Circulação. Ocupado
( Valor de Avaliação: R$95.000,00 )

Valor Inicial R$78.200,00

LOTE 004

Casa em Assu, R EDILSON CALDAS DA SILVA N. 246 QUINTA DO FAROL Casa, 70 m2 de área total, 70 m2 de área privativa, 201,9m2 de área do terreno, qt, suite, WC, 2 sls, cozinha, Área. Ocupado
( Valor de Avaliação: R$69.900,00 )

Valor Inicial R$62.050,00

LOTE 006

Casa em ASSu, R JOAO BATISTA DA FONSECA N. 208 VISTA BELA Casa, 59,22 m2 de área total, 59,22 m2 de área privativa, 198m2 de área do terreno, 2 qts, WC, sl, cozinha. Ocupado
( Valor de Avaliação: R$79.000,00 )
Valor Inicial R$64.950,00

LOTE 007

Casa em ASSu, R JOAO PAULO II N. 1382 NOVO HORIZONTE Casa, 54,51 m2 de área total, 54,51 m2 de área privativa, 203m2 de área do terreno, 2 qts, WC, sl, cozinha. Ocupado
( Valor de Avaliação: R$61.000,00 )

Valor Inicial R$45.800,00

LOTE 014

Casa em Ceara-Mirim, Rua Abilio Marinho N. 153 Quadra C Lote 25 Res. Otávio Praxedes Casa, 46,99 m2 de área total, 46,99 m2 de área privativa, 200m2 de área do terreno, 2 qts, WC, sl, cozinha. Desocupado
( Valor de Avaliação: R$54.000,00 )
Valor Inicial R$43.500,00

LOTE 015

Casa em Ceará-Mirim, Rua Trairy 02 N. 154 Quadra 01 Lote 02 PONTA DO MATO Casa, 54,15 m2 de área total, 54,15 m2 de área privativa, 200,65m2 de área do terreno, 2 qts, WC, sl, cozinha. Ocupado
( Valor de Avaliação: R$76.000,00 )

Valor Inicial R$50.500,00

LOTE 019

Casa em Florania, R ANTONIO FIRMINO NETO N. 239 RAINHA DO PRADO Casa, 48 m2 de área total, 48 m2 de área privativa, 132,6m2 de área do terreno, 2 qts, a.serv, WC, sl, cozinha. Ocupado
( Valor de Avaliação: R$63.000,00 )

Valor Inicial R$53.000,00

LOTE 025

Casa em Florania, RUA TEREZA ADELAIDE DE MEDEIROS N. 216 RAINHA DO PRADO Casa, 60,45 m2 de área total, 60,45 m2 de área privativa, 162,15m2 de área do terreno, 3 qts, a.serv, WC, sl, cozinha. Ocupado
( Valor de Avaliação: R$60.000,00 )
Valor Inicial R$54.300,00

LOTE 027

Casa em Ipanguacu, R MANOEL LINS CALDAS N. 48 VENEZA Casa, 55,18 m2 de área total, 55,18 m2 de área privativa, 170m2 de área do terreno, 2 qts, WC, sl, cozinha, Área. Ocupado
( Valor de Avaliação: R$62.000,00 )

Valor Inicial R$55.400,00

LOTE 032

Casa em Mossoró, JOSE LUCAS NETO N. 08 L. Parque das Betânias Quadra 03 Lote 06 NOVA BETÂNIA Casa, 221,9 m2 de área total, 221,9 m2 de área privativa, 360m2 de área do terreno, 3 qts, 2 varandas, a.serv, suite, WC, 2 sls, lavabo, piscina, cozinha, terraco, 1 vaga de garagem, Ducha, escada, despensa, hall, estar intimo e closet. Ocupado
( Valor de Avaliação: R$440.000,00 )

Valor Inicial R$386.750,00

LOTE 034

Casa em Mossoró, JARDIM MAGNOLIA N. 191 Quadra H Lote 22 ALTO DO SUMARE Casa, 60,58 m2 de área total, 60,58 m2 de área privativa, 200m2 de área do terreno, 2 qts, varanda, a.serv, WC, sl, cozinha; Ocupado
( Valor de Avaliação: R$103.000,00 )
Valor Inicial R$93.200,00

LOTE 036

Casa em Natal, 2ª TRAVESSA OLINTO E SILVA N. 45 Quadra 03 Lote A6 Igapó Casa, 55,16 m2 de área total, 55,16 m2 de área privativa, 202m2 de área do terreno, 2 qts, varanda, a.serv, WC, sl, cozinha, Circulação. Ocupado
( Valor de Avaliação: R$99.990,00 )
Valor Inicial R$65.000,00

LOTE 038

Apartamento em Natal, NASCIMENTO DE CASTRO N. 1645 Apto. 1201 Residenci Paris Bloco II/Edificio Louvre LAGOA NOVA Apartamento, 130,93 m2 de área total, 91,73 m2 de área privativa, 10000m2 de área do terreno, qt, 3 varandas, a.serv, suite, WC, sl, DCE, cozinha, terraco, 1 vaga de garagem, Circulação. Ocupado
( Valor de Avaliação: R$220.000,00 )
Valor Inicial R$187.500,00

LOTE 039

Casa em Natal, CARANGOLA N. 4927 Quadra 27 Lote 05 NEOPOLIS Casa, 152 m2 de área total, 152 m2 de área privativa, 250m2 de área do terreno, 2 qts, a.serv, suite, WC, 2 sls, cozinha, terraco, 1 vaga de garagem. Ocupado
( Valor de Avaliação: R$298.600,00 )

Valor Inicial R$227.650,00

LOTE 044

Casa em Santana do Matos, Rua Genésio Cabral de Macedo N. 13 Santa Luzia Casa, 52 m2 de área total, 52 m2 de área privativa, 119,7m2 de área do terreno, 2 qts, a.serv, 2 WCs, sl, cozinha, Área. Ocupado
( Valor de Avaliação: R$75.500,00 )

Valor Inicial R$55.900,00

Todos os imóveis em leilão têm lance inicial inferior ao de avaliação de mercado, para alguns imóveis a disputa começa a partir da metade do valor.

O interessado poderá participar de forma online, basta acessar o site do leiloeiro www.rjleiloes.com.br realizar o cadastro e ofertar seus lances. Quem preferir poderá participar presencialmente no dia, horário e local informado e deverá levar cópia do RG, CPF, Comprovante de residências e duas folhas de cheques para pagamento do sinal e da comissão do leiloeiro.

No dia do leilão o desembolso pelo comprador será de apenas 10% do lance ofertado, sendo 5% de sinal para o Banco e garantia de contratação e os outros 5% referente a comissão do leiloeiro. Recomenda-se aos interessados acessar o site www.rjleiloes.com.br baixar o edital e ler na íntegra para tomar conhecimento de todas as regras do leilão.

Os interessados podem baixar a relação completa dos imóveis, fotos e o edital com as regras do leilão site www.rjleiloes.com.br, informações pelo telefone: (84)3223-3706 / (85)99942-5218/(71) 3327-2999

O governo decidiu hoje (3) desligar as usinas térmicas com custo de geração acima de R$ 420 por megawatt-hora (MWh). A decisão vai permitir que, a partir do mês que vem, seja adotada a bandeira amarela no sistema de bandeiras tarifárias, o que significa acréscimo de R$ 1,5 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.

Atualmente, a bandeira aplicada é a vermelha, patamar 1, com acréscimo de R$ 3 a cada 100 kWh. A decisão tomada nesta quarta-feira pelo Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) permite o desligamento de sete usinas térmicas com capacidade de geração de cerca de 2 mil megawatts em geração térmica a partir de março.

Segundo o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, a medida vai permitir uma redução do custo do setor elétrico de R$ 720 milhões por mês em 2016. Ele disse que é possível ser adotada em abril a bandeira verde, na qual não é cobrado nenhum adicional na conta de luz. Ler mais…

Começa a valer hoje (1º) o novo valor para a bandeira tarifária que será aplicada nas contas de luz dos brasileiros. Em fevereiro, a bandeira aplicada ainda será a vermelha, mas em um patamar mais baixo do que o cobrado anteriormente: R$ 3 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos, em vez dos R$ 4,50 pagos até o mês passado.

Desde que o sistema de bandeiras tarifárias foi implantado, em janeiro de 1015, todos os meses a bandeira aplicada foi a vermelha. O valor da bandeira vermelha começou em R$ 3 para cada 100 kWh consumidos, depois aumentou para R$ 5,50 e em agosto caiu para R$ 4,50. O sistema reflete o custo maior de geração de energia, por meio das termelétricas.

Na semana passada, a Aneel aprovou mudanças no sistema de bandeiras tarifárias. Assim, a bandeira vermelha terá dois patamares: o de R$ 3 e o de R$ 4,50, aplicados a cada 100 kWh. O valor da bandeira amarela também foi atualizado passando de R$ 2,50 para R$ 1,50. Quando a bandeira verde é aplicada, significa que o custo de geração de energia está mais baixo, e não há cobrança adicional.

A Aneel explicou que o novo patamar da bandeira vermelha foi possível por causa do desligamento de termelétricas de maior custo, motivado pelo início da operação de novas usinas, além do aumento do nível dos reservatórios das hidrelétricas do Sul e Sudeste. Segundo a agência, apesar da melhoria no cenário de geração de energia elétrica, o sinal para o consumo ainda é vermelho, e os consumidores devem fazer uso eficiente de energia elétrica e combater os desperdícios.

Agência Brasil

Em reunião ordinária realizada ontem (26), a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou a redução nas bandeiras tarifárias amarela e vermelha, que aumentam a conta de luz do consumidor quando fica mais caro produzir energia no país.

A partir de fevereiro, o valor da bandeira amarela vai cair de R$ 2,50 para R$ 1,50 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos, redução de 40%.

Já a bandeira vermelha terá um patamar intermediário, mais barato, de R$ 3,50 para cada 100 kWh. O patamar mais caro foi mantido em R$ 4,50 para cada 100 kWh.

As bandeiras tarifárias coloridas – verde, amarela e vermelha – foram criadas como uma maneira de informar ao consumidor os custos que são repassados para a conta de luz com o acionamento de usinas termelétricas, que geram uma energia mais cara e são ligadas quando as hidrelétricas produzem menos por causa do baixo nível de seus reservatórios.

A Aneel divulga no próximo dia 29 de janeiro qual será a bandeira tarifária que vai incidir sobre as contas de luz de fevereiro. A bandeira vermelha encontra-se vigente, onerando a conta do consumidor, pelo menos desde março de 2015.

A decisão desta terça foi baseada em estudos da Superintendência de Gestão Tarifária da Aneel.

Agência Brasil

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Os consumidores brasileiros estimam que os próximos 12 meses terão uma inflação acumulada de 11,3%, segundo pesquisa feita neste mês e divulgada hoje (26) pela Fundação Getulio Vargas (FGV). O indicador é 0,3 ponto percentual superior à pesquisa realizada em dezembro do ano passado.

De acordo com a FGV, o aumento é reflexo de um alto Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial, que fechou 2015 em 10,67%, bem acima do teto da meta de inflação do governo federal, de 6,5%.

A FGV espera, no entanto, que haja uma reversão da expectativa dos consumidores no segundo semestre deste ano, quando os efeitos da crise sobre os preços serão intensificados.

Agência Brasil

A conta de luz pode começar a ficar mais barata já nos primeiros meses deste ano, segundo afirmou hoje o diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) José Jurhosa.

De acordo com o diretor, as bandeiras tarifárias, encargo adicionado à conta de luz para custear as usinas térmicas, devem começar a serem reduzidas. Nesta terça-feira, serão apresentados os novos valores das bandeiras, mais baratos, além de ser criada uma quarta cor, a rosa, com encargo intermediário — entre a bandeira amarela e a vermelha.

Atualmente, as bandeiras se dividem em três cores, verde — que não adiciona qualquer valor — amarela, que adiciona R$ 2,5 a cada 100 kilowatts­hora consumidos e a vermelha, que adiciona R$ 4,5 a cada 100 kilowatts­hora consumidos.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) revisou hoje (19) para baixo as previsões de crescimento global, antecipando que a economia deve crescer 3,4% este ano e 3,6% no próximo, dois décimos a menos do que o previsto em outubro.

Na atualização feita ao World Economic Outlook e divulgada nesta terça-feira, o FMI justifica a revisão para baixo do crescimento mundial tanto em 2016 quanto em 2017 principalmente com o desempenho econômico dos mercados emergentes e das economias em desenvolvimento.

O fundo piorou também as projeções para as economias desenvolvidas, que deverão crescer 2,1% tanto em 2016 quanto em 2017, ou seja, menos 0,1 ponto percentual do que o estimado em outubro, uma previsão que se deve sobretudo aos Estados Unidos.

Os país norte-americano deverá crescer 2,6% em 2016 e 2017 (uma revisão para baixo de 0,2 ponto percentual).O FMI destaca que a atividade econômica “se mantém resiliente”, apoiada pelas condições financeiras que ainda se acomodam e pelo reforço dos mercados imobiliário e do trabalho. A valorização do dólar pesa na atividade industrial e os baixos preços do petróleo penalizam o investimento em estruturas de minas e equipamento. Ler mais…

Inflação atacou poder de compra dos natalenses

Tribuna do Norte: Uma combinação explosiva de seca, aumento do dólar, reajuste dos combustíveis e realinhamento de tarifas dos transportes de massa levaram a inflação de Natal para a casa de dois dígitos. 2015 chegou ao fim com o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) acumulado de 10,05%, segundo a Coordenadoria de Estudos Socioeconômicos, do Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte (Idema/RN). Em dezembro a inflação foi de 0,95%, impulsionada pelo reajuste de preços da margarina, que subiu 13,54%; do açúcar (13,41%), do óleo de cozinha (8,62%) e do feijão (6,57%).

A seca manteve sob pressão os preços de produtos como tomate, batata inglesa, cebola, cenoura, produzidos no Nordeste. A alta do dólar teve impacto nas despesas das famílias de classe média, elevando gastos com transportes, bebidas e alimentação fora de domicílio.

Em julho, a prefeitura do Natal e o Departamento Estadual de Estradas de Rodagens (DER) reajustaram as passagens dos transportes coletivos em 12,7%. O porcentual elevado foi justificado como necessário em função da defasagem provocada pelo congelamento das tarifas após os protestos que ficaram conhecidos como “jornadas de junho de 2013”.

Os 10,05% do ano passado são agora a segunda maior taxa de inflação desde a estabilização do real, em 1996, quando a moeda finalmente ficou livre da “contaminação” do processo hiperinflacionário dos governos Sarney e Collor. O recorde foi registrado em 2002, quando o IPC de Natal chegou a 12,74%.

Saiba mais AQUI.

A inflação oficial do país, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), fechou o último mês de 2015 com variação de 0,96%, resultado 0,05 ponto percentual abaixo da taxa de novembro (1,01%). Com o número de dezembro, o IPCA de 2015 encerrou os 12 meses do ano com alta acumulada de 10,67%, resultado 4,16 ponto percentual acima do teto da meta inflacionária fixada pelo Banco Central, de 6,5%. A taxa de 2015 é a maior desde 2002, quando atingiu 12,53%.

Os dados relativos ao IPCA foram divulgados há instantes pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Mesmo com a desaceleração de novembro para dezembro, a taxa do último mês de 2015 foi a mais alta para o mês de dezembro desde os 2,1% de dezembro de 2002. Em dezembro de 2014, ela chegou a 0,78%.

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http://www.robsonpiresxerife.com/wp-content/uploads/2015/03/gasolina.jpgO valor da gasolina no Rio Grande do Norte chegou à R$ 3,373 em novo boletim divulgado pela Agência Nacional do Petróleo (ANP). O preço do combustível no estado figura entre os mais baratos.

No levantamento da Agência, realizado entre os dias 27 de dezembro de 2015 e 02 de janeiro de 2016, Mossoró aparece com preço médio de R$ 3,750; seguido por Caicó, com R$ 3,748; e Natal, com R$ 3,740.

A cidade de São José do Mipibú tem preço médio de R$ 3,668 e Parnamirim, R$ 3,723. Na região Nordeste, o valor da gasolina no Ceará é o mais alto. O estado cearense aparece com R$ 3,869, com preço médio mais alto do que os encontrados na Paraíba (R$ 3,538), Bahia (R$ 3,768) e Alagoas (R$ 3,749).

Via Blog do Robson Pires

Da Tribuna do Norte: Passada a euforia da virada e de metas traçadas para 2016, o ano começa com os reajustes de impostos (IPVA, IPTU), combustível (2%), que comprometem ainda mais o bolso do consumidor, neste período do ano. Tributos municipais, estaduais e federais a serem pagos nos primeiros meses tiveram aumento que variam de 2% a 9,57%. A mensalidade e material escolar também estão, em média, 10 a 13% mais caras esse ano. A conta, avaliam economistas, além de abocanhar uma fatia maior da rendas das famílias fazendo com que o aumento do salário mínimo reponha apenas as perdas dos últimos meses, podem elevar ainda mais a inflação.

O impacto sobre a renda familiar do potiguar será de R$ 210, a mais em um ano – apenas com o reajuste de três impostos estaduais (ICMS, ITCDM e IPVA), calcula o economista e superintendente do IBGE, Aldemir Freire, isso se a previsão do Governo do Estado estiver correta – de que o pacote fiscal aprovado gerará uma receita extra para o Estado da ordem de R$ 230 milhões. A renda média mensal domiciliar no RN, considerada para o cálculo, é de R$ 2.2 mil, segundo o IBGE. “Teremos ao longo de 2016 um aumento dos tributos estaduais que implicará na transferência de uma parte maior de recursos das famílias para o governo estadual”, afirma. Ler mais…

carteira-de-trabalho-250x187Em 2015, os brasileiros enfrentaram o fechamento de postos de trabalho em decorrência das dificuldades econômicas no país. Em 2016, o cenário pode se repetir, segundo avaliação de especialistas.m Para o vice-diretor da Faculdade de Economia da Universidade Federal Fluminense (UFF), Renaut Michel, a taxa de desemprego no Brasil deverá continuar crescendo em 2016, por causa da queda no nível da atividade econômica. “Não há nenhum tipo de expectativa positiva”, disse o especialista em mercado de trabalho.

Para Renaut Michel, embora a construção civil, um dos setores que mais empregam no país, tenha sentido mais os impactos da crise, outros setores da indústria poderão ser afetados este ano. O único setor que deve continuar apresentando bom desempenho é o agronegócio. “Mas não vai conseguir ser suficiente para minimizar o impacto muito ruim da trajetória do emprego nos próximos meses”, disse ele.

“A indústria já vem mal há um bom tempo. Enfrenta um problema sério de perda de competitividade, de queda de investimentos. Minha expectativa é que continue um ano muito ruim para a indústria, mas em alguma medida vai afetar também o comércio e o serviço, porque o ambiente de incertezas está levando as famílias a consumirem menos. Em consequência disso, os empresários investem menos e bancos também não emprestam”, acrescentou.

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Shopping no centro de Brasília tem movimento intenso no último fim de semana antes do Natal
As vendas no período do Natal nos shopping centers brasileiros caíram 1% em 2015, já descontada a inflação, se comparadas com as do mesmo período do ano passado. O recuo é o maior registrado nos últimos 10 anos. O levantamento da Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop), divulgado hoje (26), não informa os valores das vendas do período natalino, apenas a variação em relação a 2014.

As vendas registradas durante todo o ano de 2015 nos centro comerciais, no entanto, superaram as de 2014 em 1,07%: totalizaram R$ 145 bilhões, ante R$ 143,47 bilhões no ano passado. Descontada a inflação, porém, as vendas foram de R$ 130,5 bilhões, uma queda de 2,82% no ano em relação a 2014, o maior recuo da última década. No entanto, considerado os valores deflacionados, as vendas de 2015, nos últimos 10 anos, só não foram maiores que as de 2014 (R$ 134,29 bilhões).

De acordo com a Alshop, os resultados foram influenciados pela dificuldade de obtenção de crédito, associado a período de aumento de juros; elevação do dólar, o que gerou aumento de preços em vários segmentos; a alta do desemprego, da inflação e a insegurança em relação às medidas econômicas adotadas.

“Para 2016, de acordo com os dados que temos, as vendas no primeiro semestre deverão ser iguais às do primeiro semestre de 2015, o que será considerado um resultado bom”, disse o diretor de Relações Institucionais de Alshop, Luís Augusto Ildefonso da Silva.

Agência Brasil

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Para ter dinheiro no bolso e se preparar para realizar os objetivos definidos para 2016, planejamento financeiro ainda é mais garantido que simpatia. Para não extrapolar as despesas e garantir recursos para 2016, o ideal é evitar compras por impulso: os consumidores devem se fazer algumas perguntas antes de comprar – Estou comprando por necessidade real ou movido por outro sentimento, como carência ou baixa autoestima? Se não comprar isso hoje, o que acontecerá? Tenho dinheiro para comprar à vista? Se comprar a prazo, terei o valor das parcelas? O acúmulo de parcelas coloca em risco a realização dos sonhos que foram priorizados com a família?

Planejamento financeiro de 2016: é fundamental evitar parcelamentos das compras. Porém, se for inevitável, faça uma planilha em que o valor já comprometido esteja previsto nos meses correspondentes. Sem esse controle, é certo o acúmulo de dívidas e o risco da inadimplência.

Dicas para economizar

Pesquisar preço e comprar à vista: Tudo que se compra em prestações paga-se mais caro. Já quem pesquisa o melhor preço paga menos e aumenta a chance de comprar à vista e obter desconto.

Pedir desconto: Se um produto custa mil reais e pode ser parcelado em 10 vezes de 100 reais, certamente à vista custará de 10% a 20% menos.

Reter 10% dos rendimentos: para começar a construir a independência financeira, deve-se guardar 10% do que ganha. Com o tempo, pode-se partir para um plano de previdência privada para complementar o INSS.

Para ficar livre das dívidas

Qualquer que seja a dívida, o consumidor deve investigar o que está levando ele a gastar mais do que ganha, somando dívidas que não consegue pagar e que roubam recursos que deveriam ser destinados para a realização de sonhos. Fazer acordos para pagamentos de dívidas sem antes saber qual é a real capacidade de pagamento, sem cortar excessos, sem ajustar o orçamento ao verdadeiro padrão de vida é um grande risco, além de uma medida paliativa que apenas adia a solução da causa do problema.

Algumas medidas para ajudar a quitar dívidas e reequilibrar as finanças

Cheque especial – é uma das mais altas taxas de juros praticadas no mundo. Procure o gerente da conta e proponha imediato cancelamento dessa linha de crédito, mesmo que esteja utilizando. Proponha troca por uma linha de crédito que não ultrapasse 3% de juros mensais. Caso esteja pagando 100 reais de juros ao mês, proponha um parcelamento do mesmo valor, com prazo alongado. Isto fará com que não tenha mais que pagar juros mensais de 10% – isso faz sua dívida dobrar a cada 7 meses. Caso o gerente não aceite, o melhor a fazer é poupar para uma futura negociação.

Cartão de crédito – busque negociação com operadora do cartão ou banco. Proponha um parcelamento com juros que não ultrapassem 3% ao mês, e que estas prestações caibam no orçamento financeiro mensal. Caso a operadora ou banco não aceitem, não faça acordos que não conseguirá cumprir.

Financiamento de casa – em boa parte dos casos, o que impede o pagamento das prestações da casa são os gastos supérfluos. Se está difícil pagar as prestações, o melhor a fazer, além de cortar excessos de gastos, é procurar a financiadora e propor um alongamento da dívida, adequando a prestação à real capacidade de pagamento. Ler mais…

Gasolina subirá em dezembro (Foto: Wellington Rocha)Mais uma notícia desagradável para o consumidor potiguar que possui um veículo. O Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) autorizou nesta terça-feira (24), o reajuste do preço médio ponderado do litro de gasolina para R$ 3,62, do etanol para R$ 2,81 e do gás natural veicular para R$ 2,27. Os reajustes entram em vigor a partir de 1º de dezembro.

O reajuste do preço médio é utilizado como base para o recolhimento do ICMS por parte dos Estados, porém não será o mesmo para as bombas dos postos de gasolina, visto que serão acrescidos os encargos e margem de lucro dos estabelecimentos.

Com o novo valor médio da gasolina, o RN será o terceiro estado do Nordeste com o combustível mais caro, ficando atrás apenas da Bahia (R$ 3,79) e Alagoas (R$ 3,63).

A última pesquisa de preços realizada pela Agência Nacional de Petróleo (ANP), no último dia 17 de novembro, já apontava que o preço médio do litro de gasolina em Natal era comercializado por R$ 3,60, com alguns postos chegando a praticar o valor de R$ 3,64.

O etanol até a última semana já tinha preço médio de R$ 2,92 nos postos e o valor máximo de R$ 2,98. Agora é aguardar os novos preços para o bolso já apertado dos motoristas.

Portal no Ar

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A senadora Fátima Bezerra recebeu no seu escritório político, no dia 23.10.2015, em visita agendada, a pedido do presidente da Câmara, o ver. Gerson Lima, o prefeito Fernando Cunha, a diretora de saúde da Assembleia Legislativa, a Dr. Ederlinda Dias e o ex-superintendente do DNIT, Dr. Valter Fernandes.

Assuntos descutidos: Audiência no Ministério da Justiça em Brasília para tratar da liberação de recursos da aquisição de câmaras de monitoriamento de desegurança para o município de Macaíba.

Outro assunto tratado foi a ida ao Ministério da Educação para tratar de uma creche pro-infância para Mangabeira e uma escola para a Comunidade de Guarapes.

Assessoria

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Política em Foco – Os servidores e professores da Universidade Estadual do Rio Grande do Norte, que estão em greve há mais de três meses, cobram abertamente posicionamento do secretário estadual de Educação. Nos grupos privados de conversas entre os grevistas é senso comum que o titular da Educação Francisco das Chagas precisava atuar diretamente junto ao reitor Pedro Fernandes para tentar resolver o impasse.

A greve já provocou uma primeira exoneração: a secretária adjunta de Educação, que deixou o cargo depois de cobrar um posicionamento do Governo em relação ao impasse.

Estavam exageradas as pigais notícias de que a economia da China tinha entrado em colapso irremediável e a do Brasil, em consequência, se afundou.
Seria preciso chamar o Armínio NauFraga, aquele que disse ao Mantega que a crise tinha acabado em 2009 e, portanto, a Dilma não podia invocá-la para justificar os apertos aqui.
O Globo dessa terça-feira faz o aviso fúnebre da Dilma em manchete: “China pode agravar crise no Brasil”.

A Urubóloga, do (Mau dia Brasil), infalível nessas horas de cor cinza, anuncia em tom cadavérico: “saída de Temer aumenta a incerteza e agora a situação externa piorou !”.
Em contra-partida, o PiG cheiroso, o Valor, da mesma organização (sic) Globo diz na pág. A2 que “China sinaliza com US$ 10 bilhões em credito para licitações no Brasil e na AL”.

O Valor manda o Globo às favas.
O mesmo Valor cheiroso observa na pág. A5 que as empresas de maior “Valor” –  um premio anual para conseguir anuncio… – não vão mudar os planos para 2016.

Empresinhas como Ambev, CCR, Bayer, Tigre, Queiroz Galvao, MBR e Samarco projetam continuar a crescer.
Como a anglo-holandesa Unilever – http://www.conversaafiada.com.br/economia/2015/08/20/maior-empresa-do-mundo-morre-de-rir-da-crise/ – que continuam a ganhar um monte de dinheiro no Brasil e se prepara para ganhar mais.

A crise é profunda … na e da Globo !
Se  você desligar a Globo o Brasil melhora !
Se sair de São Paulo, então, melhora ainda mais !

Do: Conversa Afiada.com.br

 

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Viralizou nas redes sociais um post no facebook em que o crítico de cinema Pablo Villaça ironiza a forma como a mídia noticia a crise econômica. Você pode ler abaixo.

APESAR DA CRISE
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Eu fico realmente impressionado ao perceber como os colunistas políticos da grande mídia sentem prazer em pintar o país em cores sombrias: tudo está sempre “terrível”, “desesperador”, “desalentador”. Nunca estivemos “tão mal” ou numa crise “tão grande”.

Em primeiro lugar, é preciso perguntar: estes colunistas não viveram os anos 90?! Mas, mesmo que não tenham vivido e realmente acreditem que “crise” é o que o Brasil enfrenta hoje, outra indagação se faz necessária: não lêem as informações que seus próprios jornais publicam, mesmo que escondidas em pequenas notas no meio dos cadernos?

Vejamos: a safra agrícola é recordista, o setor automobilístico tem imensas filas de espera por produtos, os supermercados seguem aumentando lucros, a estimativa de ganhos da Ambev para 2015 é 14,5% maior do que o de 2014, os aeroportos estão lotados e as cidades turísticas têm atraído número colossal de visitantes. Passem diante dos melhores bares e restaurantes de sua cidade no fim de semana e perceberá que seguem lotados.

Aliás, isto é sintomático: quando um país se encontra realmente em crise econômica, as primeiras indústrias que sofrem são as de entretenimento. Sempre. Famílias com o bolso vazio não gastam com supérfluos – e o entretenimento não consegue competir com a necessidade de economizar para gastos em supermercado, escola, saúde, água, luz, etc.

Portanto, é revelador notar, por exemplo, como os cinemas brasileiros estão tendo seu melhor ano desde 2011. Público recorde. “Apesar da crise”. A venda de livros aumentou 7% no primeiro semestre. “Apesar da crise”.

Uma “crise” que, no entanto, não dissuadiu a China de anunciar investimentos de mais de 60 bilhões no mercado brasileiro – porque, claro, os chineses são conhecidos por investir em maus negócios, certo? Foi isto que os tornou uma potência econômica, afinal de contas. Não?

Se banissem a expressão “apesar da crise” do jornalismo brasileiro, a mídia não teria mais o que publicar. Faça uma rápida pesquisa no Google pela expressão “apesar da crise”: quase 400 mil resultados.

“Apesar da crise, cenário de investimentos no Brasil é promissor para 2015.”

“Cinemas do país têm maior crescimento em 4 anos apesar da crise”

“Apesar da crise, organização da Flip soube driblar os contratempos: mesas estiveram sempre lotadas”

“Apesar da crise, produção de batatas atrai investimentos em Minas”

“Apesar da crise, vendas da Toyota crescem 3% no primeiro semestre”

“Apesar da crise, Riachuelo vai inaugurar mais 40 lojas em 2015″

“Apesar da crise, fabricantes de máquinas agrícolas estão otimistas para 2015″

“Apesar da crise, Rock in Rio conseguiu licenciar 643 produtos – o recorde histórico do festival.”

“Honda tem fila de espera por carros e paga hora extra para produzir mais apesar da crise,”

“16º Exposerra: Apesar da crise, hotéis estão lotados;”

“Apesar da crise, brasileiros pretendem fazer mais viagens internacionais”

“Apesar da crise, Piauí registra crescimento na abertura de empresas”

Apesar da crise. Apesar da crise. Apesar da crise.

A crise que nós vivemos no país é a de falta de caráter do jornalismo brasileiro.

Uma coisa é dizer que o país está em situação maravilhosa, pois não está; outra é inventar um caos que não corresponde à realidade. A verdade, como de hábito, reside no meio do caminho: o país enfrenta problemas sérios, mas está longe de viver “em crise”. E certamente teria mais facilidade para evitá-la caso a mídia em peso não insistisse em semear o pânico na mente da população – o que, aí, sim, tem potencial de provocar uma crise real.

Que é, afinal, o que eles querem. Porque nos momentos de verdadeira crise econômica, os mais abastados permanecem confortáveis – no máximo cortam uma viagem extra à Europa. Já da classe média para baixo, as consequências são devastadoras, criando um quadro no qual, em desespero, a população poderá tender a acreditar que a solução será devolver ao poder aqueles mesmos que encabeçaram a verdadeira crise dos anos 90. Uma “crise” neoliberal que sufocou os miseráveis, mas enriqueceu ainda mais os poderosos.

E quando nos damos conta disso, percebemos por que os colunistas políticos insistem tanto em pintar um retrato tão sombrio do país. Porque estão escrevendo as palavras desejadas pelas corporações que os empregam.

Como eu disse, a crise é de caráter. E, infelizmente, este não é vendido nas prateleiras dos supermercados.

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O governador Robinson Faria recebeu no início da tarde desta quinta-feira (23) o CEO da companhia Transportes Aéreos de Cabo Verde (TACV), Arik De, para falar sobre detalhes do voo semanal que partirá de Natal com destino à Ilha do Sal (Cabo Verde) e começará a operar em 30 de outubro de 2015. Também participaram do encontro o secretário de Estado do Turismo, Ruy Gaspar, e a diretora da Empresa Potiguar de Promoção Turística (Emprotur), Ana Maria da Costa.

De Cabo verde, após apenas três horas e meia de voo, o turista poderá fazer conexões, através do Hub da TACV, para cidades da Europa como Paris (França), Lisboa (Portugal), Amsterdã (Holanda) e Bérgamo (Itália).

A TACV, juntamente com o Governo do RN, já está trabalhando na divulgação do voo e no lançamento. Uma das estratégias de divulgação é a viagem inaugural com o trade turístico do estado e da Europa, previsto para setembro.

Robinson Faria ressaltou a importância de mais essa conquista para o Rio Grande do Norte e reiterou o apoio à Companhia na divulgação de mais esse dispositivo turístico. “Essa parceria será muito boa para o Estado, pois vai atrair mais turistas, e consequentemente, investimentos. Vamos nos unir e definir um plano para divulgar o RN como destino para a Europa”, destacou.

Logomarca Madrecitta

A decisão sobre a instalação da unidade de distribuição internacional dos Correios no Aeroporto Governador Aluízio Alves está praticamente tomada. Segundo o ministro do turismo, Henrique Eduardo Alves, a avaliação técnica, econômica e financeira para a criação da central recomenda sua instalação no Rio Grande do Norte. O posicionamento da Inframérica na disponibilidade do aeroporto foi decisivo para o estado receber o investimento.

O Brasil tem um problema crônico na rede de transporte da malha postal, uma vez que há uma grande concentração das operações na região sudeste. A instalação de uma central no Rio Grande do Norte, na avaliação dos técnicos, será benéfica pela proximidade da Europa e Estados Unidos, importantes emissores de correspondências e encomendas para o Brasil.

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Construção Civil foi um dos setores da economia que mais cresceu. Belém Pará Emprego (Foto: Cristino Martins/ Amazônia Jornal)Do G1 RN:  No primeiro semestre deste ano 9.764 pessoas foram demitidas no Rio Grande do Norte. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e foram divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Apenas em junho de 2015, houve 2.188 demissões a mais do que contratações.

De acordo com o levantamento, as áreas que mais demitiram foram construção civil (-815 postos); indústria de transformação (-684 postos); serviços (-542 postos) e comércio (- 420 postos).

Brasil

No Brasil foram fechados 111.199 postos de trabalho em junho, segundo o Caged. No mês de maio, o país já havia perdido 115 mil postos de emprego formal. O resultado é o pior para os meses de junho já registrado desde o começo da série histórica, que teve início em 1992.

No acumulado dos seis primeiros meses deste ano, ainda segundo dados oficiais, foram fechados 345.417 postos com carteira assinada no país. O patamar também é o menor para o período desde o início da série histórica, neste caso contabilizada desde 2002. Em 12 meses, o país já acumula a perda de 601.924 postos de trabalho.

A tarifa de ônibus em Natal será reajustada em 12,8%, subindo de R$ 2,35 para R$ 2,65 a partir de segunda-feira (20). O aumento foi comunicado ontem pela Secretaria de Mobilidade Urbana de Natal (STTU) e desagradou aos empresários de ônibus, estudantes e entidades sindicais que compõem o Conselho Municipal de Transporte.

Na reunião do Conselho realizada pela manhã para discutir a nova tarifa, representantes das empresas defendiam uma passagem de R$ 2,91, enquanto os demais participantes – com exceção da STTU – pediam que a decisão sobre o reajuste fosse adiada. Antes deste reajuste, o último se deu em 27 de julho do ano passado, quando a passagem subiu de R$ 2,20 para R$ 2,35 depois de três anos sem aumento. Ainda assim, o percentual foi de 6,7%, quase metade dos 12,8% concedidos desta vez.

A titular da STTU, Elequicina dos Santos, argumentou que “as condições hoje são outras e os aumentos foram diferentes”. Segundo ela, o que mais pesou para o cálculo da nova tarifa foi o reajuste dos operadores de transportes, de 10%, concedido pelos empresários em junho, após acordo firmado com mediação da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego/RN.

Tribuna do Norte

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O primeiro decêndio de julho do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) que vai entrar nas contas das prefeituras hoje (09) será 20% menor que o repasse realizado no mesmo período de 2014 em valores brutos e nominais. No RN, em decorrência dessa situação, prefeitos analisam como vão gerenciar as despesas em suas cidades.

O presidente da FEMURN, Francisco José Júnior, chama atenção para a realidade econômica dos municípios, onde as prefeituras possuem demandas cada vez mais crescentes. “O custo básico que temos que arcar em nossas prefeituras, estão muito aquém do que é repassado. As receitas estão decadentes, tornando a gestão insustentável economicamente. Como se não bastasse as reduções, ainda há a possibilidade de erro de cálculo. Estamos estudando como vamos solicitar a reposição destes valores. A situação preocupa”, analisou.

Além da queda do repasse em relação a julho de 2014, o valor referente à parcela de 0,5%, montante garantido às prefeituras com a emenda Constitucional 084, negociada com o Congresso e o Governo Federal, veio errado. Ele levaria em conta a transferência de um ano, e não apenas dos seis primeiros meses de 2015. O texto final definiu equivocadamente que a transferência aos municípios deve ser apenas dos seis primeiros meses deste ano. Dessa forma, em valores totais, o FPM sofreu uma queda de cerca de 50%.

casa da cultura

Crise no mercado internacional, enfermidades virais, desastres naturais e burocracia considerada excessiva para a emissão de licenças ambientais fizeram com que, em uma década, o Rio Grande do Norte reduzisse sua produção de camarão em 54,7%. Líder absoluto no início dos anos 2000 na produção em cativeiro deste tipo de crustáceo no Brasil, com fazendas espalhadas em 27 municípios, o estado potiguar saiu das 37,4 mil toneladas produzidas em 2003 para 16,9 mil toneladas produzidas uma década depois.

Do apogeu das exportações, com 21,1 mil toneladas enviadas aos Estados Unidos, Europa e alguns países asiáticos em 2004, que resultou na movimentação de 82,6 milhões de dólares e consequente efeito positivo na balança comercial local e nacional, o cenário se inverteu a partir de 2006. Em 2012, o auge negativo: nenhum quilo de camarão saiu dos viveiros potiguares em direção ao exterior. Estados Unidos e Europa em crise reduziram as importações dos produtos brasileiros. Coube ao produtor, explorar o mercado brasileiro.

Na contramão do Rio Grande do Norte, o vizinho estado cearense saiu da segunda posição no tocante ao volume de camarão produzido em cativeiro e assumiu a dianteira. Na mesma década avaliada, os viveiros cearenses expandiram a produção das 25.915 toneladas para 33.949 toneladas. O crescimento foi de 31% no período. “Falta de apoio. Não tem outra desculpa. Há um ranço do lado dos ambientalistas e o Ministério Público Estadual e Federal são radicalmente contra a carcinicultura. O estado potiguar tem potencialidade, mas não transforma em oportunidade”, asseverou o presidente da Associação Brasileira de Criadores de Camarão (ABCC), Itamar Rocha.

Saiba mais AQUI

O desemprego em seis regiões metropolitanas do país subiu para 6,7% em maio, informou hoje (25) a Pesquisa Mensal do Emprego (PME) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em maio do ano passado, o desemprego estava em 4,9%.

A PME produz indicadores mensais sobre a força de trabalho que permitem avaliar as flutuações e a tendência, a médio e a longo prazos, do mercado de trabalho. A pesquisa abrange as regiões metropolitanas do Recife, de Salvador, Belo Horizonte, do Rio de Janeiro, de São Paulo e Porto Alegre.

De março para abril deste ano, a taxa aumentou de 6,2% para 6,4%, subindo 0,2 ponto percentual. Já a variação de abril para maio alcançou 0,3 ponto percentual, considerada estatisticamente estável. Ler mais…