Economia Arquivo

Já está no ar a campanha para incentivar o consumo consciente de energia no país, promovida pela Associação Brasileira de Distribuidoras de Energia Elétrica (Abradee) e pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).  Além de dicas para economizar energia, o material traz informações sobre o sistema de bandeiras tarifárias, que permite a cobrança mensal de um adicional pelo uso de energia de termelétricas.

Entre as orientações para poupar energia estão o uso do chuveiro elétrico na posição verão ou morno e evitar banhos demorados, desligar a televisão enquanto não estiver sendo usada, juntar roupas para passar de uma só vez e usar máquina de lavar louça e roupa apenas quando estiverem cheias. Outras dicas são preferir a iluminação natural, pintar a casa com cores claras e trocar as lâmpadas incandescentes por fluorescentes, além de apagar a luz quando deixar o ambiente.

A campanha também orienta a troca dos eletrodomésticos antigos por novos, com o selo de eficiência energética da Procel. Na semana passada, a Aneel aprovou a revisão extraordinária das tarifas para 58 das 63 distribuidoras de energia do país.

Agência Brasil

15058902

A partir desta segunda-feira (2) passam a ser aplicados ajustes extraordinários sobre distribuidoras de energia de todo o país e um acréscimo para o sistema de bandeiras tarifárias aprovados pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) na sexta-feira (27).

O efeito prático para o consumidor é um aumento de até 48% no preço da luz, considerando reajuste extraordinário e bandeira tarifária.

Na média, o aumento percebido pelos brasileiros em março será de 32%. Esse percentual considera tanto a média dos reajustes extraordinários no país (23,4%) quanto o efeito extra trazido pela aplicação da bandeira vermelha (8,5%), que vai valer durante todo mês como forma de repassar ao consumidor gastos extras devido ao uso de termelétricas.

A bandeira poder variar de mês para mês, mas é improvável, pelas condições climáticas e atual situação dos reservatórios das usinas hidrelétricas, que a cor da bandeira possa voltar a ser verde no curto prazo (sem acréscimos para o consumidor), ou mesmo amarela (que indica gastos acima do padrão, mas não exorbitantes).

Mesmo ao desconsiderar o efeito da bandeira tarifária, o aumento médio que será aplicado sobre as tarifas, de forma permanente, será de 28,7% para Sul, Sudeste e Centro-Oeste e de 5,5% no Norte e Nordeste.

 ENTRE REGIÕES

A grande diferença entre os aumentos médios de uma região para outra se dá por dois motivos: o primeiro é a proteção legal das regiões Norte e Nordeste. A regra impede que haja uma divisão igualitária dos gastos anuais do setor elétrico, fazendo com que as duas regiões paguem menos.

Além disso, recaem sobre os consumidores do Sul, Sudeste e Centro-Oeste os custos altos da compra da energia de Itaipu, que sofreu aumento de 46% a partir de janeiro. Como apenas essas regiões fazem uso dessa energia, só elas pagam por estes gastos maiores.

BANDEIRAS

O sistema de bandeiras tarifárias é o responsável por passar mensalmente o custo elevado das usinas térmicas para o consumidor. Além do risco hidrológico, que é o gasto extra das usinas que não conseguem entregar a quantidade de energia prevista em contrato.

Em decisão, também tomada nesta sexta-feira (27), o preço das bandeiras aumentou 83% no caso da vermelha e 66,7% no caso da amarela.

Pela regra, o acréscimo mensal passa de R$ 3 para R$ 5,50 a cada 100 kilowatt-hora (kWh) consumidos no caso do maior preço.

Para a bandeira tarifária amarela –quando gastos com usinas térmicas estão fora do padrão, mas não extremamente elevados–, o preço vai passar de R$ 1,50 a cada 100 kWh consumidos para R$ 2,50.

Só não há elevação de preços quando a bandeira for verde, indicando poucos gastos extraordinários no setor.

Confira mais aqui

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou hoje (27), em reunião extraordinária, os novos valores para as bandeiras tarifárias, que começam a valer a partir de segunda-feira (2).

Com isso, o preço para a bandeira amarela passará de R$ 1,50 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos para R$ 2,50. No caso da bandeira vermelha, o adicional passará de R$ 3 para R$ 5,50. Não há cobrança no caso da bandeira verde. Consumidores do Amazonas, Amapá e de Roraima também não pagam a taxa, pois esses estados não estão plenamente conectados ao Sistema Interligado Nacional. A Aneel também definiu hoje que as permissionárias de distribuição de energia, que até então não tinham aplicação de bandeira tarifária, começam a cobrar o adicional a partir de julho.

O sistema de bandeiras tarifárias, que permite a cobrança de um valor extra na conta de luz de acordo com o custo de geração de energia, entrou em vigor no início do ano. Nos dois primeiros meses de 2015, a bandeira aplicada foi a vermelha, que também deve ser adotada em março, por causa do uso intenso da energia de termelétricas, que é mais cara do que a gerada por usinas hidrelétricas. Ler mais…

O pacote fiscal preparado pelo governo para tampar o rombo das contas públicas conterá medidas que atingirão os contribuintes mais ricos, provavelmente com aumento de impostos. A afirmação foi feita pelo ministro Nelson Barbosa (Planejamento), na quarta-feira (25), em uma reunião no Planalto com a bancada do PT no Senado.

Os congressistas do partido têm cobrado que o governo faça ajustes também sobre as pessoas de renda mais alta, como forma de compensar as ações já anunciadas sobre os trabalhadores mais simples, base eleitoral do PT.

Folha de São Paulo

Aeronave sendo abastecida no aeroporto do RN: Redução do imposto sobre o querosene da aviação é um pedido antigo do setor

O Governo do Rio Grande do Norte irá oficializar hoje a redução do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) que incide sobre o querosene de aviação. O decreto determinando a desoneração do tributo dos atuais 17% para 12% – independente da ampliação da oferta de voos por parte das empresas aéreas – será assinado às 16h pelo governador Robinson Faria, no Centro Administrativo. O documento trará, ainda, uma alíquota de desoneração especial que poderá reduzir mais o pagamento do imposto, para 8%.

A alíquota de 8% será concedida, somente, se a companhia aérea interessada neste percentual ampliar a oferta de voos para o estado com trechos internacionais ou regionais.

A expectativa é que as normas que regem o primeiro decreto com esse viés assinado pelo governador Robinson Faria sejam publicadas na edição do Diário Oficial do Estado (DOE) de amanhã. De acordo com o secretário de Estado de Tributação, André Horta de Melo, a arrecadação estadual não sofrerá perdas com a redução do imposto. “O impacto deve ser nenhum. Ao mesmo tempo da redução do imposto, o abastecimento das aeronaves no estado deverá aumentar 40%. Vai se cobrar o aumento do abastecimento para que se tenha uma compensação”, esclareceu o secretário estadual.

Tribuna do Norte

https://lh4.googleusercontent.com/-mBno7wc32O8/UZzf60OkU3I/AAAAAAAAD9Y/FqWfatTRz14/s800/casa%2520da%2520cultura.jpg

Receita Federal permitirá compartilhamento online de dados do Imposto de Renda Divulgação/Divulgação

O contribuinte poderá salvar ou compartilhar dos computadores da Receita Federal informações online do programa gerador da declaração do Imposto de Renda para usar em diversos dispositivos e não apenas no utilizado para preenchimento do documento. Isso facilitará a vida do usuário em um mundo cada vez mais conectado e utilizando a chamada computação em nuvem (acesso a computador remoto).

Caso tenham certificação digital, os contribuintes poderão, ainda, preencher online a declaração diretamente no site da Receita Federal. Para isso, basta acessar, no início do prazo, o Centro Virtual de Atendimento (e-CAC) da Receita Federal. A expectativa da Receita para este ano é receber 27,5 milhões de declarações de pessoas físicas.

Outra novidade é a possibilidade do contribuinte importar de um rascunho informações armazenadas nos computadores da Receita para preenchimento da declaração do Imposto de Renda Pessoa Física 2015 (IRPF).

Zero Hora

O presidente da Petrobras Biocombustível, Alberto Fontes, em visita ao estado, teve audiência com o governador potiguar, Robinson Faria. Eles conversaram sobre a ampliação da atuação da companhia no Rio Grande do Norte, com destaque para a planta de biodiesel de Guamaré, que acaba de receber a licença para operar comercialmente após passar por obras para ampliação e adaptações técnicas.

Até então, a unidade era utilizada apenas como planta experimental de novas tecnologias. Com a concessão da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), publicada no DOU sexta passada (13), a planta potiguar triplica sua capacidade inicial, enquanto planta experimental, saltando de 7,2 milhões de litros de biodiesel ao ano para 20,1 milhões para produção comercial.

Para iniciar a plena operação em escala comercial, a usina aguardará a publicação da licença de comercialização, o que ocorrerá brevemente, capacitando a unidade a participar dos próximos leilões da ANP. Ler mais…

Aneel aprovou aumento da bandeira tarifária

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou proposta que aumenta em até 83% os valores da recém-criada bandeira tarifária que, desde 1º de janeiro vem sendo cobrada nas contas de luz para repassar ao consumidor o aumento de custos de geração para o setor de energia elétrica.

Com isso, os preços para a bandeira amarela passarão dos atuais R$ 1,50 por 100 quilowatts-hora (kWh) para R$ 2,50 – aumento de 67%. No caso da bandeira vermelha, a tarifa passará de R$ 3 para R$ 5,50: aumento de 87%. Não há cobrança no caso da bandeira verde. Consumidores do Amazonas, do Amapá e de Roraima também não pagam a taxa. Ler mais…

O ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, disse que o governo fará uma avaliação sobre o clima e a hidrologia, para decidir se estenderá ou não o horário de verão. Segundo ele, tudo vai depender dessas discussões.

– Assim que fizermos uma avaliação do clima e da hidrologia, aí sim, tomaremos uma decisão – disse o ministro ao GLOBO.

Em vigor desde 19 de outubro último, o término do horário de verão está previsto, inicialmente, para o próximo dia 22, em um domingo. Os relógio terão de ser atrasados em uma hora.

HORÁRIO DE PICO

Diante do aumento do consumo de energia na parte da tarde, o governo estuda também reprogramar a tabela de preços cobrados dos consumidores industriais e comerciais, informou o ministro de Minas e Energia. Ele lembrou que o horário de pico, que tradicionalmente sempre foi de 18h às 22h, está migrando para a faixa entre 14h e 19h.

— A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) está trabalhando na análise e na regulação desse tema e, nos horários de pico, os consumidores pagam mais caro pela energia. Queremos antecipar o horário sazonal para 14h às 19h — disse Braga, indicando que a tarifa diferenciada deve passar a ser cobrada na parte da tarde.

Segundo o ministro, com a mudança, serão liberados em torno de 8 mil megawatts de energia no período vespertino. A expectativa é que, com isso, os gargalos no atendimento pelo setor sejam reduzidos.

O Globo

O ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, reafirmou nesta quarta-feira, 4, a perspectiva de que o reajuste de tarifa de energia fique abaixo de 40%. Questionado ao chegar para cerimônia de posse do novo ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Vital do Rego, Braga afirmou que, “ao longo dos 12 meses”, continua acreditando que o impacto “seria aquele que temos dito”.

“Houve alguns reajustes que aconteceram ordinários anteriores ao processo de renegociação daquele contrato de financiamento”, disse. Segundo o ministro, será realizada nesta manhã uma reunião para dimensionar o que ocorrerá nos próximos reajustes extraordinários nos casos em que já houve reajuste ordinário, que é feito todos os anos.

“Pelos estudos do Ministério, os reajustes médios serão inferiores ao que os senhores estão falando”, disse Braga, ao ser questionado sobre perspectivas de reajustes de tarifa de até 60%.

Conforme reportagem publicada pelo Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado, o impacto do fim do subsídio oferecido pelo Tesouro Nacional, somado ao aumento do preço da energia de Itaipu e aos reajustes ordinários, pode gerar alta de tarifa superior a 60% para as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

Estadão

As seis maiores centrais sindicais do país promoverão uma manifestação, na próxima quarta-feira (28), para pedir a revogação das medidas provisórias (MP) 664 e 665, anunciadas no fim do ano passado. As duas medidas alteram regras sobre pensão, auxílio-doença e seguro-desemprego.

Durante o ato, que começará no Museu de Arte de São Paulo e seguirá em passeata, os representantes das centrais farão duas paradas (uma no prédio do ministério da Fazenda e outra na Petrobras) para entregar um documento expressando a insatisfação dos trabalhadores.

De acordo com o secretário de Organização e Políticas Sindicais da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Francisco Pereira de Souza, a ideia é discutir a defesa dos direitos e o emprego dos trabalhadores, pois, na avaliação das seis centrais sindicais, as medidas do governo provocam prejuízos importantes para a sociedade.

“Nossa mobilização é também em função de um certo descontentamento, porque tivemos com o governo em algumas ocasiões, e a nós foi dito que os trabalhadores não teriam nenhuma surpresa, e não haveria mudanças em seus direitos. Mas fomos surpreendidos. Não concordamos com elas [medidas provisórias] nem com a forma como foram anunciadas. Vamos propor que o governo reveja as medidas”, disse o sindicalista.

Agência Brasil

Já foram divulgados pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), os novos preços de referência – não obrigatórios – dos combustíveis brasileiros como gasolina, etanol e diesel. A publicação foi feita no Diário Oficial da União da última sexta-feira (23). A margem dos valores anunciados foram nos 26 Estados mais o Distrito Federal. O aumento passam a valer no dia 1º de fevereiro.

Os novos preços são divulgados quatro dias após anúncio do governo de aumento dos impostos incidentes sobre os combustíveis, que foi feito na última segunda-feira (19), pelo novo ministro da Fazenda, Joaquim Levy.

No Rio Grande do Norte o valor de referência da gasolina é de R$ 3,009/litro, do etanol R$ 2, 651/litro e do diesel R$ 2,6552/litro. O estado de São Paulo tem o menor valor de referência da gasolina (R$ 2,905) e do etanol (R$ 1,914). O Acre tem a gasolina (R$ 3,4962) e o etanol (R$ 2,9802) mais caros.

Os preços de referência não são necessariamente os cobrados do consumidor na bomba de gasolina. Servem de base para o recolhimento do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) feito pelas refinarias. O nome oficial é preço médio ponderado ao consumidor final.

Do NoMinuto.com

O coordenador do Instituto Virtual Internacional de Mudanças Globais (Ivig), do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe-UFRJ), Marcos Freitas, afirmou hoje (23) que a crise de energia e de água “chegou ao país”. Segundo ele, a consequência é a população brasileira ter de conviver com algum tipo de racionamento.

Diferentemente de 2001, quando a crise de energia marcou o início de funcionamento da Agência Nacional de Águas (ANA), hoje as empresas do setor elétrico não têm dinheiro para ações emergenciais. Conforme Freitas, a situação é delicada, porque antigas usinas hidrelétricas estão deficitárias e precisam de modernização.

Para o técnico, de 2001 até hoje, o setor elétrico dotou-se de um sistema térmico que não existia. Na época, a geração hídrica representava 85% da capacidade. O restante era geração térmica. Atualmente, 60% são de fonte hídrica e o restante, térmica. “Houve investimento na geração térmica, o que é bom para aguentarmos o período seco. Naquele ano, éramos limitados em relação à geração térmica.” Ler mais…

O aumento de impostos sobre a gasolina e o diesel vai chegar ao consumidor. Até o preço do etanol, beneficiado pela medida, deve subir. A Petrobras avisou que vai repassar a alta de PIS/Cofins e o retorno da Cide para o preço de venda nas refinarias.

A partir daí, haverá um efeito cascata: as distribuidoras vão elevar seus preços e os postos repassarão essa alta ao consumidor. Na bomba, o mercado estima que a gasolina deva subir entre 7% e 8%.

Com informações da Folha de São Paulo

A conta de energia dos brasileiros terá aumento de cerca de 8,3% neste mês de janeiro. De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) as tarifas para as quatro regiões do SIN (Sistema Interligado Nacional) – sul, sudeste/centro-oeste, norte e nordeste serão reajustadas.

Esses estados sofrerão aumento, à exceção de algumas regiões dos Estados do Amazonas, Amapá e Roraima, que não são interligadas ao sistema nacional.

Com o começo da implementação do sistema de bandeiras tarifárias, a Aneel anunciou que janeiro terá cor vermelha, o que significa que o custo de geração de energia elétrica está em seu patamar mais alto. Em função disso, haverá cobrança de R$ 3 adicionais a cada 100 KWh (kilowatts-hora) consumidos.

No caso de a bandeira ser amarela, o que indica custo de geração elevado, o adicional cobrado é de R$ 1,50 para cada 100 KWh consumidos. A cor verde mantém o valor original inalterado dos brasileiros.

NoMinuto.com

O consumidor vai sentir no bolso, o aumento da conta de luz decorrente da revisão extraordinária de tarifas, já a partir de março. A previsão foi feita pelo presidente da Associação Brasileira das Distribuidoras de Energia Elétrica (Abradee), Nelson Fonseca Leite, depois de se reunir ontem com o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga. Leite disse que todas as empresas deverão pedir a revisão, à exceção daquelas cujo reajuste anual é em fevereiro, porque os custos adicionais já serão incluídos na tarifa. Ele não fez projeção de quanto será o aumento das tarifas este ano. Em 2014, a conta de luz aumentou, em média, 17%.

O Globo

O ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, reuniu-se novamente com a presidenta Dilma Rousseff para tratar dos problemas de caixa das distribuidoras de energia elétrica e teve, desta vez, companhia do ministro da Fazenda, Joaquim Levy. Braga voltou a considerar a possibilidade de ajustar as tarifas da conta de luz para resolver a questão. Ele, no entanto, disse que não deve mexer nos subsídios para população de baixa renda e de programas sociais, como o Luz Para Todos.

Braga ainda não bateu o martelo sobre pegar um empréstimo no mercado, mas a possibilidade parece ficar cada vez mais clara. Ao ser perguntado, o ministro chegou a dizer o valor do empréstimo, R$ 2,5 bilhões, que é o total da dívida de novembro (R$ 1,6 bilhão) e dezembro (R$ 900 milhões).

Agência Brasil


Representando o presidente do Sistema Fecomércio RN, Marcelo Fernandes de Queiroz, o vice-presidente da Fecomércio, Luiz Lacerda, participou nesta segunda-feira, 1º de dezembro, da 22ª edição do projeto Motores do Desenvolvimento do RN. O Seminário aconteceu na sede da Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte e teve como tema “Perspectivas econômicas para o RN e o Brasil 2015-2018”.

Em sua fala, Luiz Lacerda mostrou-se preocupado com o atual cenário da economia brasileira. “Pensamos que o modelo econômico, posto em prática pelo governo nos últimos anos, sustentado pela evolução do consumo interno em razão da melhoria da renda das famílias e da concessão de créditos em profusão, se acha em fase de estagnação. Também nos assombra a absurda carga tributária imposta às atividades produtivas que ainda poderá vir a crescer”.

Contudo, apesar da apreensão demonstrada, Lacerda também comenta o vislumbre de soluções para a economia, em especial a norte-rio-grandense: “Apostar nos caminhos delineados pelo Programa Mais RN, por exemplo, pode ser uma alternativa para o nosso estado. E conjugar esforços em iniciativas que possam contar com a firme parceria entre os setores público e privado, pode vir a ser o único caminho a ser trilhado pra recuperar a nossa combalida dinâmica econômica”, finaliza.

https://lh4.googleusercontent.com/-mBno7wc32O8/UZzf60OkU3I/AAAAAAAAD9Y/FqWfatTRz14/s800/casa%2520da%2520cultura.jpg

A queda de 0,2% na atividade econômica brasileira no terceiro trimestre deste ano em relação a igual período de 2013, anunciada sexta-feira pelo IBGE, deixou o país quase na lanterna do crescimento mundial. De uma lista de 34 economias, o Brasil ocupou a 31.ª colocação, segundo levantamento da consultoria Austin Rating.

O desempenho brasileiro ficou abaixo do verificado em países como Grécia e Espanha, que ainda tentam se reerguer de crises severas, e foi o pior entre as grandes economias emergentes, que compõem o Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul).

No topo do Brics, a China cresceu 7,3% no terceiro trimestre ante igual período do ano passado, enquanto a Índia teve alta de 5,3%. Já o Produto Interno Bruto (PIB) da África do Sul, que vive quadro de inflação elevada, juros altos e atividade em recuperação, teve aumento de 1,4%. A Rússia, mesmo às voltas com a crise geopolítica envolvendo a Ucrânia, avançou 0,7%.

O resultado brasileiro só não foi pior que a atividade de Itália, Japão e da própria Ucrânia. O economista-chefe da Austin Rating, Alex Agostini, responsável pelo estudo, atribui a má colocação do Brasil à gestão equivocada da política econômica.

“Há profundos problemas na gestão da política econômica, com destaque para a atabalhoada política monetária de juros relativamente altos com inflação alta e atividade econômica em retração. Além, é claro, da política fiscal expansionista”, disse Agostini, em relatório. Ler mais…