Crédito para comércio do NE, gestão empresarial, números do trabalho do Sistema Comércio e desafios do sindicalismo empresarial são destaques no 35º CNSE, em Fortaleza

 

A celebração de um convênio entre a Confederação Nacional do Comércio (CNC) e o Banco do Nordeste – que irá viabilizar a implantação de linhas de crédito com recursos do Fundo Constitucional do Nordeste (FNE) com taxas baixíssimas de juros e condições diferenciadas de contratação – e palestras e debates sobre temas como “Gestão do Amanhã”, “Varejo do Futuro”, “Conceitos Disney de Excelência aplicados à Gestão Sindical” e “Integração entre os braços sindicais do comércio e o novo sindicalismo empresarial” foram alguns dos pontos altos do 35º Congresso Nacional de Sindicatos Empresariais (CNSE), que teve início da quarta-feira, 15, e se encerra nesta sexta, 17, no Centro de Eventos do Ceará, em Fortaleza. O evento – o maior encontro anual do segmento – conta com a participação de uma comitiva com cerca de 40 empresários, diretores e executivos da Fecomércio RN e de sindicatos filiados à entidade, liderada pelo presidente do Sistema Fecomércio RN, Marcelo Queiroz.

O convênio entre CNC e Banco do Nordeste acerca da nova linha de crédito para o setor foi assinado pelos presidentes José Roberto Tadros (CNC) e Romildo Rolim (BNB) na quinta-feira, 16, e referendou uma negociação que começou a ser costurada no início de maio, em reunião realizada, na sede do banco (também em Fortaleza, e que contou com a presença do presidente potiguar e de presidentes de outras quatro federações de comércio do Nordeste (PE, AL, CE e PI) e de Minas Gerais. A iniciativa foi coordenada pelo presidente licenciado do Sistema Fecomércio Ceará e vice-presidente Administrativo da CNC, Luiz Gastão Bittencourt.

Para Marcelo Queiroz, a assinatura do convênio é um marco histórico. “Trata-se da aproximação efetiva do nosso segmento com o maior banco de desenvolvimento da região. Com isso, a nossa expectativa é que as empresas possam ter acesso ao crédito em condições melhores e de maneira mais ágil, potencializando, desta forma, a contribuição que o nosso segmento já dá ao desenvolvimento econômico do Nordeste”, afirmou ele.

A parceria também deve proporcionar outras ações, como pesquisas para o desenvolvimento de novos produtos e serviços; fortalecimento da capacitação das empresas (com temas de educação financeira, competitividade, produtividade e inovação); criação de uma rede regional de disseminação de informações, entre outras coisas.

Em 2018, o Banco do Nordeste aplicou cerca de R$ 32 bilhões em financiamentos a projetos de empreendimentos localizados na área de atuação da Sudene (composta pelos seguintes estados: MA, PI, CE, RN, PB, PE, AL, SE, BA, MG e ES), por meio dos Fundos Constitucional e de Desenvolvimento do Nordeste (FNE e FDNE).

Para 2019, foram aprovados para os dois fundos, respectivamente, orçamentos de R$ 23,7 bilhões e R$ 650 milhões.

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