economia Arquivo

Estavam exageradas as pigais notícias de que a economia da China tinha entrado em colapso irremediável e a do Brasil, em consequência, se afundou.
Seria preciso chamar o Armínio NauFraga, aquele que disse ao Mantega que a crise tinha acabado em 2009 e, portanto, a Dilma não podia invocá-la para justificar os apertos aqui.
O Globo dessa terça-feira faz o aviso fúnebre da Dilma em manchete: “China pode agravar crise no Brasil”.

A Urubóloga, do (Mau dia Brasil), infalível nessas horas de cor cinza, anuncia em tom cadavérico: “saída de Temer aumenta a incerteza e agora a situação externa piorou !”.
Em contra-partida, o PiG cheiroso, o Valor, da mesma organização (sic) Globo diz na pág. A2 que “China sinaliza com US$ 10 bilhões em credito para licitações no Brasil e na AL”.

O Valor manda o Globo às favas.
O mesmo Valor cheiroso observa na pág. A5 que as empresas de maior “Valor” –  um premio anual para conseguir anuncio… – não vão mudar os planos para 2016.

Empresinhas como Ambev, CCR, Bayer, Tigre, Queiroz Galvao, MBR e Samarco projetam continuar a crescer.
Como a anglo-holandesa Unilever – http://www.conversaafiada.com.br/economia/2015/08/20/maior-empresa-do-mundo-morre-de-rir-da-crise/ – que continuam a ganhar um monte de dinheiro no Brasil e se prepara para ganhar mais.

A crise é profunda … na e da Globo !
Se  você desligar a Globo o Brasil melhora !
Se sair de São Paulo, então, melhora ainda mais !

Do: Conversa Afiada.com.br

 

A alta de 9,57% no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) em 12 meses até agosto é o maior resultado observado neste confronto desde dezembro de 2003. Naquele ano, a variação acumulada era de 9,86%, informou nesta sexta-feira, 21, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No mês de agosto, o IPCA-15 subiu 0,43%, a maior taxa para o mês desde 2004 (0,79%).

O grupo Transportes registrou queda de 0,46% em agosto e foi um dos principais responsáveis pela desaceleração da taxa mensal. Com o resultado, o grupo teve um impacto de -0,08 ponto porcentual no índice. Só as passagens aéreas ficaram 25,06% mais baratas. Também tiveram influência negativa no índice o automóvel novo (-0,41%), o automóvel usado (-1,20%) e o etanol (-0,77%).

Os preços de Alimentos e Bebidas também deram uma trégua, desacelerando a 0,45%, após subir 0,64% em julho. Segundo o IBGE vários alimentos ficaram mais baratos de um mês para o outro, com destaque para batata-inglesa (-9,51%), açaí (-8,51%), tomate (-6,67%), feijão-preto (-4,30%), feijão-fradinho (-4,26%), feijão-carioca (-1,48%) e óleo de soja (-1,14%). Outros, porém, continuaram em alta, como leite longa vida (3,05%), refeição fora de casa (0,88%) e as carnes (0,87%).

Estadão Conteúdo

IMG-20150413-WA0024

O setor público consolidado – governos federal, estaduais e municipais e empresas estatais – registrou superávit primário de R$ 16,224 bilhões, no primeiro semestre deste ano, de acordo com dados do Banco Central (BC), divulgados hoje (31). Esse foi o pior resultado para o período na série histórica do BC, iniciada em dezembro de 2001. No primeiro semestre do ano passado, houve superávit primário de R$ 29,380 bilhões.

Em junho, o setor público registrou déficit primário de R$ 9,323 bilhões, contra R$ 2,1 bilhões de déficit registrado em igual período de 2014. O resultado do mês passado foi o pior da série histórica.

Em 12 meses encerrados em junho, o setor público registrou déficit primário de R$ 45,692 bilhões, o que corresponde a 0,80% do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país. Esse resultado em relação ao PIB também é o pior da série histórica.

O superávit primário, economia de recursos para pagar os juros da dívida pública, ajuda a conter o endividamento do governo, em médio e longo prazos. Mas as dificuldades em cortar gastos e em aumentar as receitas fizeram a equipe econômica reduzir para R$ R$ 8,747 bilhões, 0,15% do Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no país), a meta de superávit primário (economia para pagar os juros da dívida pública) para 2015. Desse total, 0,10% – R$ 5,8 bilhões – correspondem ao Governo Central. A meta anterior do setor público era R$ 66,3 bilhões ou 1,1% do PIB.

No primeiro semestre, o Governo Central (Tesouro, Banco Central e Previdência) registrou primário déficit primário de R$ 1,911 bilhão, enquanto os governos estaduais registraram superávit primário de R$ 16,426 bilhões. Os governos municipais registram superávit primário de R$ 2,868 bilhões. Já as empresas estatais federais, estaduais e municipais, excluídos os grupos Petrobras e Eletrobras, registraram déficit primário de R$ 1,159 bilhão. Ler mais…

A presidente Dilma Rousseff afirmou que o contingenciamento do Orçamento Geral da União de 2015, que será anunciado hoje (22), “não será nem tão grande nem tão pequeno”. Ela acrescentou que nenhum contingenciamento paralisa o governo. Dilma evitou comentar o valor do corte de gastos para este ano, mas a expectativa é que o valor seja de aproximadamente R$ 69 bilhões.

“Tem gente que acha que [o contingenciamento de verbas] vai ser pequeno. Não vai. Vai ser um e aí eu dou o conceito, não o número: nem tão grande que não seja necessário, nem tão pequeno que não seja efetivo, que não provoque nada. Ele tem de ser absolutamente adequado”, disse em entrevista ontem.

A presidente negou a possibilidade de paralisia no governo com o corte de verbas. Dilma comparou a economia do país à de uma casa. “Nenhum contingenciamento paralisa governo, o governo gasta menos em algumas coisas. É isso que acontece, é como em uma casa, quando a pessoa faz economia ela não paralisa a casa, ela faz economia. Nós vamos fazer uma boa economia para que o país possa crescer e possa ter sustentabilidade no crescimento”.

No início desta semana o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, disse que o contingenciamento deverá ficar entre R$ 70 bilhões e R$ 80 bilhões. Porém, após conversas na cúpula do Executivo, ficou definido que o corte será menor do que R$ 70 milhões. Ler mais…

Henrique prega cautela na discussão para concentrar conexões da TAM no Nordeste

O aeroporto Governador Aluízio Alves, em São Gonçalo do Amarante, pode ser o diferencial do Rio Grande do Norte para receber sediar um centro de conexões de voos domésticos e internacionais (hub) da TAM Linhas Aéreas, no Nordeste. A opinião é do ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves (PMDB). A capacidade de carga e estrutura de pista são pontos enaltecidos, mas o peemedebista alerta para a necessidade de cautela na discussão sobre o tema.

Em entrevista ao Jornal 96, da 96 FM, Henrique disse que já teve um contato preliminar com dirigentes da TAM para tratar da possibilidade de instalação do ‘hub’, que fará com que os passageiros e cargas da companhia façam no estado suas conexões para os destinos finais. A estimativa é que de 10 mil empregos diretos e indiretos sejam criados, com investimento de US$ 1,5 bilhão.

O ministro ponderou que o Rio Grande do Norte está em disputa com dois estados (Ceará e Pernambuco) fortes economicamente e politicamente. Henrique ressaltou, inclusive, que são necessárias obras de infraestrutura para que o estado tenha a viabilidade logística para ser escolhido e possa fazer valer a vantagem que tem com a estrutura do novo aeroporto.

Saiba na Tribuna do Norte

IMG-20150413-WA0024

A queda de 0,2% na atividade econômica brasileira no terceiro trimestre deste ano em relação a igual período de 2013, anunciada sexta-feira pelo IBGE, deixou o país quase na lanterna do crescimento mundial. De uma lista de 34 economias, o Brasil ocupou a 31.ª colocação, segundo levantamento da consultoria Austin Rating.

O desempenho brasileiro ficou abaixo do verificado em países como Grécia e Espanha, que ainda tentam se reerguer de crises severas, e foi o pior entre as grandes economias emergentes, que compõem o Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul).

No topo do Brics, a China cresceu 7,3% no terceiro trimestre ante igual período do ano passado, enquanto a Índia teve alta de 5,3%. Já o Produto Interno Bruto (PIB) da África do Sul, que vive quadro de inflação elevada, juros altos e atividade em recuperação, teve aumento de 1,4%. A Rússia, mesmo às voltas com a crise geopolítica envolvendo a Ucrânia, avançou 0,7%.

O resultado brasileiro só não foi pior que a atividade de Itália, Japão e da própria Ucrânia. O economista-chefe da Austin Rating, Alex Agostini, responsável pelo estudo, atribui a má colocação do Brasil à gestão equivocada da política econômica.

“Há profundos problemas na gestão da política econômica, com destaque para a atabalhoada política monetária de juros relativamente altos com inflação alta e atividade econômica em retração. Além, é claro, da política fiscal expansionista”, disse Agostini, em relatório. Ler mais…