Categoria: Saúde

Foto: Divulgação/Josué Damacena (IOC/Fiocruz)

O número de casos investigados do novo coronavírus no Brasil caiu para quatro. Os dados foram atualizados pelo Ministério da Saúde na tarde de hoje (14). De ontem para hoje, três casos foram descartados e um foi incluído, todos em São Paulo. Das quatro pessoas ainda sob suspeita de ter o vírus, cujo epicentro ocorreu na cidade chinesa de Wuhan, há uma criança de 2 anos, um adulto de 56 anos e duas pessoas na faixa dos 20 anos. Duas pessoas são do sexo masculino e duas são mulheres. Todos têm histórico de viagem à China, mas não a Wuhan.

Até o momento, 43 casos já foram descartados para o novo coronavírus. Dentre essas pessoas, foram confirmadas contaminações por influenza B, influenza A (H1N1), rhinovírus e adenovírus, entre outros.

De acordo com o secretário-executivo do ministério, João Gabbardo, o número de casos suspeitos tem caído de forma mais acelerada graças à velocidade no diagnóstico laboratorial. Os resultados estão saindo mais rapidamente e, com isso, excluindo os casos suspeitos.

“Enquanto não tivermos uma situação de circulação do vírus, esse será o padrão esperado, um pequeno número de suspeitos.”

Gabbardo frisou também que o ministério continuará mobilizado no monitoramento ao vírus pelo menos até o inverno, quando aumenta a possibilidade de doenças respiratórias. Ler mais…

SESAP/ASSECOM – Com o objetivo de proteger a população contra o sarampo, diante da circulação ativa do vírus da doença no país, o Ministério da Saúde, juntamente com as secretarias estaduais e municipais de Saúde, realizará a Campanha Nacional de Vacinação contra o Sarampo. A campanha conta com duas etapas, tendo a primeira delas início nesta segunda-feira (10), prosseguindo até 13 de março, com o dia D de Mobilização Nacional em 15 de fevereiro.

Na primeira etapa, o público alvo de vacinação são as pessoas na faixa etária de 05 a 19 anos. Já a segunda etapa, que acontecerá no período de 03 a 31 de agosto será voltada ao público de 30 a 59 anos de idade, com o Dia D de Mobilização Nacional em 22 de agosto.

No Rio Grande do Norte, existe na primeira etapa um público de 55.800 pessoas que não se encontram imunizadas com a primeira dose do sarampo. A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) está unindo esforços com as secretarias municipais de saúde, para atingir a meta de vacinar no mínimo 95% dessa população.

“A realização dessa ação e a adesão do público-alvo é imprescindível para garantir a devida proteção da população contra o sarampo e possibilitar a interrupção da circulação do vírus no país, sendo esse um passo importante para a recertificação da eliminação da doença do Brasil”, explicou a responsável técnica pelo Programa Estadual de Imunizações, Katiucia Roseli.

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SESAP/ASSECOM – Considerando o cenário de perigo iminente diante da atual situação epidemiológica do novo coronavírus na China e a confirmação da disseminação da doença em outros países, a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), por meio da Subcoordenadoria de Vigilância Epidemiológica (Suvige), lançou uma nota técnica para fortalecer as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) e Ministério da Saúde (MS).

O objetivo é alertar os profissionais de saúde quanto a possíveis casos sintomatológicos de doença respiratória que tenham histórico de viagem para as áreas de transmissão nos últimos 14 dias e que atendam à definição de caso suspeito do novo coronavírus.

A transmissão dos coronavírus costuma ocorrer pelo ar ou por contato pessoal com secreções contaminadas, como: gotículas de saliva, espirro, tosse, catarro, contato pessoal próximo – como toque ou aperto de mão, contato com objetos ou superfícies contaminadas, seguido de contato com a boca, nariz ou olhos.

Os principais sintomas clínicos referidos são principalmente respiratórios: tosse, febre e dispneia (dificuldades ao respirar). Não existe tratamento especifico para infecções causadas por coronavírus humano. Dependendo do caso algumas medidas podem ser adotadas para alivio dos sintomas, como uso de medicamento para dor e febre. Assim que os primeiros sintomas surgirem, é fundamental procurar ajuda médica imediata para confirmar ou descartar o diagnóstico e iniciar o tratamento.

A Sesap orienta aos profissionais de saúde que todo caso suspeito deverá ficar mantido em isolamento respiratório e deve ser notificado de forma imediata pelo profissional de saúde responsável pelo atendimento, ao Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (CIEVS/RN).

As precauções recomendadas para o público em geral são:

Lavagem de mãos frequente com água e sabão, com duração mínima de 20 segundos, ou usar um desinfetante para as mãos à base de álcool;

Evitar tocar nos olhos, nariz e boca, com as mãos não lavadas;

Evitar contato próximo com pessoas doentes;
Ficar em casa quando estiver doente;

Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com lenço de papel descartável, jogando-o no lixo após uso;

Manter os ambientes bem ventilados;

Limpar e desinfetar objetos e superfície tocados com frequência;

Não compartilhar objetos de uso pessoal (talheres, pratos ou garrafas);

Evitar aglomeração de pessoas;

Evitar contato próximo com animais selvagens e animais doentes em fazendas ou criações;

Evitar viagens à China e países com transmissão local do vírus, neste momento, e se possível evitar locais com casos suspeitos da doença.

Confira aqui a nota técnica.

Barreiras sanitárias no Rio Grande do Norte estão sendo cogitadas para prevenção de casos de coronavírus pela Secretaria de Saúde Pública (Sesap). O objetivo é realizar fiscalizações em aeroportos e rodoviárias a fim de conter possível epidemia que está assustando o mundo. O fato ainda deve ser discutido após decisão do Ministério da Saúde, mas Sesap considera a opção. Apesar da preocupação do Estado, Ministério da Saúde atualmente descarta a suspeita do vírus no Brasil.

O coronavírus é uma grande família viral que causa infecções respiratórias em seres humanos e animais. As infecções pelo coronavírus pode causar doenças respiratórias leves a moderadas, parecidas com um resfriado comum. Porém, também podem causar síndromes respiratórias graves, como a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS), que teve seus primeiros relatos na China, em 2002. A doença se disseminou rapidamente para mais de doze países na América do Norte, América do Sul, Europa e Asia, infectando mais de 8.000 pessoas e causando aproximadamente 800 mortes, antes da epidemia global de SARS ser controlada em 2003. Desde 2004, nenhum caso de SARS tem sido relatado mundialmente.

Em 2012, foi isolado outro novo coronavírus, distinto daquele que causou a SARS no começo da década passada. Esse novo coronavírus era desconhecido como agente de doença humana até sua identificação, inicialmente na Arábia Saudita e, posteriormente, em outros países do Oriente Médio, na Europa e na África. Todos os casos identificados fora da Península Arábica tinham histórico de viagem ou contato recente com viajantes procedentes de países do Oriente Médio (Arábia Saudita, Catar, Emirados Árabes e Jordânia).

Em 2019, na China, morreram 25 pessoas em nova epidemia de coronavírus no país, segundo autoridades. Mais de 600 pessoas foram afetadas pela doença. Até agora, além da China, foram notificados casos da doença na Tailândia, Coreia do Sul, Taiwan, Japão, Estados Unidos, Singapura, Arábia Saudita e Vietnã. A Organização Mundial da Saúde (OMS), durante reunião do comitê, declarou nesta quinta-feira (23) que ainda não é hora de declarar o coronavírus como uma emergência global.

Agora RN

Foto: Arquivo/Agência Brasil

Espírito Santo, Rio de Janeiro e nove estados do Nordeste podem ser alvo de um surto de dengue a partir de março deste ano.

O alerta é do coordenador de Vigilância de Arbovirose do Ministério da Saúde, Rodrigo Saidí.

Em entrevista exclusiva à TV Brasil, o especialista explicou que o período favorável ao aumento de casos da dengue no Brasil, que começou em novembro de 2019, vai até o próximo mês de maio, época de chuva.

Segundo Saidí, no entanto, a dinâmica da transmissão da doença é que pode ocasionar o surto nessas regiões. Hoje há quatro sorotipos da dengue e quando ocorre alteração do padrão de circulação, também aumenta o número de transmissões.

“A mudança no padrão de circulação, que está acontecendo agora nesses dois estados [Espírito Santo e Rio de Janeiro], e a possibilidade de isso ocorrer nos estados do Nordeste, em 2020, apontam para um cenário de risco”, disse o coordenador.

Saidí afirma que 80% dos criadouros do mosquito estão dentro das residências, por esse motivo, alerta sobre a importância de haver integração entre as políticas públicas de governo e a mobilização da população. Ele diz ainda que o controle deve ser feito porque, nesta época do ano, o mosquito completa seu ciclo de reprodução em 10 dias.

“É importante estar atento à caixa d’água, se ela está aberta ou não, à limpeza das calhas, à verificação permanente da presença de água em bandeja de ar-condicionado, na bandeja da geladeira, os pratinhos de vaso de planta; acondicionar adequadamente aqueles produtos que estão nos quintais, como garrafas e latas”. Ler mais…

A partir de 2020, o Sistema Único de Saúde (SUS) passará a ofertar uma dose de reforço da vacina de febre amarela para crianças com quatro anos de idade. Além disso, o Ministério da Saúde irá ampliar, gradativamente, a vacinação contra febre amarela para 1.101 municípios dos estados do Nordeste que ainda não faziam parte da área de recomendação de vacinação. Dessa forma, todo o país passa a contar com a vacina contra a febre amarela na rotina dos serviços. As novas diretrizes sobre as Campanhas Nacionais de Vacinação foram enviadas pela pasta aos estados e aos municípios em novembro deste ano para que estejam preparados para as ações do próximo ano.

Outra novidade para o ano que vem é que a campanha contra a gripe, realizada todos os anos entre abril e maio, contará com um novo público, os adultos de 55 a 59 anos. O objetivo é ampliar a vacinação dos grupos mais vulneráveis para a doença.

O público-alvo, portanto, representará aproximadamente 67,7 milhões de pessoas. A meta é vacinar, pelo menos, 90% dos grupos prioritários para a vacinação, que já conta com crianças, gestantes, puérperas, povos indígenas, pessoas com doenças crônicas, trabalhadores de saúde, idosos, entre outros.

As mudanças passam a valer a partir de 2020 e as datas para início das campanhas serão definidas por cada estado, a partir do Plano de Implantação elaborado por cada um. O Ministério da Saúde conta com estoque suficiente para atender a demanda, a partir da solicitação de quantitativo dos estados, responsáveis por fazer a distribuição das doses aos municípios. Ler mais…

Foto: Marcelo Camargo

A cada bolsa de sangue doada, até quatro vidas podem ser salvas no país, segundo estatísticas do Ministério da Saúde. No Dia Nacional do Doador de Sangue, comemorado nesta segunda-feira (25), a rede pública de saúde de todo o país reforça a importância da doação regular desse insumo vital. A data foi criada por meio de um decreto presidencial, em 1964, para marcar a fundação do primeiro centro de doadores voluntários de sangue no país. No Brasil, cerca de 3,3 milhões de pessoas são doadoras de sangue. Isso significa que 16, a cada mil pessoas, doam sangue regularmente.

“A nossa situação de doação de sangue no Brasil está atualmente em conformidade com o que a OMS [Organização Mundial da Saúde] preconiza para a segurança, que é entre 1% e 3% da população. Nós temos tido um percentual de 1,6% da população brasileira doando em serviços de coleta que fornecem sangue para a rede SUS, ou seja, para o Sistema Único de Saúde”, afirma Rodolfo Duarte Firmino, coordenador-geral de Sangue e Hemoderivados do Ministério da Saúde.

Apesar de estar dentro do padrão de doação recomendado internacionalmente, o Ministério da Saúde trabalha para ampliar o número de doadores, especialmente o de doadores regulares. Dados divulgados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) mostram que 42,9% das doações feitas em 2017 foram de primeira vez, 42% de repetição e 15% esporádicas. Além disso, a agência divulgou que, nas doações, há a prevalência dos tipos O+ e A+, contabilizando 43% e 30,7% das doações realizadas em 2017, respectivamente.

“São os doadores regulares que a gente percebe que mantêm abastecidos os bancos de sangue ao longo do ano”, diz Firmino. “Não tem nenhum substituto farmacêutico para o sangue, é um produto usado na medicina que só vem por meio da doação. Então, essas pessoas que foram lá no hemocentro de sua cidade fazer a doação esporádica, que retornem regularmente para doar, para não só termos os bancos de sangue abastecidos de forma mais perene, mas também porque a gente tem uma segurança desse sangue por a gente conhecer mais o doador”, acrescenta. Ler mais…

A segunda fase da Campanha Nacional de Vacinação contra o Sarampo começa nesta segunda-feira (18) em todo o país. As pessoas, na faixa etária de 20 a 29 anos de idade, são o alvo desta etapa.

De acordo com o último boletim epidemiológico sobre sarampo do Ministério da Saúde, esta faixa etária é a que mais acumula número de casos da doença. Nos últimos 90 dias de surto ativo, foram confirmados 1.729 casos em pessoas de 20 a 29 anos.

O secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Wanderson de Oliveira, disse que um dos motivos é que esse público não tomou a vacina em nenhuma fase da vida e, se tomou, não voltou para aplicar a 2ª dose, necessária para a proteção.

Para atingir essa faixa etária, o ministério adotou algumas estratégias. Uma delas é a realização da segunda fase da campanha de vacinação em locais de grande circulação dessas pessoas. A ação será realizada em conjunto pelas três níveis de governo: federal, estadual e municipal.

Agência Brasil

No Brasil, 35 novos casos de câncer são diagnósticos por dia, entre crianças e adolescentes de 01 a 19 anos. Diante dessa realidade a Confederação Nacional das Instituições de Apoio e Assistência à Criança e ao Adolescente com Câncer – Coniacc juntamente com as 50 instituições e casas de apoio filiadas espalhadas pelo Brasil promovem neste mês de novembro, ações de alerta e conscientização ao diagnóstico precoce, em alusão ao Dia Nacional de Combate ao Câncer Infantojuvenil (DNCCI) – referendado em 23 de novembro.

No Rio Grande do Norte, a Casa Durval Paiva vai promover o XIV Fórum do Diagnóstico Precoce no dia 20 de novembro, das 9 às 17h, no auditório do CTGAS/SENAI, na Av. Capitão-Mor Gouveia, 2770 – Lagoa Nova, visando capacitar os profissionais da saúde, estudantes e demais interessados na temática. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas pela internet http://bit.ly/2P7HOWi mediante a doação de uma lata de leite em pó, a ser entregue no dia do evento.

O Dia de Combate ao Câncer Infantojuvenil entrou no calendário nacional por meio da Lei de Nº 11.650, de 4 de abril de 2008 e atua, intensamente, na orientação e divulgação de informações em torno da doença que atinge milhares de jovens anualmente. Na mesma data também é referendado o Dia Estadual e Municipal de Combate ao Câncer Infantojuvenil. No RN, a Lei foi promulgada em março de 2008, através do Projeto do deputado José Dias e no Município de Natal, foi instituída em 2009, por meio da Lei de autoria do vereador Hermano Morais.

Entre os principais objetivos da data estão o estímulo de ações educativas e preventivas relacionadas ao câncer infantojuvenil; promoção de debates e eventos sobre políticas públicas de atenção integral às crianças e adolescentes com o câncer; apoio as atividades organizadas e desenvolvidas pela sociedade civil em prol dos pacientes; divulgação sobre avanços técnico-científicos relacionados à doença e principalmente apoio às crianças, adolescentes e seus familiares.

Para o presidente da Coniacc e da Casa Durval Paiva, Rilder Campos, o DNCCI chega para sintetizar todo o processo de trabalho e dedicação que acontece ao longo do ano. “Enfatizamos a data colocando em vista a divulgação dos sinais de alerta da doença para que a sociedade desenvolva uma cultura de entendimento de que o câncer infantojuvenil existe e que pode ser curado, se o diagnóstico for feito precocemente. Todas as instituições e casas de apoio estarão mobilizadas em divulgar e promover mais um grande Dia Nacional de Combate ao Câncer Infantojuvenil”, explica. Ler mais…

SESAP/ASSECOM – Novembro se tornou o mês de conscientização sobre os cuidados integrais com a saúde do homem, e a partir de uma campanha para discutir a temática do câncer de próstata e sua prevenção, surgiu o “Novembro Azul”.

Durante o mês, diversas ações e atividades relacionadas ao tema são desenvolvidas no Brasil e internacionalmente e incluem a prevenção e diagnóstico do câncer de próstata, saúde mental, infecções sexualmente transmissíveis, doenças crônicas (diabetes, hipertensão), prevenção e promoção na perspectiva do cuidado integral.

No Rio Grande do Norte, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesap), através da Área Técnica de Saúde do Homem, vem trabalhando essa temática junto aos municípios, buscando enfatizar o acesso e o acolhimento com qualidade da população masculina às ações e aos serviços de assistência integral da Rede SUS.

Entre as ações estão o estímulo ao pré-natal do parceiro em todos os serviços da localidade como estratégia de captação do homem para ações de sua saúde, capacitação de profissionais da Atenção Primária sobre os Guias: PréNatal do Parceiro para profissionais de saúde e Saúde do Homem para Agentes Comunitários de Saúde (ACS), além de sensibilização dos profissionais de saúde e da população em geral para a realização de cursos ofertados gratuitamente pelo Ministério da Saúde (MS).

“A área técnica de Saúde do Homem no Estado tem desenvolvido ações em conjunto com diversos setores da Sesap com o propósito de atingir tais objetivos relacionados à integralidade do cuidado”, explica a técnica da Saúde do Homem, Jaira Perez.

A Coordenação de Saúde do Homem do Ministério da Saúde (MS) propõe como tema das ações: “Homens como protagonistas do cuidado de sua saúde em todas as fases da vida”. E como slogan sugere: “Homens: Adolescentes, Jovens, Adultos e Idosos, sejam protagonistas da sua saúde! Mantenham hábitos saudáveis de vida e procurem uma Unidade de Saúde mais perto de vocês”.

O MS recomenda o planejamento de ações e organização dos serviços de saúde com relação ao homem ao longo de todos os meses do ano, e não apenas no mês de novembro, na perspectiva voltada à saúde integral do homem, ampliando o foco para além do câncer de próstata.

Dessa forma, orientações para a manutenção de alimentação saudável, evitando o fumo e consumo de bebidas alcoólicas, além da prática regular de atividades físicas são reforçadas junto a essa parcela da população.

São atos simples que promovem o bem-estar e ajudam a manter mente e corpo em perfeito funcionamento, prevenindo doenças. A ideia, desde o início, é promover uma mudança no conceito de ir ao médico, encorajando os homens a fazerem exames de rotina e a cuidarem da saúde constantemente.

Para ampliar e fortalecer a vacinação, o Ministério da Saúde estabelece metas para a liberação de recursos. Ao todo, serão R$ 206 milhões disponibilizados aos municípios que atingirem 95% da cobertura vacinal em crianças de 1 a 5 anos

A partir desta segunda-feira (7), o Brasil inicia nova Campanha Nacional de Vacinação contra o Sarampo em todos os postos de saúde, com foco em dois grupos. O primeiro vai de 7 a 25 de outubro e irá imunizar crianças de 6 meses a menores de 5 anos de idade, com o dia D de vacinação no dia 19 de outubro. Já o segundo grupo, previsto para iniciar no dia 18 de novembro, será direcionado para adultos na faixa-etária de 20 a 29 anos que não estão com a caderneta de vacinação em dia. A meta é vacinar 2,6 milhões crianças na faixa prioritária e 13,6 milhões adultos. Para isso, o Ministério da Saúde garantiu a maior compra de vacinas contra o sarampo dos últimos 10 anos. Ao todo, 60,2 milhões de doses da tríplice viral foram adquiridas para garantir o combate à doença nos municípios.

“Vacina é um direito da criança. Ela não consegue ir sozinha a uma unidade de saúde para se vacinar. Pais, responsáveis, avós chequem a carteira de vacinação como ato de respeito e de amor”, enfatizou o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta. “Se estiver incompleta, leve a criança para tomar a segunda dose. Se a criança não tiver tomado nenhuma, ela deve tomar a primeira dose e, na sequência, a segunda”, explicou o ministro.

Para incentivar a vacinação de crianças, o Ministério da Saúde irá disponibilizar R$ 206 milhões que serão destinados aos municípios que cumprirem duas metas estabelecidas pela pasta. Para receber esse recurso adicional, os gestores terão que informar mensalmente o estoque das vacinas poliomielite, tríplice viral e pentavalente e atingir 95% de cobertura vacinal contra o sarampo em crianças de 1 a 5 anos de idade com a primeira dose da vacina tríplice viral. ” Ler mais…

Relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostra que todos os anos milhões de pessoas sofrem as consequências, muitas vezes fatais, de erros médicos. As vítimas são sobretudo pessoas de camadas sociais mais pobres.

Em entrevista em Genebra, o chefe da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, informou que “morrem por minuto cinco pessoas devido a tratamento inadequado”.

Outro representante da organização, Neelam Dhingra-Kumar, comentou que se trata de “um problema global”, muitas vezes explicável por uma hierarquia demasiadamente rígida nos sistemas de saúde, em que médicos ou enfermeiros mais jovens não se atrevem a falar, ou funcionários encobrem erros cometidos por temer represálias.

Ainda segundo a OMS, quase metade (40%) dos pacientes sujeitos a tratamento ambulatório sofre os efeitos de erros médicos, percentual que baixa significativamente nos hospitais, embora permaneça, ainda assim, em preocupantes 10%.

A pesquisa mostra que anualmente 2,6 milhões de pessoas morrem nos 150 países de baixo ou médio rendimento devido a tratamentos médicos errados. Ler mais…

Foto: Wilson Dias

O retorno do sarampo a regiões do Brasil, contagiando principalmente adultos, fez com que a vacina tríplice viral voltasse a entrar em evidência. A Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) alerta, entretanto, que a surpresa de parte da população adulta em relação à necessidade de se vacinar comprova o desconhecimento em relação ao Calendário Nacional de Vacinação. Vice-presidente da SBIm, Isabela Balalai informa que a entidade criou um grupo multidisciplinar focado em como reverter essa situação.

“Parece que está todo mundo descobrindo e entendendo como uma coisa nova que o adulto tem que se vacinar. A vacina tríplice viral está no calendário do adulto há anos, e parece novidade”, adverte ela. “Há uma questão cultural de que vacina é coisa de criança. A gente aprendeu que precisa levar as crianças ao posto e não sabe que esse é só o primeiro desafio. A população desconhece que existe um calendário de vacinação rotineiro para o adulto”.

O contágio de sarampo traz uma preocupação adicional para a SBIm, porque ele indica que existe a possibilidade de um retorno da rubéola, doença que está erradicada no país. Como a imunização contra ambas e também contra a caxumba é garantida com a mesma vacina, a tríplice viral, Isabela Balalai afirma que o avanço do sarampo indica que a imunização contra as três doenças está abaixo do ideal. “Se o vírus da rubéola entrar no país, como é a mesma vacina, o cenário pode ser o mesmo”.

Com 37 anos, a securitária Ludmilla Tosoni conta que não costuma atualizar sua caderneta de vacinação de adulto, que só recebeu quando tomou a vacina de febre amarela, há dois anos. “A vacina da gripe foi a última que tomei. É uma vacinação que acontece aqui no trabalho, em uma campanha que eles fazem. Tomo pela facilidade”, diz ela, que sabe que precisa tomar a vacina da hepatite B e que pode encontrá-la gratuitamente no posto de saúde. “A vacinação de adultos é mais displicente que a vacinação de crianças. Quando se trata de crianças, as pessoas costumam ser mais cuidadosas, mais atentas”, reconhece. Ler mais…

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, disse hoje (22), após participar da abertura de um congresso sobre saúde suplementar, que o governo está preparando para o mês de outubro uma campanha de multivacinação para que as pessoas possam colocar a carteira de vacinação em ordem. Os registros já serão feitos em uma carteira digital.

“Porque é muito difícil ter em memória qual vacina e quando tomou, se vai viajar para algum lugar que exige a vacina. O aplicativo de vacinas no meio eletrônico vem para facilitar muito o controle das famílias”, explicou Mandetta.

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, participa do lançamento do programa Médicos pelo Brasil, no Palácio do Planalto.

Sarampo

O ministro ressaltou estar alerta ao controle do sarampo em São Paulo, e que já foram aplicadas quase 8 milhões de doses no estado. “Aqui em São Paulo estamos medindo dia a dia, semana a semana, e já há uma tendência de estabilização e queda. Estamos monitorando para saber como isso vai se comportar”. Ler mais…