Categoria: Saúde

Foto: Boletim epidemiológico covid-19 – Ministério da Saúde

As mortes decorrentes da pandemia do novo coronavírus chegaram a 158.969, de acordo com o balanço do Ministério da Saúde divulgado na noite desta quinta-feira (29), a partir de dados das secretarias estaduais de saúde.

Nas últimas 24 horas, foram registrados 513 óbitos. Ontem, o sistema de dados sobre a pandemia marcava 158.456 mortes geradas pela doença. Ainda há 2.333 falecimentos em investigação.

Ainda de acordo com o balanço do Ministério da Saúde, o número de pessoas infectadas com o novo coronavírus desde o início da pandemia atingiu 5.494.376. Entre ontem e hoje, foram notificados 26.106 novos diagnósticos positivos. Ontem, o sistema do ministério trazia 5.468.270 pessoas com covid-19 desde o início da pandemia.

Hoje o Ministério da Saúde também divulgou boletim epidemiológico mostrando que os casos por semana voltaram a crescer no país. Já as mortes seguem a trajetória de queda após quase dois meses de platô.

Conforme a atualização do ministério, ainda há 381.248 pacientes em acompanhamento. Outras 4.954.159 pessoas já se recuperaram da doença.

Covid-19 nos estados

Os estados com mais mortes são São Paulo (39.119), Rio de Janeiro (20.462), Ceará (9.326), Minas Gerais (8.916) e Pernambuco (8.599). As Unidades da Federação com menos óbitos são Acre e Roraima (692), Amapá (746), Tocantins (1.095) e Rondônia (1.454).

Agência Brasil

Foto: Reprodução/HUOL

Um dos principais receios em relação à cirurgia cardíaca é a recuperação, por causa das aberturas convencionais feitas no tórax, segundo os médicos. Mas, atualmente, já existem técnicas bem menos invasivas. Nesta semana, o Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL) realizou pela primeira vez uma cirurgia cardíaca de ponte de safena minimamente invasiva, ou seja, sem a necessidade de abertura da caixa torácica. O paciente foi um idoso de 76 anos, que apresentava obstrução nas artérias.

A técnica já era realizada em hospitais privados do estado há anos, mas ainda não havia sido utilizada na rede pública do Rio Grande do Norte. Por meio de pequenas incisões de cerca de cinco centímetros no tórax, são inseridas microcâmeras que permitem uma visão mais ampliada do coração, o que possibilita a realização de procedimentos nas artérias e válvulas cardíacas.

Na forma convencional, a cirurgia de ponte de safena é realizada por meio de uma abertura de pelo menos 20 centímetros entre as mamas do paciente, serrando o osso externo do tórax. Depois, a abertura é fechada com fios de aço. “Como a cirurgia é minimamente invasiva, não serramos o osso e não há risco de infecções como osteomielite. A área exposta é menor, com isso o trauma é bem menor também, mas exatamente com a mesma eficácia”, explica o cirurgião cardíaco Waldo Pinheiro, que está coordenando a implantação da técnica no HUOL.

Segundo o médico, a principal vantagem para o paciente é uma recuperação mais rápida e com menos restrições. O tempo médio de recuperação da cirurgia convencional é de 90 dias, e o da minimamente invasiva é de 15 a 20 dias. “O paciente que é operado de forma convencional, toda vez que ele for deitar, precisa ser de barriga pra cima. Já com a cirurgia minimamente invasiva, ele pode dormir até de rede que não vai ter complicações”, conta.

A escolha pela cirurgia minimamente invasiva será feita pela equipe médica do hospital, dependendo da patologia do paciente e também a disponibilidade na rede pública dos materiais necessários. Os materiais para a realização da primeira cirurgia cardíaca com a técnica foram adquiridos com recursos do médico que está coordenado a implantação no hospital. “Queria que os pacientes da rede pública também tivessem acesso a uma recuperação menos dolorosa”, explica.

Segundo o HUOL, o primeiro paciente operado com a técnica na rede pública do estado, no último dia 22, deve receber alta na próxima sexta-feira (30).

G1 RN

Desde o início da pandemia, o país acumula 5.409.854 casos confirmados de covid-19. Em 24 horas, foram registrados 15.726. As informações foram divulgadas hoje (26) no site sobre coronavírus do Ministério da Saúde.

O número de óbitos teve o acréscimo de 263 e o total chega a 157.397.

De acordo com o Ministério da Saúde, 4.865.930 pessoas que tiveram covid-19 conseguiram se recuperar da doença. Isso representa 89,94% do total de infectados.

Atualmente, 386.527 pacientes estão em tratamento em todo o país.

Estados mais afetados por covid-19

O estado de São Paulo acumula 1.092.843 casos confirmados de covid-19 e 38.753 mortes.

Minas Gerais tem 349.512 casos confirmados desde o início da pandemia. Desse total, foram registrados 8.779 mortes. De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde, 318.216 pessoas se recuperaram da doença. Atualmente, 22.517 pacientes estão em acompanhamento.

Na Bahia, dos 345.949 casos confirmados acumulados, 331.649 já são considerados recuperados, 6.803 encontram-se ativos e 7.497 tiveram óbito confirmado.

O Rio de Janeiro chegou a 302.746 casos confirmados de covid-19, com 20.213 mortes. Há outros 447 óbitos em investigação e 278.383 pacientes se recuperaram da doença.

Agência Brasil

Foto: Marcello Casal Jr

O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Marcos Pontes, ressaltou nesta segunda-feira (19), em entrevista ao programa Voz do Brasil, produzido pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC), que o medicamento nitazoxanida tem capacidade de reduzir em 95% a carga viral da covid-19 em pacientes no início do tratamento.

“A nitazoxanida começou a ser testada em fevereiro, junto com outras 2 mil drogas inicialmente com inteligência artificial, modelamento matemático, computação gráfica no Laboratório Nacional de Biociências e, desses, em cinco deles mostraram capacidade de inibir o vírus, pelo menos em forma simulada. Aí foram testados in vitro, em células humanas e, desses cinco, a nitazoxanida mostrou 95% de redução, inibição do vírus”, explicou. Segundo o ministro, os dados da pesquisa serão divulgados após revisão e publicação em periódico científico internacional.

O estudo clínico do Laboratório Nacional de Biociências sobre o uso do medicamento nitazoxanida em pacientes na fase precoce da covid-19 demonstrou eficácia no tratamento da doença, reduzindo a carga viral das pessoas infectadas. O anúncio foi feito em cerimônia no Palácio do Planalto, na tarde desta segunda-feira, com a participação do presidente Jair Bolsonaro.

De acordo com o ministro, foram realizados testes duplo cego, quando nem o paciente e nem o médico sabem qual a medicação está sendo tomada, e randomizados, quando os pacientes são distribuídos aleatoriamente em dois grupos, um que recebe o medicamento e outro que recebe um placebo. A dose oferecida era de 500 miligramas da nitazoxanida, três vezes ao dia, ou o placebo durante cinco dias. Ler mais…

Caso os testes clínicos em curso comprovem a eficácia das vacinas contra a covid-19, o Brasil está bem posicionado para obter doses já no ano que vem, avalia a professora da Universidade Federal de Goiás (UFG) Cristiana Toscano, que integra o Grupo Consultivo Estratégico de Especialistas em Imunização (SAGE) da Organização Mundial da Saúde (OMS).

A pesquisadora explicou que acordos já assinados pelo governo federal e pelo estado de São Paulo dão alternativas ao país, mas alerta que é preciso se apressar no planejamento para preparar os mais de 30 mil postos de vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS).

“No Brasil, a gente tem uma situação que considero bastante privilegiada, porque a gente tem os mecanismos bilaterais e o envolvimento do Brasil no Covax, que é um mecanismo multilateral”, disse a epidemiologista, que participou da Jornada Nacional de Imunizações, promovida pela Sociedade Brasileira de Imunizações. “A gente está bem posicionado do ponto de vista de acesso e de possibilidade e expectativa real de termos algumas vacinas já em 2021.”

Consórcio

No mês passado, o Brasil confirmou sua participação no consórcio Covax, organizado pela OMS para garantir acesso à imunização em todo o mundo. O fundo espera captar US$ 18 bilhões com o investimento de 80 países considerados autofinanciáveis, como o Brasil, para fornecer as vacinas para estes e mais 92 países que não teriam condições de fabricar ou comprar as doses.

Com a adesão, o país vai investir cerca de R$ 2,5 bilhões e espera adquirir um portfólio que, até então, tem nove vacinas em desenvolvimento, para garantir a proteção de 10% da população até o final de 2021. Ler mais…


Nos últimos dois anos, os órgãos de saúde têm registrado que as coberturas vacinais estão abaixo das metas estabelecidas pelo Governo Federal. Diante disso, o Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) reforça que durante esse mês está ocorrendo a Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e de Multivacinação contra patologias imunopreveníveis para evitar que esse público-alvo adoeça e seja agente transmissor de doenças.

Além disso, o dia “D” da mobilização nacional será no próximo sábado (17), com os poderes públicos e de toda a rede de proteção à infância e à juventude unindo esforços para atualizar as cadernetas de crianças e de adolescentes.

“Tem havido uma queda nos índices de imunização. Por questões sociais, muitas pessoas hoje se posicionam contra a vacinação, porém no atual período pandêmico a situação se agravou muito. As pessoas deixaram de procurar as unidades de saúde”, destacou a promotora de Justiça da 62ª de Natal, com atribuição na defesa dos direitos à saúde, Raquel Fagundes.

De acordo com a representante ministerial, a grande maioria das crianças está com o cartão de vacinação atrasado, seja porque os pais não foram às salas de vacina ou porque as próprias salas de vacina deixaram de funcionar também por falta de pessoal. “Então é o dia ‘D’ é a oportunidade para tentar reverter esse quadro”, apontou.

Os números sobre a cobertura de imunização referentes a Natal comprovam a tendência à queda dos números: Rotavírus foi 82,9% em 2019 e 68% em 2020; VIP, foi 79,8% em 2019 e 61,6% em 2020; Meningo C foi 81,6% em 2019 e 66,8% em 2020; Tríplice Viral foi de 92,6% em 2019 e 73,6% em 2020; Hepatite A foi de 81,4% em 2019 e 62,5% em 2020; Varicela foi de 62,6% em 2019 e 58,3% em 2020; Penta foi de 78,2% em 2019 e 56,1% em 2020; e Pneumo foi de 87,3% em 2019 e 69,9% em 2020.

A exceção ficou por conta da BCG, que apresentou índices satisfatórios nos dois últimos anos (a cobertura em 2019 foi de 114,9% e em 2020 de 127,8%). Os dados, fornecidos no boletim de imunização da secretaria de Saúde da Prefeitura do Natal, correspondem ao comparativo de janeiro a agosto de 2019 com os mesmos meses em 2020.

Até 2018 houve ampliação na abrangência da imunização na população em Natal, quando comparando os dados com 2016, em pelo menos três tipos de vacina: a Pentavalente, que aumentou a cobertura de 77,1% em 2016 para 99,23% em 2018; a Poliomielite, que passou de 72,48% de cobertura em 2016 para 95,49% em 2018; e a Pneumocócia, com cobertura ampliada de 83,37% para 92,01%.

O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) fixa diretrizes para salvaguardar e defender os direitos à vida e à saúde de crianças e adolescentes. Para isso, estabelece a imunização como um direito a ser garantido, incluindo a penalização dos pais que não levarem os filhos para serem vacinados.

MPRN


WayABA permite otimizar trabalho com terapia voltada para aprendizagem e interação social

O tratamento de crianças diagnosticadas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) é essencial para o desenvolvimento da comunicação, processo de aprendizagem e interação social. Pensando nisso, a startup WayAba – empresa vinculada à Inova Metrópole, incubadora do Instituto Metrópole Digital (IMD/UFRN) – desenvolveu uma série de novas funcionalidades para sua plataforma de auxílio ao diagnóstico e tratamento do autismo.

Implantadas no último mês, as funções já estão disponíveis para os usuários, que podem acessá-las tanto na plataforma web como no aplicativo mobile. Ambos funcionam de forma integrada, priorizando a metodologia da Análise de Comportamento Aplicada – tradução em português para a sigla ABA: Applied Behavior Analysis. Essas melhorias permitem, por exemplo, o compartilhamento de documentos entre analistas e os responsáveis pelo paciente, envio de mensagens entre usuários, agenda de compromissos, checklist de materiais pedagógicos e protocolos de avaliação.

Funcionalidade

A função central da WayAba é servir como um suporte para digitalização e tratamento das informações que são geradas pelo paciente durante a terapia, permitindo que o terapeuta possa arquivar tais dados ainda durante a sessão, poupando tempo e também agregando recursos que proporcionam a geração de relatórios e gráficos, que ajudam no diagnóstico e auxiliam o processo terapêutico.

O CEO da startup, Assis Barbosa, destaca que outra função específica é a capacidade da própria plataforma de analisar e comparar crianças com perfis parecidos e, a partir da identificação de um padrão, indicar ao terapeuta qual seria o melhor tratamento para determinado paciente. Ele explica que essa sugestão dada pela plataforma é baseada nos próprios dados armazenados ao longo de seu uso pelo terapeuta.

Diferente de outras soluções que existem no mercado, a WayABA é elaborada exclusivamente para aqueles profissionais que utilizam o método ABA em suas rotinas.

“O que existe hoje no mercado são aplicações para digitalização de informações e isso o nosso protótipo da WayABA já atende, mas vamos além, com a inteligência de dados, que é o nosso grande diferencial. A geração de relatórios que descrevem os dados coletados, por exemplo, permitem que o terapeuta possa tomar uma decisão a partir dessas informações organizadas”, reforça Assis Barbosa. Ler mais…

G1 – O vírus responsável pela Covid-19 pode sobreviver em notas de dinheiro, telas de celulares e aço inoxidável por até 28 dias, segundo um estudo divulgado pela agência científica nacional da Austrália (CSIRO).

A descoberta sugere que o SARS-CoV-2 pode permanecer em superfícies por muito mais tempo do que se pensava. O estudo foi publicado na revista científica “Virology Journal”.

Os pesquisadores descobriram que, a 20 graus Celsius (aproximadamente a temperatura ambiente), o vírus SARS-CoV-2 permanece infeccioso por 28 dias em superfícies lisas, como vidro de telas de celulares e cartões plásticos.

Outros experimentos foram realizados a 30 e 40 graus Celsius, com tempos de sobrevivência diminuindo com o aumento da temperatura.

“Nossos resultados reforçam a necessidade de boas práticas, como a lavagem regular das mãos e limpeza das superfícies”, alertou a diretora adjunta da Australian Centre for Disease Preparedness (ACDP) Debbie Eagles.

Em comparação, o vírus da gripe pode sobreviver nas mesmas circunstâncias por 17 dias.

Os experimentos foram realizados no escuro, já que a luz ultravioleta demonstrou matar o vírus. “Estabelecer por quanto tempo o vírus realmente permanece nas superfícies nos permite prever e mitigar sua disseminação com mais precisão, e fazer um trabalho melhor de proteger o nosso povo”, disse o presidente-executivo da CSIRO, Larry Marshall.

Foto: Marcelo Camargo

Começa hoje (5) a Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite para crianças de até 5 anos. A mobilização vai até o dia 30 de outubro em postos de saúde de todo o país. Os órgãos de saúde alertam que a população deve procurar o serviço mesmo com a pandemia de covid-19, pois a vacina é de extrema importância para manter as crianças imunes à doença. No sábado (17), a vacinação será reforçada com o dia de mobilização nacional.

Também a partir desta segunda-feira, inicia-se a campanha nacional de multivacinação. Crianças e adolescentes menores de 15 anos, não vacinados ou com esquemas incompletos de qualquer vacina, devem comparecer às unidades de saúde para atualizar a caderneta de vacinação.

No público-alvo da campanha contra a poliomielite estão crianças menores de 5 anos de idade, com estratégias diferenciadas para crianças com até 1 ano incompleto e para aquelas na faixa etária de 1 a 4 anos. A depender do esquema vacinal registrado na caderneta, a criança poderá receber a Vacina Oral Poliomielite (VOP), como dose de reforço ou dose extra, ou a Vacina Inativada Poliomielite (VIP), como dose de rotina.

A estimativa do Ministério da Saúde é que haja no país 11,2 milhões de crianças nessa faixa etária. A meta é imunizar 95% desse público. Ler mais…

Foto: Fernando Frazão

O Brasil chegou a 4,9 milhões de casos acumulados de infecção pelo novo coronavírus. Nas últimas 24 horas, foram 26.310 novos registros confirmados de covid-19, totalizando 4.906.833. Até ontem, o número de casos da pandemia estava em 4.880.523.

Desse total, ainda há 512.272 casos em acompanhamento e outras 4.248.574 de pessoas já se recuperaram da doença. Os dados são do boletim do Ministério da Saúde, divulgado no início da noite de hoje (3). O órgão consolida diariamente as informações enviadas pelas secretarias estaduais de saúde de todo o país.

De acordo com o balanço, o total de mortes em razão da pandemia é de 145.987. Nas últimas 24 horas, as secretarias de saúde acrescentaram às estatísticas 599 novos óbitos. Outros 2.412 mortes estão em investigação.

Covid-19 nos estados

O estado de São Paulo atingiu um milhão de infectados pelo novo coronavírus desde o início da pandemia. Ao todo, o estado acumula 1.003.429 de casos confirmados de covid-19. Desses, 865.135 pessoas estão recuperadas.

De acordo com o boletim do Ministério da Saúde, o total de mortes em São Paulo chegou a 36.136. O Rio de Janeiro vem em segundo lugar na estatística com 18.749 óbitos, seguido de Ceará (9.050), Pernambuco (8.318) e Minas Gerais (7.569). As Unidades da Federação com menos óbitos são Roraima (661), Acre (667), Amapá (715), Tocantins (966) e Mato Grosso do Sul (1.335).

Agência Brasil

SESAP/ASSECOM – A Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e a Campanha Nacional de Multivacinação para Atualização da Caderneta de Vacinação das crianças e adolescentes com até 15 anos de idade têm início na próxima segunda-feira (05), em todo o país. A campanha é promovida pelo Ministério da Saúde e, no RN, é coordenada pelo Programa Estadual de Imunizações da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap).

Com encerramento em 30 de outubro, a campanha tem como dia “D” de divulgação e mobilização nacional, a data de 17 de outubro. Os objetivos da iniciativa são reduzir o risco de reintrodução do poliovírus selvagem no país, oportunizar o acesso às vacinas, atualizar a situação vacinal, aumentar as coberturas vacinais e homogeneidade, diminuir a incidência das doenças imunopreveníveis e contribuir para o controle, eliminação e/ou erradicação dessas doenças.

O grupo alvo da vacinação contra a poliomielite são as crianças menores de 5 anos de idade, com estratégias diferenciadas para as crianças menores de um ano e para aquelas na faixa etária de 1 a 4 anos de idade. Já na multivacinação, o público-alvo são as crianças e adolescentes menores de 15 anos de idade. Serão ofertadas todas as vacinas do calendário básico de vacinação da criança e do adolescente, a fim de diminuir o risco de transmissão de enfermidades imunopreveníveis, bem como reduzir as taxas de abandono do esquema vacinal.

Com a realização da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite, o Brasil reafirma o compromisso internacional assumido de manter o país livre da doença, com o alcance de altas e homogêneas coberturas vacinais.

Brasil não detecta casos de poliomielite desde 1990

Atualmente, no cenário global da poliomielite, existem dois países endêmicos (Paquistão e Afeganistão). Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) entre 01 de janeiro a 19 de agosto de 2020 apresentam 102 casos registrados, sendo 37 no Afeganistão e 65 no Paquistão.

O Brasil não detecta casos desde 1990 e em 1994 recebeu da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) a Certificação de área livre de circulação do poliovírus selvagem do seu território, juntamente com os demais países das Américas e vem empenhando esforços para atingir a meta dos indicadores preconizados pelo Ministério da Saúde para manutenção do país livre da doença.

No Rio Grande do Norte, o último caso de poliomielite foi registrado em 1989, no município de São José do Seridó.

A Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) atualizou os números do coronavírus neste domingo (27). Os casos confirmados somam 68.627.

Com relação aos óbitos no Rio Grande do Norte, são 2.377 no total. Foram 5 óbitos a mais que ontem, porém a Sesap não detalhou quantos de fato teriam ocorrido nas últimas 24 horas e quantos seriam oriundos dos óbitos em investigação.

A taxa de ocupação de leitos críticos registrada por volta das 15h deste domingo era de 37,97% com 158 leitos disponíveis, segundo a plataforma de regulação do Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde – LAIS/UFRN.

Via Blog do BG

A Organização Mundial da Saúde (OMS) disse à China que apoia e compreende que o país inicie a administração de vacinas contra coronavírus experimentais enquanto os testes clínicos ainda estão em andamento, disse uma autoridade de saúde chinesa nesta sexta-feira (25).

A China fez contato com a OMS no final de junho e lançou seu programa emergencial em julho, de acordo com Zheng Zhongwei, autoridade da Comissão Nacional de Saúde do país.

Centenas de milhares de trabalhadores essenciais e outros grupos limitados de pessoas que se considera correrem risco alto de infecção receberam a vacina, embora sua eficácia e segurança ainda não tenham sido plenamente estabelecidas, já que os testes clínicos de estágio avançado estão incompletos.

“No final de junho, o Conselho de Estado da China aprovou o plano de um programa de uso emergencial de vacina contra coronavírus”, disse Zheng em uma coletiva de imprensa.

“Após a aprovação, em 29 de junho, fizemos contato com os representantes relevantes do escritório da OMS na China e obtivemos apoio e compreensão da OMS”, disse.

O representante da OMS na China não respondeu de imediato a um pedido de comentário.

A cientista-chefe da agência, Soumya Swaminathan, disse em Genebra neste mês que autoridades reguladoras nacionais podem aprovar o uso de produtos médicos em suas próprias jurisdições na situação atual de emergência, mas descreveu a medida como uma “solução temporária”.

A solução de longo prazo está na conclusão dos testes de estágio avançado, disse a autoridade da OMS.

Fonte: Reuters

Foto: Divulgação

Com direito a transmissão ao vivo pela internet de todo o procedimento, o neurocirurgião potiguar Márcio Ramalho, do Trauma Center, realizou nesta sexta-feira (4), em Natal, uma cirurgia que utiliza uma técnica inovadora para tratar problemas da coluna. A operação aconteceu no Hospital do Coração.

A partir da técnica de videoendoscopia, o médico retirou um tumor benigno da coluna de um paciente de 78 anos. O problema estava alojado na região da segunda vértebra lombar.

O principal destaque da cirurgia é que, para fazer a retirada do tumor, o neurocirurgião só precisou abrir menos de 1 centímetro na pele do paciente.

Márcio Ramalho conta que é um dos raros especialistas no mundo que utilizam essa técnica para tratar tumores benignos na coluna. Ele explica que a videoendoscopia já é utilizada para tratar problemas como a hérnia de disco, mas que, para retirar tumor benigno, só foi empregada sete vezes – todas por ele em seus pacientes.

O médico potiguar ressalta que, para pacientes idosos – principais acometidos de problemas na coluna –, quanto menos invasiva for a cirurgia, melhor.

“O paciente só leva um ponto na pele e tem alta com menos de 12 horas. Destrói menos o músculo e a pele. Com menos destruição tecidual, também há menos risco de infecção. É uma cirurgia muito ‘limpa’. Além do mais, diminui o trauma metabólico da anestesia. Afinal de contas, quanto maior o corte, maior é a lesão dos tecidos e o anestésico para que o paciente suporte o corte”, enfatiza Márcio Ramalho.

O especialista relata que já fez essa cirurgia outras sete vezes nos últimos três anos, mas que esta foi a primeira com transmissão ao vivo pela internet. Com a transmissão, outros neurocirurgiões pelo mundo afora acompanharam o procedimento e compartilharão experiências.

Neurocirurgião com especialização em instituições da Alemanha e dos Estados Unidos, Márcio Ramalho é membro da equipe do Trauma Center. Ele também é credenciado no corpo cirúrgico do Hospital Albert Einstein, de São Paulo, um dos mais prestigiados hospitais do País, e está à frente de uma equipe que treinará cirurgiões de coluna em várias partes do Brasil na Universidade Cidade de São Paulo (Unicid).

Do Portal Agora RN