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Foto: Reprodução 


Um novo decreto publicado pelo Governo do Rio Grande do Norte nesta quarta-feira (20), no Diário Oficial do Estado (DOE), prorrogou as medidas de isolamento social até 4 de junho por conta da Covid-19. Além do acréscimo no tempo de restrições, o texto autoriza a reabertura de Centrais do Cidadão em algumas cidades do interior e recomenda o fechamento de orlas nos finais de semana.


Com recomendações sobre o funcionamento, o retorno das atividades das Centrais do Cidadão serão para uso exclusivo do Instituto Técnico-Científico de Perícia (ITEP) e do Sistema Nacional de Emprego (SINE).

Cidades que terão a Central do Cidadão reabertas para uso exclusivo do SINE:

Apodi
Assu
Currais Novos
João Câmara
Santa Cruz
Pau dos Ferros.
Os serviços disponibilizados pelo Sine são destinados para o auxílio ao trabalhador desempregado, com o seguro-desemprego, vagas de trabalho e projetos para jovens.

Cidades que as centrais voltarão a funcionar para uso apenas do ITEP:

Parnamirim
São Gonçalo do Amarante
São José de Mipibu
Os serviços oferecidos pelo órgão na Central do Cidadão são voltados para a emissão de Registros Gerais (RGs), as chamadas carteiras de identidade.

Para o retorno do funcionamento, recomendações para evitar a propagação do coronavírus foram incluídas pelo Governo do Estado, como:

Distanciamento mínimo de um metro e meio entre as pessoas;
Realização de controle de frequência não superior a 20 pessoas;
E a disponibilização ininterrupta e suficiente de álcool em gel 70%, em locais fixos de fácil visualização e acesso.
Com decretos de distanciamento social em vigor desde o dia 22 de março, o Governo do RN ainda busca maneiras para tentar evitar que o vírus continue se espalhando.

No último boletim da Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap), o RN já possui 3.483 casos confirmados de coronavírus e 160 óbitos decorrentes da doença.

Nesta terça-feira (20), o Brasil contabilizou a marca de 1.179 mortos em 24h, pela Covid-19.

Fonte: portal Agora RN


Foto: vereadora  Dadaia Ribeiro e o dep. Kleber Rodrigues – PL)


Dadaia e uma macaibense que tem paixão por sua terra, pelo seu povo, traz em seu DNA o amor pela política, sempre acreditando que a política e uma grande ferramenta de transformação social.


Filha de um Feirante e uma Comerciante, formada em Letras e Bacharel em Direito, Dadaia sempre viveu em Macaíba, aqui formou sua família, aonde moram no mesmo endereço até hoje.


Dadaia está em seu segundo mandato, atuante na Câmara Municipal, a vereadora e propósitora de muitos Projetos que abrangem vários seguimentos da sociedade.


Atualmente filiada ao PL (Partido Liberal) Dadaia segue para dispultar o seu terceiro mandato.


FELIZ ANIVERSÁRIO Vereadora Dadaia Ribeiro que todos os seus Sonhos se realizem.


Por Enoleide Farias de Agecom


Uma ação conjunta entre a Escola Agrícola de Jundiaí (EAJ) e o Movimento Banquetaço, sob a coordenação do professor Tarcísio Gonçalves Júnior, resultou na arrecadação de 1,5 toneladas de alimentos adquiridos com os agricultores do assentamento Quilombo dos Palmares, em Macaíba. Esses alimentos, posteriormente, serão doados a moradores em situação de vulnerabilidade no bairro Nossa Senhora da Apresentação, em Natal. A ação Feira Solidária foi idealizada com o objetivo de ajudar os assentados que trabalham na agricultura familiar a escoar a produção dos últimos dias, que não estava sendo comercializada em decorrência do isolamento social causado pela pandemia da covid-19. Procurado, o professor Tarcísio Jr., com a coordenadora do Banquetaço, Gabriela Lopes, lançaram então uma campanha de doação voluntária no valor de R$20, cuja arrecadação, em dois dias, possibilitou a compra de 1,5 toneladas de alimentos hortifrutigranjeiros.

“Ficamos surpresos com a enorme solidariedade e participação das pessoas, que resultou no sucesso da nossa empreitada”, disse o professor. Ele replicou que a relação da EAJ com os assentados já existia, por causa do projeto de extensão Feira de Agricultura Familiar, desenvolvido na EAJ nos anos de 2018 e 2019.

Por meio de edital, dois assentamentos selecionados participavam do projeto, que realizava semanalmente uma feira nas dependências da Escola. Neste ano, porém, com a pandemia, o projeto não aconteceu, trazendo prejuízos aos assentados.

Colheita, embalagem e transporte

Sobre a ação, o professor explicou que depois do sucesso das doações, na etapa inicial, a preocupação dos organizadores se voltou para viabilizar a logística de retirada dos alimentos, de acordo com as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), e transporte dos gêneros de Macaíba para Natal.

Mais uma vez, os assentados demonstraram compromisso e, além da colheita, colaboraram com a embalagem dos alimentos e montagem das cestas de acordo com as recomendações sanitárias, no contexto de pandemia. Os produtos são banana, mamão, batata doce, macaxeira e coco.

Para o transporte dos produtos de Macaíba até o bairro de Nossa Senhora da Apresentação, na Zona Norte de Natal, os organizadores da Feira Solidária contaram com outro parceiro para a contratação do frete.

Agora, segundo o professor, os cuidados se voltam para a etapa final, a de distribuição dos alimentos, que será realizada, também, em parceria com uma outra entidade, para que os produtos cheguem aos destinatários finais. Essa etapa será acompanhada pelo professor Tarcísio Júnior, que pretende que todo o processo siga os cuidados e as recomendações dos agentes sanitários. Entre as orientações está a de evitar aglomerações e preservar o distanciamento recomendado no atual contexto.



Iniciativa pode ser ampliada

A iniciativa do professor Tarcísio Júnior pode ganhar novos adeptos e ser ampliada, inclusive, para fora do Rio Grande do Norte. Ele explicou que está em contato com outras entidades, o que pode levar a Feira Solidária para outros estados.

O Instituto Federal de Goiás (IFG) pretende replicar a ação, e outras instituições não governamentais, como o Banquetaço, pretendem levar a iniciativa a outros lugares do país. Formado em Gastronomia, o professor Tarcísio Gonçalves Júnior integra a coordenação do curso de Agroindústria da EAJ. O Movimento Banquetaço atua em defesa da agroecologia e da segurança alimentar.


Por João Mário Costa – Comunicação EAJ-UFRN


Criado em 1980, por iniciativa do então reitor Dr. Diógenes da Cunha Lima, o curso de Zootecnia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) iniciou suas atividades no Campus de Nova Cruz-RN no primeiro semestre do ano de 1981.

O curso enfrentou diversas dificuldades e falta de estrutura na época. No início do desenvolvimento das atividades, as aulas eram ministradas pelos professores da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), no Campus de Areia, onde já funcionava um curso de Zootecnia. As aulas práticas e de campo, por sua vez, aconteciam nas estações experimentais da EMPARN, em São Gonçalo do Amarante e Jandaíra, e também em outras fazendas modelos, dentre elas, a Fazenda Califórnia, também em São Gonçalo.

No ano de 1985, o curso foi transferido para Natal e tinha como base a Escola Agrícola de Jundiaí (EAJ-UFRN), em Macaíba. A mudança para o Campus Central da UFRN se deu tendo em vista o Departamento de Agropecuária, no Centro de Tecnologia, que contava com um quadro de professores que viria a dar suporte para o curso, além do funcionamento da EAJ-UFRN como base para as atividades práticas. Em 2007, o curso de zootecnia foi transferido definitivamente para a Unidade Acadêmica Especializada em Ciências Agrárias, que está inserida na Escola Agrícola de Jundiaí. Apesar disso, os alunos ainda passavam três semestres cursando disciplinas na capital potiguar, e só os demais semestres eram cursados em Macaíba. A mudança nesse inconveniente se deu no ano passado, quando as disciplinas passaram a ser ministradas integralmente na EAJ-UFRN, o que contribuiu para a diminuição da evasão.

Desde a sua criação, o curso já formou 524 zootecnistas, que atuam nos mais diferentes segmentos da área. Segundo o professor Valdi de Lima Júnior, coordenador do curso, o profissional zootecnista tem uma responsabilidade muito grande na garantia da alimentação humana. “Nós alimentamos o mundo. Somos responsável pela produção de proteína de origem animal. Para isso, nutrimos e realizamos de forma adequada o manejo desses animais. Tudo isso garantindo o bem estar animal e a sustentabilidade”, disse.

O professor lembra ainda que nesse período, em que o mundo enfrenta uma pandemia, o papel do zootecnista acaba ganhando uma maior visibilidade. Se antes esses profissionais não tinham o reconhecimento necessário, hoje o mundo precisa entender a importância de um zootecnista para a alimentação humana, já que este também é responsável por garantir a segurança e a produção desses alimentos.

O curso de Zootecnia da UFRN conta com uma infraestrutura excelente para o desenvolvimento de práticas e pesquisas de relevância nacional e internacional. 90% do corpo docente é formado por doutores. A instituição conta com setores produtivos como a bovinocultura, suinocultura, avicultura, caprinocultura, cunicultura e piscicultura, que contribuem ainda mais para uma formação de excelência dos estudantes.

Aproveitando a comemoração dos 40 anos de criação do curso e o dia do zootecnista, celebrado na última quarta-feira (13), a coordenação do curso, com apoio Direção Acadêmica da Unidade, da Associação Brasileira de Zootecnistas (ABZ), do CA de Zootecnia, do grupo PET Zootecnia e da Rusticus Júnior, realizou a segunda edição do “Dia Z”, com palestras sobre a atuação e os desafios do zootecnista em tempos de pandemia.

O “Dia Z” foi criado em alusão ao dia do zootecnista, que é regulamentado pela Lei 13.596 de 2018. Com esse dia, a coordenação busca estimular os estudantes com palestras de ex-alunos do curso, mostrando o sucesso profissional de muitos deles e estimulando a busca pelo conhecimento.

Na quarta, a palestra foi ministrada pelo Prof. Dr. Marinaldo Ribeiro, zootecnista formado pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) e atual presidente das Sociedade Brasileira de Zootecnia (SBZ) e da Associação Brasileira de Zootecnia (ABZ), além dos zootecnistas formados pela UFRN, Tawfic Hasbun, diretor da Associação Norte Rio Grandense de Criadores (ANORC), e Edgar Manso, MBA em Gestão Estratégica de Pessoas.

Nesta quinta-feira (14), o palestrante convidado foi o zootecnista Bruno Lucchi, Superintendente Técnico da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

As palestras foram realizadas de forma virtual, através das redes sociais da Escola Agrícola de Jundiaí.

O Rio Grande do Norte tem o pior índice de cumprimento do isolamento social entre os estados do Nordeste. No Brasil, o estado potiguar ocupa a 5ª posição entre os que menos têm adotado as medidas do afastamento, que são utilizadas para reduzir o avanço da pandemia do novo coronavírus.


O levantamento é realizado pela empresa de tecnologia In Loco, que tem feito um acompanhamento nacional sobre o assunto, com base em dados de 60 milhões de brasileiros, usuários de vários aplicativos de smartphones.


Segundo o estudo, neste sábado (9) o índice do RN na escala de cumprimento das medidas de isolamento era de 39,6%. A pior taxa do Brasil foi a de Goiás: 37,45%. No domingo (10), o índice potiguar chegou a 43%, contudo continuou nas mesma posições nas tabelas regional e nacional, porque os demais estados também cresceram alguns pontos percentuais.

Do portal G1RN

Confira na íntegra AQUI

Iniciativa é do Conselho Regional de Economia e conta com apoio da empresa VondME e Instituto Metrópole Digital (IMD/UFRN)


Com o objetivo de contribuir com o comércio potiguar durante o período de isolamento social, o Conselho Regional de Economia (Corecon/RN) e o Instituto Metrópole Digital (IMD/UFRN) firmaram uma parceria que visa aquecer as vendas para o Dia das Mães.

A iniciativa se constitui na disponibilização gratuita e na divulgação de uma plataforma de vendas online, desenvolvida por uma startup da incubadora de empresas Inova Metrópole, do IMD. Essa plataforma também funciona como vitrine virtual para que pequenos e médios empreendedores exponham e vendam seus produtos, mesmo à distância.

“Nossa ideia é fazer com que, nesse Dia das Mães, muitos pequenos negócios sejam beneficiados pela tecnologia, para que continuem firmes nesse tempo de quarentena”, comenta o CEO Pedro Vasconcelos, da VondME, empresa responsável por desenvolver a plataforma.

A ação visa conscientizar e encorajar os empreendedores a aderirem a canais de vendas online, de maneira que a produção e a comercialização de presentes sejam otimizadas até o dia 10 de maio, data comemorativa em que o consumo é expressivo e fundamental para muitos estabelecimentos.

Digitalizar

Se antes a tecnologia era vista como fator importante para uma revolução no setor do comércio, hoje ela já se tornou essencial. Segundo Vasconcelos, digitalizar um negócio transformou-se em critério para a sobrevivência de lojas e prestadores de serviço.

“É uma alternativa para esse período difícil. Em uma pesquisa recente, constatou-se que mais de 50% dos estabelecimentos do bairro do Alecrim não possuíam canal de vendas online, o que é preocupante, pois sabemos que essas restrições são uma ameaça até para a sobrevivência desses comércios”, comenta Vasconcelos.

Segundo dados levantados pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), empresários de todo o Brasil já declararam uma queda de 69% em seu faturamento semanal. Em contrapartida, segundo o relatório da Ebit/Nielsen, no início de abril deste ano, as vendas online apresentaram crescimento de 3,6% no país.

O CEO da VondME também relatou uma crescente procura por sua plataforma no período de quarentena. “Naturalmente, aplicativos de todo o tipo têm sido bastante demandados. Por isso, ainda que haja o lucro, é preciso que o mercado se una, um ajudando o outro, priorizando sempre o produtor e o pequeno empreendedor local”, enfatiza o CEO.

Durante a quarentena, a VondME diminuiu o preço de suas taxas de comissão, de maneira a facilitar o acesso dessa tecnologia aos empreendedores que sofrem com a crise econômica.


Foto: Najara Araújo/Câmara dos Deputados/Divulgação 


A Câmara Federal aprovou nesta terça-feira (5) o Programa Federativo de Enfrentamento ao Coronavírus (PLP 39/20) que prevê repasses de 60 bilhões e suspensão de dívidas que elevam o impacto total a R$ 120 bilhões a estados e municípios, durante a pandemia do coronavírus.

O texto elaborado pelo Senado substitui proposta aprovada anteriormente pela Câmara (PLP 149/19) e muda a forma de distribuição dos recursos. Apesar de discordarem da estratégia do Senado, deputados aprovaram o projeto para garantir o rápido envio da proposta à sanção presidencial e possibilitar a liberação dos recursos. O texto ainda pode ser alterado por emendas, que serão votadas separadamente.

O deputado Pedro Paulo (DEM-RJ), relator da proposta de ajuda aos entes federados durante a pandemia de covid-19, recomendou a aprovação do texto elaborado pelo Senado com apenas duas emendas de redação. “Considero imperioso garantir que os recursos cheguem rapidamente aos estados, ao Distrito Federal e aos municípios”, disse.

Mas o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, rejeitou as emendas de redação apresentadas pelo relator. Segundo Maia, essas emendas tinham como objetivo evitar mudanças profundas no texto, o que exigiria o retorno da proposta ao Senado.

Durante a sessão virtual do plenário, parlamentares criticaram o congelamento dos salários de servidores da União e dos entes federados. Essa contrapartida resultou de acordo para que a equipe econômica desse aval ao texto pelo Senado, que substitui versão aprovada em abril pela Câmara diante da urgência decorrente do estado de calamidade pública.

Segundo o relator, o texto do Senado avança ao estabelecer limite global para o auxílio financeiro da União e no aprimoramento das vedações para aumento de despesas nos entes federados. No entanto, Pedro Paulo alertou que a combinação de critérios de distribuição dos recursos elaborada pelos senadores produz distorções.

“Alguns estados e municípios, principalmente para aqueles que possuem maior base de arrecadação e melhores sistemas públicos de saúde, serão os mais afetados pela queda da arrecadação e pela demanda crescente dos serviços para combate ao coronavírus e, ainda, podem receber proporcionalmente menos que os demais”, disse o deputado.

Fonte: portal R7

 


Tendo em vista a necessidade de adotar medidas mais restritivas e efetivas para contenção e prevenção do aumento de casos no novo Coronavírus (COVID-19) em Macaíba, a Prefeitura publicou nesta quinta-feira (30/04) um novo Decreto regulamentando o uso de máscaras em locais públicos, como bancos, lojas, terminal rodoviário e ônibus.

Conforme o documento: “Fica determinado aos estabelecimentos comerciais, o fornecimento obrigatório de máscara para os colaboradores de todas as atividades comerciais, independentemente de serem essenciais ou não, bem como o fornecimento de álcool 70º INPM aos colaboradores e clientes”. Além disso: “Os consumidores devem ser orientados a passar o mínimo de tempo possível nas áreas internas dos estabelecimentos comerciais, e deverão utilizar máscaras de proteção durante todo o período em que estiverem no ambiente”.

Atualmente, Macaíba tem aproximadamente 20 casos confirmados de Coronavírus e mais de 100 casos suspeitos. Também foi, comprovadamente, registrado um óbito de residente em território municipal. Esta é mais uma das medidas tomadas pela gestão municipal em virtude da situação de pandemia. Vale ressaltar que a Prefeitura de Macaíba foi uma das primeiras do Estado do Rio Grande do Norte a criar um comitê local de prevenção e combate ao COVID-19, na data de 12 de março.

Trata-se do Decreto nº 1.945/2020, publicado no Boletim Oficial do Município, Nº 0469, Ano III. Confira na íntegra aqui: https://www.macaiba.rn.gov.br/_ups/boletins/2020/04/30/f3b5096f14d32c9d8581671921681560.pdf

Distribuição de máscaras

A Prefeitura de Macaíba, em parceria com o Governo do Rio Grande do Norte, distribuiu mais de 2,5 mil máscaras de proteção para a população, nesta quinta, no Centro do município A distribuição foi feita das imediações da Igreja de São José até a rodoviária da cidade, principalmente nas filas das lotéricas e da agência da Caixa Econômica Federal.

Assecom-PMM



Comenta-se na cidade que a estratégia política montada pela família França até agora está sendo bem executada. De acordo com informações de bastidores e, também na site no TSE, o ex-prefeito Luizinho está devidamente filiado no partido PSB, e seu sobrinho Venicio Filho está no partido de menor expressão, o PV.

Há quem diga que a estratégia é a seguinte: Luizinho pode ser candidato a vereador, caso o filho não consiga emplacar candidatura ao Executivo (podendo ser vice).


Contudo, Vinicio Filho (sobrinho do ex-prefeito Luizinho) foi filiado no partido de Hailton Mangabeira.

Para alguns analistas o PV dificilmente elegerá alguém, mesmo tendo recebido “reforços” inesperado de última hora. Mas se porventura surgir alguma possibilidade, o sobrinho de Luizinho estará pronto e apto.

Agora; importante saber apenas se tal feito foi combinado com os “Russos”. Pois, os comentários de bastidores dão conta que alguns edis não apoiam tal fato.



Aguardemos!

Fotos: cedidas

Por Carlos Santos – colunista do Senadinho 


Nesta segunda-feira 27/04, a partir das 18 horas na WEB CENA TV, RÁDIO 87 FM MACAÍBA, nas páginas do Facebook OPINIÃO SOCIEDADE EM FOCO, BLOG NA BOCA DO POVO e SENADINHO MACAÍBA.

Segue com a rodada de entrevistas com os pré-candidatos a vereador da cidade de Macaíba, com uma metodologia de debate e sabatina, abordaremos as questões sociais e políticas que envolve o município.

Não perca, a partir das 18 horas na WEB CENA TV, Rádio 87 FM Macaíba e com o compartilhamento da transmissão nas páginas do Facebook OPINIÃO SOCIEDADE EM FOCO e SENADINHO MACAÍBA.

Pré-candidatos entrevistado dessa segunda:

José Aroldo – CIDADANIA
Josenildo Junior – PSB
Dra. Andressa Galvão – PL

Equipe Programa Opinião Sociedade em Foco

Diante do crescente número de casos de Covid-19 no Brasil e no RN e da necessidade de liberar as unidades básicas de saúde e hospitalares para estes atendimentos, a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) pede que a população evite ao máximo o contato com animais desconhecidos, que podem ocasionar um acidente e a necessidade de ir até uma unidade de saúde.

A maioria dos casos de atendimento antirrábico registrados pelas unidades de saúde são por agressão por cães e gatos e observa-se que a maioria dos casos poderiam ser evitados. Muitos acidentes ocorrem com animais de rua e silvestres que agridem pois se sentem ameaçados ao serem tocados por pessoas.

“A prevenção dos acidentes com animais evita que o indivíduo se exponha em unidades de saúde e, ao mesmo tempo, diminui a demanda para os profissionais de saúde da assistência. Obviamente muitos acidentes são inevitáveis e a avaliação médica é imprescindível, pois a raiva é uma doença grave e não tem cura”, explicou Aline Rocha, subcoordenadora de vigilância ambiental da Sesap.

Transmitida pela saliva de animais mamíferos doentes através de mordedura, arranhadura ou, mais raramente, lambedura de feridas ou mucosas, a raiva é uma doença grave e 100% letal. Já há muitos anos são diagnosticados casos de animais positivos no Rio Grande do Norte, especialmente morcegos, animais considerados de alto risco para transmissão da doença.

Em 2019 foram 95 casos, sendo 85 morcegos, 05 raposas, 02 cães, 02 bois e 01 égua. Neste ano já são 26 animais positivos, todos morcegos, oriundos de nove municípios: Alexandria (1), Santo Antônio (10), Macaíba (3), Natal (4), Serra Caiada (4), Nova Cruz (1), Ielmo Marinho (1), Caicó (1) e Jaçanã (1).

Para prevenção da raiva é necessário que toda pessoa agredida ou em contato com mamíferos suspeitos, tais como cães, gatos, morcegos, raposas, saguis, seja avaliada por um profissional de saúde, geralmente em uma unidade hospitalar, para definir um esquema profilático. O esquema pode incluir a observação do animal agressor, no caso dos cães e gatos, e a administração de soro antirrábico, para os casos mais graves ou que envolvem animais silvestres. Quando é necessário vacina, estas são aplicadas nas Unidades Básicas de Saúde (UBS).

Foto: Cedida

A idosa Antônia Adones, de 81 anos, deixou um hospital particular de Natal na última sexta-feira (17) após 15 dias internada – sendo três deles na UTI – por conta do novo coronavírus. Segundo o neto dela, Breno Henrique, a avó pertence também a outros grupos de risco, já que é asmática, diabética e hipertensa. Apesar disso, Antônia sequer precisou ser entubada. Mesmo assim, sofreu com vários sintomas da doença.

Antônia começou a sentir dores no corpo e ter tosse no dia 28 de março. Ela chegou a apresentar febre por uns dias, mas, ainda sem tanta gravidade, permaneceu em casa. Cerca de uma semana depois, no dia 3 de abril, as coisas pioraram.

“Ela começou a apresentar cansaço e falta de ar. E a temperatura começou a aumentar. Foi então que, em contato com amigos da área da saúde, resolvi levá-la ao pronto socorro”, contou o neto.

Antônia passou pela triagem, fez alguns exames e, mesmo ainda sem o resultado para corona, ficou em isolamento por conta da queixa respiratória. “Muitas alterações foram verificadas nos exames, inclusive a tomografia era sugestiva para a Covid-19. Então, eles acharam por bem interná-la”, explicou Breno.

Por ser idosa, ela foi encaminhada para a UTI. “A equipe médica, bastante preparada, soube conduzir tudo da melhor forma possível e após três dias ela pode ser transferida para o quarto”, falou Breno. Neste período, o teste para o coronavírus deu positivo. Ler mais…

Dra. Ionara Nunes *

O mundo como o conhecíamos não existe mais! Estas palavras não são minhas, mas de muitas pessoas que vão diariamente à TV falar dessa enorme crise global que nos assola, só que ela não é a primeira, pois já estamos ficando habituados com diversas crises quer sejam financeiras, naturais, da saúde, humanitárias. O Corona Vírus é a bola da vez. Qual será a próxima? Não gostaria de fazer tal estimativa catastrófica, mas a humanidade tem feito pouco para evitar mais uma crise. Existe saída? Sim, mas onde ela está? Nas mãos dos mesmos seres causadores de crises, os seres humanos.

Desde os primórdios a percepção de que a ganância humana ampara poucos e desampara muitos é presente, mas também é sabido que muitos sobreviveram quando se organizaram e se uniram em tribos a fim de defender seus interesses e os de sua tribo. É a lei da sobrevivência. Unidos os dominadores sempre conseguiram sobreviver e prosperar.

A humanidade ao longo do tempo foi evoluindo para o que conhecemos hoje, mas embora estejamos envoltos em tecnologias, conhecimentos avançados e a vida tenha ficado teoricamente mais fácil, uma coisa permanece intacta: o ser humano tem que lutar pela sobrevivência e esta luta tem ficado cada vez mais dura, apesar das facilidades da vida moderna.

Em algum momento se percebeu que apenas a chefia das tribos já não era mais suficiente para organizar e controlar as pessoas, a quantidade de gente cresceu e foi preciso um método inovador: o Estado foi criado e a ele todos prestam satisfações, pagam impostos e devem obediência. Existe forma melhor de organização da comunidade? Já tentaram, mas também foi provado que se a mão invisível dele protege ou pelo menos tenta proteger a sociedade, as pessoas conseguem sobreviver com o mínimo de direitos assegurados.

Tem sido através do Estado que se pôde pensar em sistemas de educação e saúde públicas, o direito de recorrer ao judiciário quando algum direito é negado também advém dele e o direito de cobrar das lideranças que se dispõem a nos representar também surgiu da noção de que existe alguém mais poderoso que um Rei e que todos, inclusive este Rei, deve obediência através de um código de leis universais chamado Constituição.

Ocorre que de uns tempos para cá entusiastas do desmantelo do Estado, os arautos do Estado mínimo alardeiam que é mais frutífero para todos que os recursos públicos diminuam, que as privatizações aumentem, que o trabalho se precarize e que o bom é uma vida mais individualista, onde a existência dos patrões de si mesmos e os empreendedores se proliferem a cada esquina. Uma maravilha na teoria, mas na prática não tem dado nada certo. A pobreza aumentou, a desigualdade explodiu, a indústria perdeu força, o trabalho ficou cada vez mais penoso e os direitos sociais ficaram cada vez mais difíceis de se garantir e, no meio desse turbilhão veio a COVID-19.

Então agora se vê a importância do Estado para a solução da crise da pandemia. De fato, quanto mais mínimo ele for, menos pessoas estarão protegidas e mais fácil será a contaminação. Foi preciso isso para se perceber que a desigualdade é a causa dos grandes males do mundo? Qualquer enfermidade se potencializa em um ambiente de miséria e fome. A Europa, na Idade Média, passou pela Peste Negra e teve quase toda a sua população aniquilada e, com isso, entendeu que uma sociedade com condições dignas de vida resiste à destruição em massa. Existem muitas mortes por lá agora devido a esse vírus, mas eles certamente irão se recuperar e melhorar o que já é ótimo, o seu sistema de saúde gratuito e universal. Saúde é um Direito.

No Brasil o SUS tem suas muitas deficiências e a cada ano perde investimento por causa de um insano e injustificável congelamento de gastos na saúde e, mesmo assim, consegue salvar muitas vidas. O SUS só existe por causa do Estado e se este for mínimo não será possível pensar em saúde para todos. Muitos morrerão e ninguém quer a morte.

*Advogada