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Bolsonaro se solidariza com vítimas das chuvas em Petrópolis (RJ)

O presidente Jair Bolsonaro (PL) se manifestou sobre a tragédia decorrente das chuvas em Petrópolis, no Rio de Janeiro. De Moscou,

Por Isaías · Redação

2 min de leitura0

O presidente Jair Bolsonaro (PL) se manifestou sobre a tragédia decorrente das chuvas em Petrópolis, no Rio de Janeiro. De Moscou, na Rússia, onde está para um encontro com o presidente Vladimir Putin, ele afirmou que “mesmo distante continua empenhados em ajudar ao próximo”.

Bolsonaro disse ter acionado os ministros Rogério Marinho, do Desenvolvimento Regional; Paulo Guedes, da Economia, e Braga Netto, da Defesa – que acompanha o presidente na viagem – para providenciarem auxílio às vítimas.

Veja:

– De Moscou tomei conhecimento sobre a tragédia que se abateu em Petrópolis/RJ.

– Fiz várias ligações para os Ministros Rogério Marinho e Paulo Guedes para auxílio imediato às vítimas, bem como conversei com o Ministro da Defesa, General Braga Neto, que me acompanha na Rússia.

– Falei também para o governador do Rio, Cláudio Castro, que se encontra na região atingida.

– Retorno na próxima sexta-feira e, mesmo distante, continuamos empenhados em ajudar ao próximo. Deus conforte aos familiares das vítimas.

Fortes chuvas atingiram a cidade de Petrópolis, na região serrana, nesta terça-feira (15/2), e causaram o deslizamento do Morro da Oficina. O Corpo de Bombeiros confirmou no fim da noite 18 mortos na cidade e a prefeitura decretou estado de calamidade pública.

De acordo com a Defesa Civil de Petrópolis, a cidade está em estágio de crise desde 18h51. Em 6 horas choveu mais que a previsão para todo o mês de fevereiro.

Segundo informações de moradores da cidade, há uma grande preocupação com as crianças, que no momento das chuvas estavam nas escolas e creches e não conseguiram ser buscadas pelos responsáveis, que estão ilhados em outros pontos. Alguns alunos que estavam em uma instituição de ensino próxima ao Morro da Oficina foram levados para a Unidade de Pronto Atendimento Alto da Serra.

Escolas, uma quadra e um salão paroquial também foram abertos para abrigar a população desalojada.

Fonte: Metrópoles 

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