Do teatro à avenida: conheça Owdrin Kaew, potiguar que brilhou na comissão de frente da Beija-Flor
Foi na Escola de Dança do Teatro Alberto Maranhão (TAM) que os pés do potiguar Owdrin Kaew, de 24 anos,
Por Redação Senadinho · Redação
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Foi na Escola de Dança do Teatro Alberto Maranhão (TAM) que os pés do potiguar Owdrin Kaew, de 24 anos, ensaiaram os primeiros passos do balé clássico. Aos cinco anos, iniciou na modalidade para auxiliar nos cuidados com a saúde, mas não demorou muito para que a dança se tornasse uma paixão. Atualmente, o jovem brilha nos palcos do Teatro Municipal do Rio de Janeiro e foi um dos destaques da comissão de frente da Beija-Flor, campeã dos Desfiles do Carnaval do Rio 2025. Nas palavras dele, independente do estilo, “dança é vida”.
Natural de Natal, Owdrin Kaew viveu a maior parte da infância e adolescência em Macaíba, na região metropolitana da capital. Quando criança, ele conta que tinha crises constantes de asma e recebeu uma recomendação médica para iniciar algum esporte. A escolha da modalidade aconteceu após assistir à apresentação de uma prima no balé. Apesar da pouca idade, não teve dúvidas: aquela dança fazia seus olhos brilharem.
O caminho do bailarino começou a mudar de rota após se formar na Escola de Dança do TAM, aos 15 anos de idade, quando recebeu a oportunidade de ingressar na Companhia Brasileira de Ballet. Deixando a casa da família, em 2016, migrou para o Rio de Janeiro e começou sua carreira profissional. Em 2017, recebeu a oportunidade de dançar pela primeira vez no carnaval pela Mocidade de Padre Miguel, a convite de Jorge Teixeira, que atua como maître (ensaiador) no Teatro do RJ, onde o bailarino ingressou em 2018.
Owdrin Kaew não divide, contudo, a paixão por modalidades de dança. Seja no balé, nas coreografias do carnaval, na salsa ou em quaisquer outros estilos, o sentimento é um só: “Dança é vida. Quando eu escuto qualquer música, meu corpo já se empolga. Sabe quando uma coisa estimula você a um ponto que você não quer parar? Acho que dança, pra mim, é isso. Desde pequeno, sempre fui ‘louco’ pelo balé, mas também por qualquer outro tipo de dança”.
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Fonte: Portal Tribuna do Norte



