Podemos recua e Styvenson tem até agosto para dizer se concorrerá ao RN
“O partido deu o (prazo) até as convenções”, declarou o presidente estadual do Podemos, Felipe Madruga, ao explicar que a
Por Redação Senadinho · Redação
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“O partido deu o (prazo) até as convenções”, declarou o presidente estadual do Podemos, Felipe Madruga, ao explicar que a cúpula da legenda potiguar reavaliou seu posicionamento sobre uma possível pré-candidatura para o governo do Estado e decidiu aguardar até o mês de agosto por uma resposta do senador Styvenson Valentim. O parlamentar disse, em entrevista exclusiva ao AGORA RN na semana passada, que aguardaria até a convenção partidária, limite estabelecido pela legislação eleitoral, para decidir se irá se candidatar ou não.
“A questão é que a lei diz que é nas convenções que a candidatura tem que ser homologada, registrada. Então, a gente respeita a lei e será nas convenções que isso vai acontecer. Não existiu nenhum tipo de ultimato, atrito ou pressão. O partido respeita, porque ser candidato é uma decisão pessoal dele. O que aconteceu foi que o partido entende ser importante essa posição de Styvenson, para seguirmos com as providências. Mas não vejo conflito”, ressaltou Felipe, em entrevista exclusiva ao AGORA RN, nesta segunda-feira 20.
Ele explicou ainda que, quando o senador estiver pronto para apresentar sua decisão, sendo “sim ou não”, o partido respeitará. “A legenda é um organismo vivo e estamos em período de pré-campanha, as situações e circunstâncias mudam e o senador Styvenson é um nome fundamental para o cenário eleitoral do RN. A questão é natural do processo político, mas o senador tem total liberdade para dizer se será o candidato ou não, sem nenhum tipo de pressão. Existe um prazo, tudo se resolve em convenções, a vida partidária se resolve em convenções é onde as decisões são chanceladas perante a lei”, enfatizou.
Segundo Felipe, caso Styvenson decida não lançar seu nome ao governo do Estado, a sigla não apoiará outro pré-candidato. “Prioridade não tem plural, então, a gente trabalha hoje em respeito à indefinição. Não trabalhamos com outros planos, estamos respeitando o senador do partido. Ele tem o direito de decidir e a gente não vai exercer pressão, porque na democracia funciona assim”, disse.
Portal Agora RN
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