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Eleições 2026

Após reunião com Fachin, Rogério Marinho diz que Senado "não vai se omitir" sobre ministros do STF

Coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro, o senador potiguar disse que já se reuniu com seis ministros do Supremo e que a campanha não quer retaliação, mas "normalizar a relação dos Poderes".

Por Redação Senadinho · Redação

2 min de leitura4

O senador Rogério Marinho discursa na tribuna do plenário do Senado
Senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro (Waldemir Barreto/Agência Senado)

O senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador-geral da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência, reuniu-se na tarde desta terça-feira (6) com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin. Antes do encontro, questionado sobre a pauta, Marinho disse apenas que seriam "expressas preocupações", segundo o portal Agora RN.

O senador também criticou a atuação de integrantes do STF:

É lamentável que o Brasil, nesse momento em que ele se encontra, com todos os problemas que nós temos e com todos os desafios que estão na nossa frente, nós estejamos discutindo o Supremo Tribunal Federal. Isso acontece porque alguns dos seus integrantes se colocaram no centro do palco político.

Segundo o Agora RN, Marinho também acusou ministros de emitirem opiniões políticas fora dos processos e de interferirem em decisões da Justiça Eleitoral, sem citar exemplos. Ele relacionou o resultado das urnas a uma resposta da sociedade ao que chamou de "hipertrofia" de um dos Poderes.

De acordo com o portal Poder360, o tema era a atuação do Judiciário nas eleições de 2026, e Marinho havia pedido o encontro à presidência do STF pelo menos duas vezes nas últimas semanas.

O que Marinho disse depois da reunião

Após a conversa com Fachin, Marinho afirmou que já se reuniu com seis ministros do STF e disse que a campanha de Flávio não tem espírito de retaliação contra o Judiciário, segundo o portal Metrópoles.

Pelo contrário, o que nós queremos é reconstruir o país, queremos normalizar a relação dos Poderes.
Não é possível que a sociedade tenha a percepção de que o Judiciário é uma extensão do governo.

O senador também afirmou que, se houver crimes de responsabilidade cometidos por ministros do Supremo, o Senado deverá agir. "O Senado não vai se omitir. E hoje ele tem se omitido", disse, segundo o Metrópoles.

Flávio Bolsonaro e Lula disputam o segundo turno em 25 de outubro. Marinho também é o nome do PL para a presidência do Senado em 2027. Leia mais.

Com informações do Agora RN, do Metrópoles e do Poder360.

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