Sem nome forte contra Fátima, eleição pode ser fria no RN, diz cientista político
A sucessão política estadual no Rio Grande do Norte parece, até o momento, estar caminhando para eleições tranquilas, seja pelo
Por Redação Senadinho · Redação
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A sucessão política estadual no Rio Grande do Norte parece, até o momento, estar caminhando para eleições tranquilas, seja pelo ponto de vista de segurança pública e de saúde (visto que ainda estamos em epidemia do coronavírus e suas variantes) para os eleitores, quanto para a governadora Fátima Bezerra (PT) que, até o momento, não vê um candidato de oposição que possa lhe ameaçar nas urnas em outubro. A impressão que se têm, com o passar das semanas sem que os oposicionistas definam e divulguem um nome “de peso” como opção ao eleitorado – apesar de ter muitos, e bons nomes -, é que a petista pode ter sua reeleição assegurada, sem tantos atropelos.
Sobre isso, o cientista político Bruno Oliveira explica que é importante termos um olhar um pouco diferente sobre o padrão de análises que estão acontecendo sobre a sucessão estadual. Para ele, a ausência de interesse de pré-candidatos com peso político não existiu, ou seja, os nomes existem e o interesse destes em se candidatarem, também.
Ele lembrou ainda que toda movimentação de bastidores que ocorra neste período eleitoral é natural e faz parte do jogo político. “Mas, à medida que as eleições gerais se aproximam, os eleitores potiguares entenderão melhor como se formarão os palanques. Aí sim, teremos uma melhor noção do desenho que se vislumbra para as eleições de 2022”, afirmou.
No entanto, Bruno chamou a atenção para o fato da governadora chegar ao ano eleitoral em melhores condições de reeleição. “Não podemos negar que, dos últimos governadores do Estado, Fátima Bezerra é a que chega ao ano da eleição estadual com as melhores condições de reeleição, fato que não acontece desde 2006. Isso fez com que estes nomes ou fossem desistindo, como foi o caso do prefeito de Natal, Álvaro Dias (PSDB), ou fossem procurando compor com a governadora, como é o caso do ex-prefeito Carlos Eduardo Alves (PDT)”, explicou.
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