Styvenson Valentim solicita ação das Forças Armadas no RN
O senador Styvenson Valentim (Podemos), afirmou ter enviado um ofício ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), para que
Por Redação Senadinho · Redação
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O senador Styvenson Valentim (Podemos), afirmou ter enviado um ofício ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), para que as Forças Armadas possam atuar no Rio Grande do Norte frente aos ataques que vêm ocorrendo no Estado desde terça-feira (14). A declaração foi dada em entrevista ao Tribuna Livre, na rádio Jovem Pan News Natal, na manhã desta quinta-feira (16).
Segundo o senador, durante crítica ao trabalho realizado pela gestão local e o Ministério da Justiça e Segurança Pública, o apoio da Força de Segurança Nacional (FSN) vem se demonstrando ineficaz frente aos ataques realizados por “facções criminosas”. “O que estamos assistindo é tão desmoralizante quanto em 2017. Eu pedi agora por ofício ao presidente da república, baseado no artigo 142 da Constituição Federal, o exército nas ruas”, compartilhou.
Ele destacou, ainda, que enviou um ofício ao Ministério da Justiça solicitando apoio da Força de Segurança Nacional (FSN) antes da governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT). Na avaliação de Styvenson Valentim, a situação vivenciada no Estado não é novidade, mas vem sendo marcada por ações mais violentas.
“Eu não consigo ver uma estratégia clara da Polícia Militar, não consigo ver um planejamento e não consigo ver um retrocesso do que está ocorrendo. Pelo contrário, é um avanço da criminalidade”, complementou.
Styvenson Valentim enfatizou que durante os debates de Governo buscou respostas sobre as formas de desmobilizar a facção que atua no Rio Grande do Norte. Para o parlamentar, os ataques ao Estado são no mínimo ‘desmoralizantes’ e ‘vergonhosos’. Isso porque a Secretaria de Segurança Pública do Estado (Sesed) foi informada previamente sobre as ações que iriam ocorrer na madrugada de terça-feira (14), mas apresentou um número reduzido de prisões em relação às proporções dos ataques.
Em crítica ao Governo do Estado, ele afirmou que não há investimentos eficazes na segurança pública, o que compromete uma solução mais ágil diante das ações dos criminosos. “A resposta rápida para isso é número, pessoas, policiais, efetivo na rua. A gente tem efetivo para isso? Não tem. Mesmo tendo efetivo, tem equipamentos para isso? Não. Não tem colete, não tem equipamento, não tem munição e não tem viatura porque o Governo do Rio Grande do Norte nunca investiu nisso”, argumentou.
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