Prefeituras de São Gonçalo e Macaíba realizam encontros para formalização da criação de escolas indígenas

O próximo passo da parceria é a formalização do acordo entre os municípios
Um sonho antigo dos povos originários da comunidade do Tapará – berço indígena localizado na divisa dos municípios de São Gonçalo e Macaíba–, está começando a tomar forma. É a transformação das Escolas Georgina Altina, em São Gonçalo, e a Escola Luís Cúrcio Marinho, em Macaíba, em escolas indígenas.
Três encontros já foram realizados pelas Secretarias Municipais de Educação de ambas as cidades. O primeiro encontro foi realizado em Macaíba. Representantes da SME/SGA, junto com o secretário Othon Militão, foram recebidos pela secretária Municipal de Educação de Macaíba, Maria José; pelo secretário adjunto, Ademar, e pelo técnico dos Anos Iniciais, Reginaldo. Esse encontro foi marcado por uma contextualização histórica dos povos Tapuias, que são habitantes em Tapará.
No segundo encontro, foi a vez da equipe técnica-administrativa de Macaíba vir até São Gonçalo do Amarante conhecer a Minuta do termo de cooperação sugerida pela SME/SGA para efetivação das escolas indígenas. Na ocasião também foi apresentado o protocolo de retorno às aulas presenciais do município, além do Plano de Metas para o quadriênio de 2021-2024 – documentos estes que geraram uma boa conversa pedagógica e resultaram em visita presencial ao CEMEF Dom Joaquim de Almeida para que pudessem visualizar, na prática, o que está escrito no protocolo. O termo de cooperação formaliza a utilização do espaço físico da Escola Luís Cúrcio Marinho, para funcionamento das escolas Georgina Altina, com a modalidade de Educação Infantil no turno matutino, e a Escola Luís Cúrcio Marinho, no turno vespertino.
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