domingo, maio 3, 2026
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Hiperconectividade provoca alteração social e neurológica

Foto: Alex Régis/ Tribuna do Norte

Privação de sono, isolamento social, falta de atenção, ansiedade. Essas são algumas das consequências da hiperconectividade, termo utilizado para descrever o hábito de estar conectado o tempo todo. Crianças e adolescentes do mundo todo estão sofrendo alterações sérias no desenvolvimento social e neurológico devido o uso indiscriminado de telas, com níveis alarmantes de desequilíbrio na saúde mental. No mundo extremamente conectado, no qual o celular auxilia em inúmeras atividades, saber quando as telas se tornam prejudiciais e passam a ser inimigas de um desenvolvimento saudável é o desafio.

Especialistas apontam que desde o início de 2010, as taxas de depressão, ansiedade e outros transtornos mentais crescem entre crianças e adolescentes, deixando pais em alerta quanto ao tempo que os filhos se expõem às telas. “A gente vê na prática que quando ela fica exposta ela fica irritada, ela demora pra dormir. A gente percebe que altera a rotina do sono, fica mais difícil colocar pra dormir, porque realmente mexe no funcionamento cerebral da criança”, relata a médica Larissa Freire, mãe da pequena Maria Helena, de 2 anos.

Ela diz que tenta manter uma rotina de atividades com a criança, em horários determinados, para evitar o excesso de telas. “Na hora que acaba de jantar ela pede pra ver algum desenho que gosta. Geralmente é a hora que a gente senta junto e vai assistir alguma coisa, mas a gente fica interpelando ela, tenta assistir junto para que ela saiba que a gente está vendo. A gente gosta de ter esse controle e também pra ficar instigando, perguntando”, explica.

Fonte: Portal Tribuna do Norte 

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