Remédios, terapias, estímulos elétricos: como é a rotina hospitalar de jovem com a ‘pior dor do mundo’

Carolina Arruda, que tem neuralgia do trigêmeo, segue uma rotina hospitalar baseada em tomar remédios e fazer terapias na Santa Casa de Alfenas (MG). Nesta semana, ela iniciou a neuromodulação que usa de estímulos elétricos para tentar aliviar as dores enquanto aguarda pela cirurgia de implante dos dispositivos que vão bloquear os estímulos dolorosos. O tratamento ainda é por tempo indeterminado.
“Eu estou esperançosa. Estou com uma expectativa bem alta para essa cirurgia. Eu sei que eu não posso ficar criando tanta expectativa, porque eu tenho risco de me decepcionar depois. A gente não sabe se vai dar certo, mas temos outras opções cirúrgicas para procurar”, afirmou ao g1.
Carolina está internada desde o dia 8 de julho na Clínica da Dor, ligada a Santa Casa de Alfenas. A jovem foi internada para um novo tratamento que promete aliviar as dores intensas que ela sente.
Após dois dias de internação, a jovem foi para a UTI receber medicamentos. Já no quarto, Carolina relatou um período sem dores, o que considerou uma experiência inédita em mais de uma década de vida. No entanto, os sintomas retornaram – em menor intensidade – no dia seguinte.
Desde então a estudante relata eventualmente ter febre e sentir dores que oscilam no decorrer do dia. Ela também comenta sobre picos de sonolência e relata ter tido dificuldade para dormir em algumas noites.
Conforme o hospital, Carolina Arruda ainda não passou por nenhum tipo de procedimento intervencionista. A cirurgia para o implante dos dispositivos está prevista para o dia 27 de julho.
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g1 MG

