NOTA DA ACADEMIA MACAIBENSE DE LETRAS
NOTA OFICIAL:
“Os cães ladram e a caravana passa”
(Sábio ditado popular de origem árabe).
A Academia Macaibense de Letras – AML, instituição literária fundada em 12 de setembro de 2010, vem a público, em razão de seu fiel e inabalável compromisso estatutário de preservar, divulgar e trabalhar incansavelmente pelo desenvolvimento cultural do nosso município, esclarecer, A BEM DA VERDADE, notícias sensacionalistas publicadas tanto no site do senadinhomacaiba.com.br, quanto no jornal Tribuna do Norte, pela pena sempre flexível e viperina do colunista de surdez unilateral, sobre a renúncia de alguns acadêmicos às Cadeiras que ocupavam nesta conceituada Entidade.
As notícias, propaladas com o intuito exclusivo de denegrir a AML, contém meia verdade e inverdades inteiras.
A MEIA VERDADE:
Que alguns acadêmicos renunciaram recentemente às cadeiras que ocupavam na AML;
AS INVERDADES INTEIRAS:
– Que a Academia Macaibense de Letras – AML está atravessando uma grave crise;
– a existência de “protesto” de que a Academia Macaibense de Letras – AML estaria “sendo levada a receber sócios sem eleição”;
– que o advogado Armando Roberto de Holanda Leite teria renunciado recentemente à AML;
– que o sr. Marcelo Augusto Medeiros Bezerra, seria acadêmico e teria renunciado a uma cadeira na AML;
Objetivamente, interessa à Academia Macaibense de Letras – AML desmentir as inverdades inteiras, atestando possuir, ao contrário de seus detratores, farta documentação probatória em seu poder. E vamos ao que interessa:
Não é verdade que a Academia Macaibense de Letras – AML esteja atravessando uma grave crise. A rigor, ela já atravessou, quando enfrentou e se opôs firmemente à tentativa de legitimar uma FRAUDE consistente na admissão aos seus quadros, de um cidadão que desde 2011, jamais comprovou atender aos requisitos estatutários previstos no art. 5º, Inciso II, alínea b) de seu Diploma maior; já atravessou a crise, quando firmou posicionamento inabalável em NÃO ACEITAR uma ATA que forjou um resultado eleitoral contrário ao que mostravam e comprovavam as Cédulas de votação, expondo a derrota do referido candidato por 08 (oito) votos NÃO (opostos ao acesso), contra 06 (seis) SIM que legitimavam o engodo; já atravessou a crise, ao comprovar o que sempre defendeu: que o pretenso candidato nunca havia publicado um livro sequer e nem possuía qualquer obra de notório valor cultural, fato este confessado e corroborado pelo email de seu primeiro presidente, endereçado a uma confrade da própria AML; já atravessou a crise ao enfrentar intimidações, acusações levianas e tentativas sórdidas de quem desejava rasgar o Estatuto da AML tornando a Academia Macaibense de Letras – AML, a “casa de Joana” onde “bajuladores e vestais da moralidade garantiriam a aparência de seriedade e nobreza literárias da Casa de Auta de Souza, aviltada por esse tipo de comportamento. Por fim, já atravessou, sim, uma crise fabricada nos recônditos diminutos interesseiros e inconfessáveis das mesmas vaidades humanas: aliás, as mesmas que tentaram lhe enxovalhar o conceito de honradez, atribuindo-lhe unilateralmente, uma acusação de expulsar alguém que nunca pertenceu aos quadros da AML. Uma expulsão sem causa, sem processo, sem ato formal e sem deliberação da Assembleia Geral, o único órgão competente para fazê-lo, a teor do que dispõe o art. 16 §2º de seu Estatuto.
A Academia Macaibense de Letras – AML teve o cuidado de apurar criteriosamente todo esse imbróglio que certamente serviu para que alguns acadêmicos nele encontrassem a oportunidade para materializar o desejo que já vinham acalentando: de deixarem a AML por se sentirem maiores que a Instituição. Outros, porém, mesmo sob alegação de motivos de foro íntimo, aproveitaram o ensejo para acenarem com o tardio adeus.
O advogado Armando Roberto Holanda Leite, deixou a AML por decisão pessoal em 8 de Abril de 2022 e não recentemente como apontam os articulistas.
O sr. Marcelo Augusto Medeiros Bezerra, jamais pertenceu à Academia Macaibense de Letras – AML, conforme comprovam vários documentos em poder desta Instituição. Por essa razão não poderia renunciar à Cadeira nº 08, que nunca ocupou.
Em 24 de Janeiro de 2025 o Presidente da Academia expediu a Resolução nº 02/2025 – P/AML constituindo uma Comissão Especial para proceder uma análise rigorosa e isenta dos fatos relativos ao preenchimento da referida Cadeira que tem por patrono o jornalista Edilson Cid Varela. Em substancioso trabalho, detalhado e pleno de provas documentais, a Comissão de Acadêmicos concluiu o Relatório no início do mês de julho último, com o entendimento de que a Cadeira nº 08 da AML continua VAGA desde 2011, jamais tendo sido ocupada pelo sr. Marcelo Augusto Medeiros Bezerra como divulgaram, de forma precipitada e inconsistente, os noticiários prefalados.
Em breve a AML disponibilizará para o público em geral, todo esse detalhado Relatório, APROVADO por 11 (onze) votos e uma abstenção, de um total de 12 (doze) acadêmicos presentes no momento da votação, realizada na Escola Estadual Dr. Severiano, no dia 16/08/2025, consoante Edital publicado em 29 de Julho de 2025.
Assim sendo, por todo o exposto, a Academia Macaibense de Letras – AML por seus atuais integrantes e acadêmicos, refuta peremptoriamente, a infundada e maldosa alegação de que a AML estaria “sendo levada a receber sócios sem eleição”, feita de forma irresponsável, intrigante e mais uma vez, sem qualquer prova, pelo colunista de surdez unilateral, como dito.
A Academia Macaibense de Letras – AML é maior do que qualquer um de seus acadêmicos, cuja imortalidade é construída pelo saber e não por simples veleidades.
“Os cães ladram e a caravana passa”. Nunca um provérbio árabe, revelou-se tão adequado ao momento superado pela Academia Macaibense de Letras – AML, que mesmo lamentando a renúncia dos confrades de nomes incensados, seguirá adiante, humilde, intimorata e firme, em sua trajetória brilhante e ascensional, de engrandecer a cultura macaibense, dignificar a Casa de Auta de Souza e cumprir com honra e altivez, o lema que lhe inspira a existência imortal: “ Ecce Cultura, Humanitatis Gloria”.
Vida longa à Academia Macaibense de Letras – Viva a AML!
Macaíba, 22 de agosto de 2025.
