Criatividade como recurso terapêutico para promover a saúde mental

Substantivo feminino derivado do latim creare, a palavra criatividade é definida como a capacidade de inventar, produzir ou criar coisas novas. Mas, o que ela tem a ver com a saúde mental? É o que a neurocientista Daiane Golbert irá abordar no vídeo lançado nesta terça-feira, 25, como parte da campanha Janeiro Branco na UFRN. O material está disponibilizado no Instagram do projeto de extensão (@janeirobranconaufrn ).
Para Daiane, a criatividade é uma ótima ferramenta para conduzir e manter a saúde mental. “As principais questões relacionadas à criatividade e à saúde mental são a satisfação ao criar, a redução de estresse quando passamos pelo processo criativo e a chegada do estado mental conhecido como Flow”, ressalta. Dessa forma, coloca ainda, a criatividade figura como terapia complementar, podendo ser “ministrada” por meio dos códigos e linguagens artísticas (artes visuais, audiovisuais e teatrais).
No vídeo, ela aborda que a criatividade é a característica humana de articular ideias de forma original e adaptativa, o que auxilia na saúde mental por meio do fluxo criativo. Daiana destaca a importância de abordar essa temática na campanha do Janeiro Branco, por se tratar de um “tema propício para desmistificar e facilitar o manejo do bem-estar psíquico”.
Neurocientista, empresária e artista, com três pós-doutorados no Brasil e no exterior (Fiocruz-RJ, Brown University Providence-RI/EUA e Instituto do Cérebro), Daiane atua como pesquisadora colaboradora no Instituto do Cérebro (ICe) da UFRN, estudando sobre as bases neurocientíficas do sono, memória, aprendizagem e criatividade. Ministra cursos, oficinas e palestras sobre Criatividade, Neurociência e Inovação.
A campanha Janeiro Branco na UFRN está na sétima edição e é promovida por meio de um projeto de extensão fruto de parceria entre o Sepa, a Diretoria de Atenção à Saúde do Servidor (DAS) da Progesp, Faculdade de Ciências da Saúde do Trairi (Facisa) e do Instituto do Envelhecer (IEN).
Hellen Almeida de Agecom/UFRN
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