Kelps cobra de Fátima a saída do Consórcio Nordeste

Kelps usou hoje, 26 de abril, o plenário da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte para cobrar do Governo Fátima Bezerra a saída do RN do Consórcio Nordeste.
Assista ao vídeo da sessão no Youtube – https://www.youtube.com/watch?v=OivID-mtiSQ
“Não é admissível que após todas as constatações de que o Consórcio abriga um ninho de irregularidades o contribuinte do Rio Grande do Norte continue financiando a estrutura que deu prejuízo de quase R$ 50 milhões ao povo nordestino”, entende Kelps.
Para participar do Consórcio, o Governo Fátima paga quase R$ 1 milhão por ano para a entidade, formada por Estados nordestinos que orbitam na linha ideológica do PT.
Na manhã desta terça-feira, 26, a imprensa noticiou uma operação nacional feita pela Polícia Federal para aprofundamento das investigações sobre o escândalo dos respiradores, que foram pagos adiantados pelo Consórcio e até hoje nunca foram entregues aos Estados a pretexto de combater a pandemia de Coronavírus.
Como deputado estadual do Partido Solidariedade, Kelps foi presidente da CPI do Rio Grande do Norte que apurou justamente o desvio de recursos dos respiradores no escândalo do Consórcio Nordeste. A comissão, que foi instalada em agosto e encerrada em dezembro de 2021, ouviu 78 pessoas, somados a 192 ofícios expedidos e centenas de arquivos analisados. Ao final, a CPI pediu indiciamento da governadora do RN, Fátima Bezerra, e do governador da Bahia, Rui Costa, por Improbidade Administrativa, além de dois ex-ministros da Era PT no Governo Federal, Edinho do PT e Carlos Gabas, outros agentes públicos e empresários.
PREOCUPANTE – Para Kelps, outra circunstância torna mais perigosa a situação do Consórcio Nordeste. Todas as pessoas que de alguma forma atuaram na época do escândalo dos respiradores continuam em suas posições estratégicas de manuseio de verbas oriundas dos Estados para o Consórcio. “A começar pelo secretário-geral do Consórcio, Carlos Gabas, que é o elo de captação do dinheiro entre a entidade os Estados”.
