Renovação ou Continuidade? Análise das Nominatas para a Câmara Municipal

Pelo que apontam as pesquisas, o atual prefeito Emídio Jr. se encaminha para uma reeleição tranquila. A tensão este ano está voltada para a câmara municipal, onde 108 postulantes a vereador disputam 17 vagas.
E logo surge a seguinte pergunta: teremos uma GRANDE renovação na câmara municipal? Eu acredito que não. Por mais que a oposição brigue e crie uma narrativa favorável a esse cenário, olhando as nominatas, é possível ver que os vereadores em mandato se articularam bem e estão divididos em dois partidos (PP e PL), criando assim duas frentes fortes na tentativa de se reelegerem. A estratégia foi boa, digna de um estrategista; entretanto, para se reelegerem, eles terão dois desafios pela frente, além, claro, da conquista do voto.
Primeiro Desafio:
A disputa interna, pois nomes como J. Júnior, que está no PL, na última eleição recebeu mais votos do que os edis João de Damião, Zeca da Pesca e Cacau. Já no PP, temos a volta de Dr. Antônio, que não participou da última eleição por ter sua candidatura impugnada, mas que nas eleições anteriores sempre foi bem votado.
Segundo Desafio:
A oposição e os demais partidos. Apesar de o número de candidatos ter diminuído, os partidos a nível municipal parecem ter aprendido com a última campanha e fortaleceram suas nominatas. A título de exemplo, o PODEMOS, que na última campanha só tinha 8 candidatos, este ano conta com 18 — mais que o dobro — e com nomes que podem surpreender, como Márcio do JELM, Clarissa Matias, Romildo Mendes e Pajará.
Tem também o REPUBLICANOS, partido de oposição que conta com 3 ex-candidatos a prefeito de Macaíba, além de Luciana de Netinho e Galeguinho dos Vídeos, que também podem surpreender, entre outros nomes não só deste partido como também do UNIÃO BRASIL e PSB.
Sem ficar em cima do muro e dando minha humilde opinião, acredito que o PP e o PL consigam eleger de 6 a 7 cada; já o PODEMOS deve eleger de 1 a 2; o REPUBLICANOS de 2 a 3; o UNIÃO BRASIL de 0 a 1; e o PSB e o PSOL acredito que não elejam ninguém.
Fonte: Artigo de Opinião publicado pelo Macaibei/Divulgação
