quarta-feira, junho 10, 2026
PolíciaRio Grande do Norte

Quadrilha é presa após crimes no bairro de Felipe Camarão, em Natal, além de Parnamirim e Macaíba

Foto: Reprodução

Uma quadrilha, composta por cinco criminosos – quatro homens e uma mulher -, foi presa pela Polícia Militar na noite dessa segunda-feira (03). O grupo é suspeito de diversos arrastões em Natal e municípios da Região Metropolitana.

Uma das ações do bando foi registrada por uma câmera de segurança. Eles chegam em um carro branco e abordam uma família que estava em outro carro na porta de casa. Eles agem rapidamente e roubam diversos produtos.

A Polícia Militar foi acionada e localizou os suspeitos nas proximidades do bairro Guarapes, na zona Oeste de Natal. Segundo a corporação, o grupo realizou crimes no bairro de Felipe Camarão, em Natal, além de Parnamirim e Macaíba.

“As viaturas começaram a fazer o cerco na região Oeste. Ao chegar nas imediações do Guarapes, a gente deu ordem de parada. Eles faziam de conta que não estavam vendo. A gente foi mais incisivo e conseguiu fazer a abordagem. Visualizamos os produtos e trouxemos para a delegacia”, contou um policial militar.

Com a quadrilha, a PM apreendeu vários eletrodomésticos, eletrônicos, celulares e outros produtos. Uma arma de fogo foi apreendida. Os locais onde os roubos foram cometidos chamou a atenção dos policiais.

“Geralmente, era na entrada ou saída de casa. É a forma que eles escolhem. O pessoal demora um pouco para entrar, principalmente quem não tem o portão eletrônico, e são os alvos mais fáceis. O que surpreendeu foram os bairros escolhidos, que foram periféricos. Geralmente, eles escolhem bairros mais nobres”, disse o PM.

Uma das vítimas esteve na delegacia e reconheu os suspeitos. A mulher foi vítima em Parnamirim. “Eles chegaram já puxando o portão. Entraram e botaram a arma na cabeça do menino, de 17 anos. Estavam querendo dinheiro, joias, cataram televisão, telefone, bolsa. Falaram que tinha sido uma fita dada, que uma mulher tinha falado que tinha R$ 10 mil. Não havia nada disso”, detalhou.

A mulher ainda lamentou o estado de insegurança. “É impotência. É você trabalhar para caramba e numa hora dessa se sentir um lixo, ninguém fazer nada por você. É revoltante. Um tanto de imposto que a gente paga. Essa não é o primeiro. Já vamos com dois assaltos”, afirmou.

Fonte: Portal da Tropical

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