Covid e Mudanças Climáticas: o que estes assuntos têm em comum?

ASCOM/SEMARH

Durante as atividades da Semana do Meio Ambiente 2020, toda realizada em formato virtual devido à pandemia da Covid-19, a Secretária Executiva de Meio Ambiente e Sustentabilidade – Semas/PE, Inamara Melo, palestrou sobre “Covid, Emergência Climática e a necessidade de um novo modelo de Desenvolvimento”. A palestra foi promovida pela SEMARH, a Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos, mediada pelo coordenador de meio ambiente e saneamento, Robson Henrique, da Comeas/SEMARH.

Mas o que Covid e Mudanças Climáticas tem a ver? Para Inamara Melo, ambos assuntos são crises gigantescas que têm alterado o modo de viver em sociedade. As Mudanças Climáticas Globais representam uma crise tão séria quanto à pandemia que estamos vivendo, é o que diz a ciência! Estudos apontam que entre os impactos atrelados às mudanças climáticas está o do aparecimento de novas doenças e sua proliferação.

“Os próximos 10 anos irão determinar se seremos capazes de evitar devastadores pontos sem volta que podem despedaçar a economia global e colocar em ameaça a própria existência da humanidade”, enfatizou Inamara. Para ela é preciso entender que economia e meio ambiente não são antagônicos e podem fazer uma agenda responsável juntos para o desenvolvimento sustentável do planeta. É nisso que a Organização das Nações Unidas (ONU) está focada com sua Agenda 2030 que estabelece metas até 2030 nos mais variados âmbitos da sociedade.

Durante a palestra foram mostradas formas possíveis de executar ações de uma agenda sustentável, mesmo dentro de um sistema de conformação existente atualmente no mundo. A experiência à frente da Secretaria em Pernambuco foi compartilhada com os internautas que acompanhavam a Live. “O enfrentamento às Mudanças Climáticas tem forte ligação com planejamento. Tornar as cidades mais resilientes por meio de ações de mitigação e adaptação, as quais preparem as pessoas e cidades para o que já está em curso de consequências”, indicou Inamara.

Aceitar e compreender essa realidade é condição primeira para amenizar os efeitos dos eventos climáticos, numa grande conciliação entre interesses econômicos, sociais e políticos.

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