Equipe do Pax prospecta novas parcerias

Um grupo com professores e pesquisadores do Rio Grande do Norte participou na tarde desta segunda-feira, 7, de uma visita técnica ao Parque Científico e Tecnológico do Rio Grande do Norte Augusto Severo (Pax). Guiados por Jovan Godioli, diretor do Instituto Santos Dumont (ISD), e por Júlio Rezende, diretor da Fapern, ambas instituições parceiras do projeto do Pax, os pesquisadores conheceram a edificação já existente na cidade de Macaíba, com área construída de 15 mil metros quadrados onde estão os primeiros espaços a serem ocupados. Em seguida, o grupo foi até a sede do ISD, distante menos de 500 metros do local.
“O Parque Tecnológico continua a prospectar parceiros em todos os setores, inclusive entre as Instituições de Ciência e Tecnologia privadas. Além dos eventos de prospecção de pesquisa, desenvolvimento e inovação e de empresas, a busca de parceiros da tríplice hélice contínua. Por exemplo, para fortalecer o Projeto de implantação do Pax, acontece nesta quarta-feira, 9, o workshop Diversidades potiguares e suas aplicações em Energias Renováveis”, colocou a assessora especial da UFRN para o Pax, Ângela Maria Paiva Cruz.
Rodrigo Fortunato de O. Alves, professor da Universidade Potiguar (UnP) e do Senac, afirmou que “novas parcerias e projetos irão surgir dessa visita”. Já Eduardo Heliodoro Arruda, coordenador de curso e docente na mesma universidade, ao parabenizar o trabalho desenvolvido, frisou que foi uma “experiência muito enriquecedora conhecer o trabalho desenvolvido e identificar o potencial para realização de projetos”. Além deles, estiveram na visita Éder Miranda da Silva, Marcelo Henrique Neves Pereira e Daniel Fonseca do Nascimento, respectivamente vinculados à UnP, Ceres de Caicó e Ebserh.
Previsto para começar a funcionar no próximo biênio, o Parque Científico e Tecnológico do Rio Grande do Norte Augusto Severo ocupará um espaço total de 50 hectares, na cidade de Macaíba, com a oferta de 76 lotes dispostos em 11 quadras, para empresas consideradas de maior porte. O Parque deve atrair empresas do Brasil e do exterior interessadas em tecnologias nas áreas de Energias, Reabilitação em Saúde e Indústria 4.0. O projeto seguirá o modelo de governança de organização sob a forma jurídica de associação de direito privado e já conta com um projeto de instalação, viabilidade e governança. Além disso, equipes indicadas pelas instituições parceiras trabalham cotidianamente no planejamento do projeto, divididas nos grupos + sustentabilidade, + Imagem, + Portfólio, + Gestão, + Empresa e + Infraestrutura.
Wilson Galvão de Ascom Agir

