Especialistas alertam: erro de estratégia pode deixar bons candidatos de fora

Com o fim das coligações a escolha do partido passou a ser fundamental para quem pensa em se eleger.

Entenda porque, baseado na legislação que define o quociente eleitoral e partidário.

Nas eleições municipais, o número de votos válidos será dividido pelo número de cadeiras para o legislativo municipal.

A distribuição destas vagas que sobraram será feita conforme o art. 10 da Resolução TSE nº 23.611/2019. Segundo o dispositivo, os lugares não preenchidos com a aplicação do Quociente Partidário e a exigência de votação nominal mínima serão distribuídos por média.

O cálculo será feito da seguinte forma: o número de votos válidos atribuídos a cada partido político será dividido pelo valor do quociente partidário somado às vagas obtidas por média mais um.

Para os especialistas em Direito Eleitoral, candidatos que tem bom potencial e escolhem nominatas pequenas pode cometer um erro crucial, considerando que o dividendo, no cálculo da sobra, é fundamental. O que leva as vagas remanescentes da sobra, normalmente,a serem preenchidas pelos partidos maiores.

Então o candidato que espera entrar nas vagas que irão sobrar, poderá cometer um erro fatal.

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