sábado, janeiro 17, 2026
PolíciaRio Grande do Norte

Homem é preso suspeito de roubo seguido de estupro em Ielmo Marinho

Foto: Polícia Civil/RN

Um homem de 35 anos foi preso na manhã desta sexta-feira (09), no município de Ceará-Mirim, suspeito da prática do crime de roubo majorado seguido de estupro. O crime teria ocorrido em 2024, no município de Ielmo Marinho, na região Agreste potiguar. A prisão foi realizada pela Polícia Civil do Rio Grande do Norte, com apoio da Polícia Civil da Paraíba.

Segundo a Polícia Civil, na ocasião, uma mulher que transitava em via pública na zona rural, acompanhada do filho, foi interceptada por dois homens encapuzados. Os suspeitos roubaram o aparelho celular do adolescente e, em seguida, arrastaram a mulher para uma área de mata, onde ela foi violentada sexualmente por ambos. Após o crime, os homens fugiram levando a motocicleta da vítima.

As investigações apontam que os suspeitos agiram com extrema violência e grave ameaça. “Um dos suspeitos portava um pedaço de madeira, enquanto o outro simulava o uso de uma arma de fogo”, informou a polícia.

De acordo com as autoridades, logo após o delito, utilizando o veículo roubado, os suspeitos ainda abordaram um casal, abandonaram a primeira motocicleta e roubaram um segundo veículo para dar continuidade à fuga.

A Polícia Civil também apura a possível participação da dupla em outros crimes de natureza sexual ocorridos na região, todos com o mesmo modus operandi, caracterizado por abordagens violentas em áreas rurais ou ermas, uso de objetos para simular armamento ou intimidar as vítimas e ocultação da identidade.

Após diligências, as equipes policiais localizaram e prenderam o investigado no município de Ceará-Mirim. Durante o cumprimento do mandado de busca e apreensão em sua residência, foi apreendido um alicate de poda, instrumento que, segundo a investigação, pode ter sido utilizado para intimidar as vítimas durante a ação criminosa.

O primeiro suspeito, um homem de 44 anos, já havia sido preso durante a primeira fase da operação. Com a captura do segundo alvo, a Polícia Civil considera o caso elucidado, com todos os envolvidos sob custódia. O investigado foi conduzido à delegacia para os procedimentos legais e, posteriormente, encaminhado ao sistema prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça.

O nome da operação, “DNA do Crime”, faz referência à prova técnica fundamental para a elucidação do caso. Laudos periciais emitidos pela Polícia Científica (PCI) confirmaram a compatibilidade do material genético coletado da vítima com os suspeitos, afastando dúvidas quanto à autoria e desconstituindo eventuais álibis.

Via Tribuna do Norte

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