Categoria: Educação

Os dias cada vez mais quentes podem até ser desconfortáveis para a maior parte das pessoas, mas o calor excessivo é a temperatura ideal para um setor em específico: o da Agroindústria do Coco. Além do consumo in natura, o coco é utilizado em receitas culinárias, na produção de cosméticos e de produtos de limpeza, totalizando uma produção de aproximadamente 2 bilhões de cocos verdes e secos por ano, segundo o Sindicato Nacional dos Produtores de Coco (Sindcoco).

Os números, apesar de positivamente escaldantes, escondem um problema que surge como consequência: o que fazer com tantos cocos que são descartados todos os dias? Vale lembrar que cada um deles pesa, em média, 2,5kg e 80% desse total é descartado como lixo, demorando em média 8 anos para se decompor.

Diante disso, um grupo de alunos aceitou o desafio de propor alternativas inteligentes e sustentáveis para reaproveitar esse tipo de resíduo sólido. O resultado do estudo foi o artigo “Alternativas de reuso e reciclagem de fibra de coco como estratégia de gestão ambiental dos resíduos sólidos da Cocoicultura e Agroindústria”, apresentado no I Congresso Internacional de Meio Ambiente e Sociedade (Campina Grande – PB).

No estudo, os alunos Aparecido Tiago Leite Andrade, José Pereira da Silva Filho e Editone Freitas de Morais, do curso de Tecnologia em Gestão Ambiental do IFRN, Campus Natal – Zona Leste, propõem a reutilização da fibra do coco na agricultura, na produção de filmes termoplásticos, na área industrial e na construção civil. Ler mais…

Projeto da EAJ-UFRN desenvolve práticas de aproveitamento integral de produtos provenientes da pesca

Em uma parceria com a empresa Expectro, o Projeto Voador está em fase de continuidade. O foco agora é a melhoria da manipulação e do aproveitamento, desde o barco de pesca até a transformação das ovas do peixe voador em produtos de valor agregado. A ova hoje é exportada salgada, sem padronização ou agregação de valor ao produto. Esse processo realizado no Projeto acarreta benefícios para a comunidade caiçara do Rio Grande do Norte. O objetivo geral é o de reduzir o impacto ambiental causado pela colheita da ova do peixe voador e oferecer alternativas para a geração de renda para a comunidade de Caiçara do Norte através da agregação de valor à ova do peixe voador.

A descoberta dos canais de comercialização da ova do peixe voador para o mercado internacional tem provocado uma pressão considerável nos estoques naturais da espécie através da colheita da sua ova para exportação. O peixe voador possui um papel importante na cadeia alimentar oceânica, uma vez que se trata de uma espécie forrageira que serve de alimento para outras espécies de alto valor comercial como o dourado.

A iniciativa surgiu no começo da fundação do curso, assim que tivemos contato com pessoas de caiçara do Norte ligadas à pesca. Os alunos da primeira turma do curso técnico de aquicultura da Escola Agrícola de Jundiaí eram de Caiçara do Norte, ou seja, tinham uma ligação muito forte com a pesca e sobretudo com a captura do Voador. “O RN é o maior produtor de peixe voador do Brasil. Dada a importância da ação, o Sebrae contratou a Universidade para fazer um projeto maior que iniciou em 2013 e teve fim em 2016. A UFRN, por meio da Escola Agrícola de Jundiaí, desempenha um papel importante para a Comunidade de Caiçara do Norte e acaba gerando tecnologia para o aproveitamento de pescado como um todo”, afirma o Professor e Engenheiro de Pesca, Rodrigo Ponce de Leon, que coordena e atua diretamente na execução do Projeto.

Os resultados têm sido desde o produto do trabalho, como o estudo econômico e estudo de mercado para produtos provenientes da pesca, ao levantamento da produção da pesca em Caiçara do Norte, da estrutura, conhecemos os hábitos e preferências dos consumidores. São desenvolvidos produtos e análises de uma indústria de processamento. Ler mais…

Foto: Cícero Oliveira

A qualidade do ensino é a principal missão da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Dessa forma, no intuito de garantir o cumprimento das políticas e ações, a instituição de ensino realiza o II Seminário de Melhoria da Qualidade dos Cursos de Graduação, nesta sexta-feira, 6, na Escola de Ciências e Tecnologia (ECT). Para o reitor José Daniel Diniz Melo, a ocasião reforça o compromisso da universidade em ofertar uma formação de excelência à sociedade.

A pró-reitora de Graduação (Prograd), Maria das Vitórias Vieira Almeida de Sá, explicou que o seminário tem o intuito de levar à reflexão sobre o plano dos cursos, por meio da integração da comunidade acadêmica. “Sabemos que os desafios são muitos, mas com planejamento é possível alcançar a excelência acadêmica porque hoje já somos bons, mas queremos ir além”, considerou.

O reitor Daniel Diniz lembrou dos esforços da UFRN para melhorar cada vez mais sua qualidade de ensino, citando como exemplo a Política de Melhoria da Qualidade dos Cursos de Graduação e de Pós-Graduação. “Nós temos condições de oferecer à população uma formação de qualidade porque já prestamos esse serviço bem, como apontam as últimas avaliações”, referendo-se ao resultado do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) do Ministério da Educação (MEC).

Seminário

O Seminário é um momento de integração entre coordenadores de cursos, chefes de Departamento, diretores de Centro, bem como professores interessados em discutir as ações realizadas em 2018 e 2019. O objetivo é permitir a troca de experiências e definir um direcionamento futuro, comprometido com a missão institucional de educar, produzir e disseminar o saber universal com excelência. As atividades têm como foco ainda a reflexão sobre o Plano de Ação Trienal do Curso de Graduação (PATCG), abordando temas como planejamento, relatórios da graduação da UFRN, desafios e enfrentamento, discussão dos planos em grupos, entre outras temáticas.

Williane Silva de Ascom-Reitoria

IFRN – A Coordenação do Programa de Pós-Graduação em Educação Profissional do IFRN torna público o lançamento do Edital nº 04/2019 – PPGEP/IFRN e Resolução nº 04/2019-PPGEP/IFRN, referente ao processo seletivo para o curso de Mestrado Acadêmico em Educação Profissional, turma ingressante no primeiro semestre de 2020. As inscrições podem ser feitas exclusivamente via internet pelo sítio do IFRN, a partir das 14h desta sexta-feira (6) até às 17h do dia 30 de janeiro de 2020.

Ao todo, estão disponíveis 15 vagas, sendo sete vagas para a Linha 1;cinco vagas para a Linha 2; e três vagas para a Linha 3. O processo seletivo consta em duas etapas, de caráter eliminatório, com valor variando de 0 a 100 pontos e com nota mínima de aprovação de 70 pontos para cada uma delas.

Para conferir a documentação e mais detalhes sobre o processo, acesse o edital em anexo:

Edital nº 04/2019 – PPGEP/IFRN

A Universidade de Pequim, considerada a melhor da China e uma das 20 melhores do mundo, convida estudantes brasileiros a se inscreverem na Yenching Academy, seu programa de bolsas de mestrado de excelência. Com o objetivo de conectar a China ao resto do mundo, o programa oferece uma pós-graduação interdisciplinar e intercultural, ao mesmo tempo que permite a imersão em um ambiente de aprendizado intensivo, com a possibilidade de o próprio aluno determinar o seu caminho acadêmico.

Uma vez matriculado na Yenching Academy, existe a possibilidade de inscrição para bolsas de pesquisa financiadas pelo próprio programa e de o aluno concorrer a intercâmbios acadêmicos em algumas das melhores universidades do mundo. As parceiras da Universidade de Pequim incluem Harvard, Yale, New York University, Cambridge, Sciences Po, Universidade de Melbourn, London School of Economics e King’s College.

Em 2019, foram selecionados 120 alunos de mais de 40 países para compor o corpo estudantil do programa, que já possui 80% de participação internacional.

Enquanto o perfil de estudantes do programa é variado, não havendo limitação para a área de estudo dos candidatos, é necessário possuir no mínimo um bacharelado ou ter o recebimento do diploma previsto para até agosto de 2020. Além disso, é necessário um excelente histórico acadêmico, com atividades extracurriculares e que demonstre o engajamento comunitário, responsabilidade social e potencial de liderança do candidato.

A oportunidade é para uma bolsa de estudos completa, estando incluídas passagens de ida e volta para o Brasil, seguro de vida e hospedagem, com a alimentação do aluno sendo subsidiada pelo programa. Além disso, é disponibilizada uma ajuda de custo mensal para o mestrando. Ler mais…

As inscrições para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) poderão ser feitas de 21 a 24 de janeiro de 2020. O calendário do processo seletivo do primeiro semestre do ano que vem foi divulgado pelo Ministério da Educação (MEC) no Diário Oficial da União.

O resultado da seleção será divulgado no dia 28 de janeiro e a matrícula dos selecionados deverá ser feita de 29 de janeiro a 4 de fevereiro. Aqueles que não forem selecionados poderão participar da lista de espera também entre os dias 29 de janeiro e 4 de fevereiro.

O Sisu oferece vagas em instituições públicas de ensino superior. A seleção é feita com base no desempenho no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Para participar é preciso ter obtido nota acima de zero na redação do exame.

Para o primeiro semestre de 2020 valerão as notas do Enem 2019. Os resultados das provas, que foram aplicadas nos dias 3 e 10 de novembro serão divulgados em janeiro na Página do Participante e no aplicativo do Enem. Para acessar, é preciso informar CPF e senha. Ao todo, 3,9 milhões de candidatos participaram de pelo menos um dia de prova do Enem.

As regras e a quantidade de vagas que serão oferecidas no ano que vem pelo Sisu ainda não foram divulgadas. No primeiro semestre deste ano, foram ofertadas 235,5 mil vagas em 129 instituições públicas de todo o país.

Agência Brasil

O Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN) está entre as instituições de ensino mais sustentáveis do mundo, de acordo com o UI GreenMetric – World University Rankings 2019, divulgado hoje (3), pela Universidade da Indonésia. Elaborado anualmente, desde 2010, o ranking classifica as instituições que desenvolvem as melhores práticas e programas sustentáveis em seus campi.

Para chegar ao resultado, são avaliados seis indicadores: áreas verdes (infraestrutura), consumo de energia, gestão de resíduos, tratamento de água, mobilidade e educação ambiental. Na edição 2019, o ranking relacionou um total de 779 instituições públicas e privadas, entre as quais, 28 brasileiras. O IFRN foi o único instituto federal das regiões Norte e Nordeste presente na relação.

“O resultado é fruto de um esforço contínuo, relacionado às questões ambientais. Desenvolvemos diversas ações de diferentes proporções que, somadas, nos colocaram em uma posição de destaque. Entre elas podemos ressaltar a implantação de usinas fotovoltaicas, a construção de reservatórios de captação de águas pluviais, a substituição de lâmpadas fluorescentes pela iluminação de LED, além de campanhas desenvolvidas para diminuir o uso de papel e o consumo de copos descartáveis”, afirma o professor Marcos Oliveira, reitor em exercício.

Além do ranking, a GreenMetric organiza eventos internacionais para a discutir projetos voltados à sustentabilidade ambiental como o “International Workshop on UI GreenMetric”.

Usinas Fotovoltaicas

Pioneiro no que diz respeito a energia solar, o IFRN se tornou a primeira instituição pública de ensino do Brasil a aderir ao sistema de compensação de energia regulamentado pela Resolução Normativa 482/2012 da Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL. Atualmente, está entre as instituições públicas que mais geram energia limpa no país, uma vez que todas as suas unidades (Reitoria e 21 campi), contam com usinas solares. Somadas, elas têm o potencial para gerar até 3,36 GWh/ano, que representa uma diminuição de emissão anual de 339 toneladas de CO2 na atmosfera, além de uma economia anual na ordem de R$ 1,3 milhão. Ler mais…

Um grupo de pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) desenvolveu um sistema que calcula distâncias, identifica obstáculos e alerta sobre eventuais perigos que estejam no caminho de pessoas com deficiência visual. Sob a forma de uma bengala eletrônica, o sistema permite o reconhecimento e identificação de objetos na linha de cintura e cabeça, bem como desníveis e pessoas. A informação é repassada por meio de mensagens de voz ou tátil, que informa a que distância o mesmo se encontra ou a que velocidade se aproxima.

Denominado “Bengala Inteligente para Auxílio à Locomoção de Deficientes Visuais”, a pesquisa contou com a participação dos pesquisadores Ricardo Alexsandro de Medeiros Valentim, Antonio Higor Freire de Morais, Pablo Holanda Cardoso, Rodrigo Dantas da Silva, Sidney Soares Trindade, Philippi Sedir Grilo de Morais, Hélio Roberto Hekis, Robinson Luis de Souza Alves e Gláucio Bezerra Brandão, e rende à Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) sua 20º patente, consolidando o protagonismo da UFRN na área de inovação: no âmbito do Norte e Nordeste, é a universidade com mais patentes concedidas, com números que a aproximam de instituições maiores de outras regiões, como a Universidade de Brasília, que possui 23 patentes concedidas. Um dos inventores, o professor e coordenador do Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde da UFRN (LAIS/UFRN), Ricardo Valentim, explica que a capacidade de contribuir para a melhoria da qualidade de vida dos deficientes visuais motivou os pesquisadores.

De acordo com o professor Valentim, a pesquisa é vinculada a dois programas de pós-graduação, ao Programa de Pós-graduação de Engenharia Elétrica e o de Computação, além de alunos do mestrado em Gestão e Inovação em Saúde. “Então, ainda hoje temos alunos que, na época, eram uns de graduação da Engenharia da Computação que começaram esse projeto conosco junto com alunos de mestrado e doutorado lá da engenharia elétrica no Centro de Tecnologia, e que hoje estão no mestrado profissional em Gestão e Inovação em Saúde. E estão dando continuidade ao projeto, e fazendo com que o projeto se desenvolva”, disse.

O professor Ricardo Valentim explicou ainda como se deu a concepção da tecnologia. “E essa tecnologia foi muito desenvolvida e trabalhada com uma pessoa que hoje é servidora da universidade e que a gente não pode também deixar de mencionar, que é o Sidney Trindade, um ser humano fantástico, extremamente espiritualizado e que colaborou conosco na idealização em todo o projeto. Então esse olho biônico é fruto de uma colaboração muito forte desses dessas áreas, da engenharia biomédica e da engenharia da computação. Quando a gente olha que o mundo hoje precisa de produção de bem-estar, saúde, bem estar social, desenvolvimento de tecnologias que tem o impacto para transformar sociedades”, afirmou. (Veja mais detalhes no vídeo no link https://youtu.be/6SsffufscbY). Ler mais…

Da Agência Brasil – O Ministério da Educação (MEC) informou nesta quarta-feira (27) que mais de um milhão de alunos estão cadastrados no Sistema Educacional Brasileiro (SEB) e, assim, habilitados a baixar a carteirinha estudantil digital, a ID Estudantil

Ao todo, 2.197 instituições de educação básica e 408 de educação superior já cadastraram seus estudantes. Até o início desta tarde, o número de alunos registrados chegou a 1.004.678.

O cadastro é feito por representantes das instituições. Eles devem alimentar a plataforma com informações como nome completo, número do CPF e data de nascimento do aluno. Também serão registrados nível e modalidade de educação de ensino.

Os registros dos representantes e das informações são realizados pelo próprio site do sistema, que fica dentro da página do Instituto Nacional de Pesquisas e Estudos Educacionais Anísio Teixeira (Inep), vinculado ao MEC. O prazo para as instituições indicarem um representante para registrar as informações no sistema continua aberto.

Os estudantes que não fizeram o download e querem verificar seus dados no sistema podem acessar o site.

Desenvolvida e coordenada desde 2017 por Aldair Rodrigues, Professor de Artes da Escola Agrícola de Jundiaí, a atividade aborda os conteúdos estudados durante o ano e se relaciona com outras disciplinas. Agora em 2019, a atividade pedagógica contou com a disciplina de Língua Portuguesa.

O desenvolvimento da atividade acontece ao longo de todo o ano letivo. No segundo bimestre foram elaborados textos dramáticos tendo como base autores regionais, nacionais e estrangeiros, e cenas com pequenos grupos também foram montadas. No terceiro bimestre foram feita cenas com textos literários e temas relacionados aos respectivos cursos das turmas. Já no quarto bimestre alguns critérios são estabelecidos pelo coordenador e a avaliação consiste em fazer a apresentação teatral utilizando os conhecimentos adquiridos durante o ano, especialmente no que se refere aos elementos da linguagem teatral.

Segundo Aldair Rodrigues, a atividade é importante devido às variadas formas de conhecimento trabalhadas. “Desenvolve, entre outras competências, a socialização, a criatividade, o trabalho em equipe, expressão corporal e vocal, desafiar suas potencialidades e fragilidades, sensibilização do olhar, poder de síntese, estabelecer ideias, criticidade, alteridade, entre outros”, comenta.

A peça conta com um processo de criação onde os alunos fazem um roteiro, elaboram os diálogos e criam os personagens. Isso se dá por meio da escolha e estudo de alguma obra da literatura. A partir disso, os estudantes farão a apresentação, podendo ser uma reinterpretação ou uma adaptação – até mesmo para os dias atuais – e fazer uma interseção com outros autores e outros tempos literários. Ler mais…

“Quando nós voltarmos, traremos uma bagagem de conhecimentos que vai ampliar nossa forma de ver a matemática”. A frase da estudante Isabella Gomes não poderia ser mais acertada. Junto a Isabella, os alunos Romana Galvão, João Arthur Barros e Klaus Reiniger – além do professor Dayvid Marques – trazem na bagagem duas medalhas de prata, uma de bronze e uma menção honrosa, além de uma placa de honra ao mérito para a equipe da instituição, por terem participado do evento. De onde? Do 10° World Mathematics Team Championship (WMTC), torneio internacional para avaliação de conhecimentos matemáticos que aconteceu, entre 21 e 25 de novembro, em Pequim, na China. Os quatro estudantes frequentam cursos do Ensino Médio Integrado ao Técnico no Campus Natal-Central do Instituto Federal do Rio Grande do Norte.

Nadja Gomes, mãe da aluna Isabella, diz-se impressionada – além de feliz – com a premiação. “Algo que parecia impossível diante da grande quantidade de participantes, do cansaço que atingia a equipe e dos efeitos nocivos de uma situação conhecida como Jat Lag, que desestabilizou o relógio biológico de todos. Nessas situações, em comparação com as equipes asiáticas, os brasileiros estavam em tremenda desvantagem no momento da realização das provas. Eles estavam destruídos na hora das avaliações. Tinham acabado de chegar de uma longa viagem que durou 2 dias. Enfrentavam um fuso horário de 11 horas de diferença. Para eles era como competir durante toda a madrugada. Enquanto a gente aqui dormia, eles fizeram provas superdifíceis, com dor de cabeça, e disseram que estavam todos como se estivessem com uma virose”, complementou Nadja. Só haviam três equipes representando o Nordeste (Piauí, Pernambuco e Rio Grande do Norte), e apesar de ser uma das menores equipes a compor a delegação do Brasil, os alunos do IFRN obtiveram resultado proporcional espetacular, competindo no nível avançado. Na competição eram 1.055 “matematletas”, dos quais 164 estudantes brasileiros, de 22 escolas públicas e privadas.

WMTC

O World Mathematics Team Championship é uma iniciativa do China International Culture Exchange Centre (CICEC), junto ao ‘The World of Mathematics and Physics Journal’ e da Hope Cup Mathematics Competition (maior competição de Matemática da China). Podem participar estudantes de qualquer ano do Ensino Fundamental e do Ensino Médio.

Durante a competição, os estudantes são desafiados a resolver questões matemáticas em diferentes graus de dificuldade, com provas em grupos, de revezamento e individuais em três níveis: Junior, para menores de 12 anos, Intermediário, menores de 15 anos, e Avançado (menores de 20 anos).

A delegação brasileira foi escolhida a partir da Olimpíada Internacional Matemática Sem Fronteiras, competição criada pelo Ministério de Educação da França em 1989. No Brasil, os dois campeonatos são organizados com exclusividade pela Rede do Programa de Olimpíadas do Conhecimento (Rede POC), instituição de intercâmbio científico juvenil, cuja missão é promover a excelência na educação através do estímulo ao interesse pela Ciência, Tecnologia e Inovação. Ler mais…

Foto: Marcello Casal Jr

Agência Brasil – Termina hoje (18) o prazo para os candidatos do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) pedirem a reaplicação da prova, caso tenham se sentido prejudicados por problemas logísticos durante o exame.

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pelo Enem, estabeleceu situações para permitir a reaplicação: em caso de desastres naturais, que tenham prejudicado a infraestrutura do local de prova, falta de energia que tenha comprometido a iluminação da sala de aplicação e falha de procedimento de aplicação que tenha levado algum prejuízo ao participante.

O pedido de reaplicação deve ser feito na página do participante, no site do Enem. Ainda este mês, sem data definida, o Inep vai informar ao candidato se aceitou ou negou o pedido. Quem vai refazer as provas anote na agenda: 10 e 11 de dezembro, terça e quarta-feira.

Desafio da Embrapa aconteceu nesta semana e o projeto da EAJ avançou para a fase nacional

A equipe da Escola Agrícola de Jundiaí (EAJ-UFRN) venceu a etapa regional do Desafio Startups 2019 do “Ideas For Milk”, da Embrapa em parceria com a Federação de Agricultura, Pecuária e Pesca do Rio Grande do Norte (FAERN) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR-RN).

A etapa Nordeste aconteceu no último dia 13, no Instituto Metrópole Digital (IMD), na Universidade Federal do Rio Grande do Norte, e contou com a participação de várias equipes do RN e da região Nordeste. A equipe da EAJ-UFRN é formada pelos discentes Alan Fernandes, Heloísa Aline, Tarcísio Câmara e Yhêlda Oliveira. Além destes, o laboratorista Luis Medeiros, o professor Edgar Perin Moraes e o professor e coordenador da pesquisa Adriano Henrique também fazem parte do trabalho.

A pesquisa surgiu por meio de duas dissertações de mestrado do programa de pós-graduação de Produção Animal. Através de uma reação, analisa-se a quantidade de células somáticas da via lactoperoxidase no leite bovino e essa quantificação de célula somática, indicador de saúde de glândula mamária, faz com que o projeto esteja avançando no que se refere ao estudo da composição do leite. A reação acontece através de um aplicativo que faz uma foto e a partir desse registro é possível identificar a questão da saúde de glândula mamária e mastite subclínica em vacas.

O Professor Adriano Henrique fala que o trabalho é o resultado de um trabalho em equipe, da perspectiva do projeto e comenta sobre a fase final da competição. “Foi um trabalho construído em equipe, um trabalho com muitas mãos. Se não fosse a colaboração de todos, pessoal da zootecnia, químicos, pessoal de TI, teria sido impossível a elaboração desse aplicativo. A gente pretende trabalhar para desenvolver uma startup propriamente dita e jogar no mercado nacional e global”, fala. “A gente já deu um salto muito grande. Lá nós vamos competir com outras sete startups. A expectativa é competir e fazer um bom trabalho. Ganhar é apenas uma consequência do processo. O nosso ritmo vai ser o mesmo da construção desse aplicativo”, finaliza.

Esta é a quarta edição do Desafio e o objetivo é apresentar soluções inovadoras para os problemas da pecuária do leite no país. A final do Desafio de Startups será realizada em São Paulo, no espaço de empreendedorismo Cubo, no dia 22 de novembro.

Por Matheus Henrique – Com supervisão da Comunicação EAJ

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) divulga hoje (13) os gabaritos oficiais do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Também serão divulgados os Cadernos de Questões, em todas as suas versões.

No total, serão seis gabaritos para cada dia de aplicação e seis Cadernos de Questões, de acordo com as cores da prova e opções acessíveis. Os participantes podem acessar os gabaritos pelo portal do Inep, na página do Enem ou pelo aplicativo do Enem.

Os participantes deverão ficar atentos para conferir o gabarito relativo à cor de prova que fez em cada domingo de aplicação.

Mesmo com o gabarito em mãos, os participantes ainda não poderão saber qual nota tiraram no exame, isso porque o Enem é corrigido pela chamada Teoria de Resposta ao Item (TRI).

Pela TRI, não há um valor fixo para cada questão. A pontuação varia conforme o percentual de acertos e erros naquele item entre os participantes e também de acordo com o desempenho de cada estudante na prova.

O Enem 2019 foi aplicado nos dias 3 e 10 de novembro. Cerca de 3,9 milhões de estudantes de todo o país compareceram ao menos em um dia de prova.

Os resultados individuais do Enem 2019 serão divulgados na Página do Participante e no aplicativo do Enem, em janeiro de 2020, a partir de consulta com CPF e senha.

O resultado dos participantes eliminados, segundo o Inep, não será divulgado, mesmo que eles tenham feito o Enem nos dois dias de aplicação. Para os treineiros, que fazem o exame para autoavaliação de conhecimentos, a consulta só será liberada em março do ano que vem.

Agência Brasil